Shock: Retorno triunfal com um clássico Metal
Resenha - Shadows - Shock
Por Vitor Franceschini
Postado em 25 de outubro de 2014
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Em 2012 a Kill Again Records teve a brilhante ideia de relançar "Heavy Metal We Salute You", debut dos paraibanos do Shock que pode ser considerado um dos melhores álbuns de Heavy Metal brasileiro e foi originalmente lançado em 1991. A parceria e o relançamento deram certos, tanto que a banda entrou em estúdio e, 23 anos após seu debut, lança seu segundo álbum oficial (lembrando que neste tempo a banda lançou ainda um EP e um Split).
Incrivelmente na ativa desde 1978, é impressionante como a banda parece ter saído do movimento da New Wave Of British Heavy Metal, diretamente do Reino Unido, tal capacidade que a banda tem de reproduzir a sonoridade que marcou final dos anos 70 e início dos anos 90.
Em "Shadows" a banda mantém essa sonoridade e se você colocar o álbum sem ver que é uma banda brasileira vai jurar que é algo da época, além de teimar que é algo feito por uma banda estrangeira. Vários fatores contribuem com isso desde riffs muito bem elaborados e executado, a sutil melodia dos solos, a cozinha básica, mas coesa, além do bom inglês e interpretação do vocalista Américo Caldeira.
As composições são pegajosas (no bom sentido) e uma verdadeira viagem no tempo vem em mente ao ouvir músicas como The Disturbed, Nightmare, Hard To Say, Paradise e Shadows. É o tipo de música prazerosa em ouvir.
A produção do disco (a cargo de Giulian Cabral, no GC Studio ‘Promix’) também tentou buscar a essência dos tempos áureos do Metal, mas poderia soar um pouco menos datada dando mais peso às composições. É claro que esse pormenor não tirou o brilho deste grande lançamento. Memorável!
Outras resenhas de Shadows - Shock
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
A banda lendária com que o Deep Purple odiava comparação: "Nada é pior, não tenho paciência"
A banda de metal que conquistou Motörhead, Iron Maiden e George Michael
Quem é o homem carregando o feixe de galhos que está na capa do "Led Zeppelin IV"
Gary Holt compara James Hetfield e Dave Mustaine e diz que toque de Dave é "diferente"
A banda que esbanja confiança técnica e criativa fora do comum, segundo Regis Tadeu
O beijo em cantora que fez Ney Matogrosso perceber que lado hétero não está adormecido
Nicholas Barker luta contra falência renal e aguarda transplante este ano
Dave Mustaine não descarta gravar álbuns solo após o fim do Megadeth
A música do Dream Theater que foi diretamente influenciada por Zakk Wylde
Dave Mustaine não queria que Megadeth encerrasse atividades, mas reconhece dificuldades
A banda que é boa para ouvir num churrasco discutindo sobre carros, segundo Regis Tadeu
O primeiro disco de heavy metal do Judas Priest, segundo Ian Hill
Tobias Forge revela estar gravando fora do Ghost
James Hetfield aponta suas quatro bandas de Rock favoritas
O clássico imortal do Heavy Metal que quase não foi gravado por ser "pop demais"
As dez piores capas do metal, em uma lista sem Manowar e Pantera


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



