Roberto Carlos: primeiro disco de rock nacional

Resenha - Splish Splash - Roberto Carlos

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Por Jonathan Pires Fernandes
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Às vezes fico chateado que as pessoas não reconheçam a importância de Roberto Carlos para o rock nacional. Aliás , fico desapontado quando vejo as pessoas desvalorizarem a música brasileira de um modo geral. Ora, se você for olhar só para música brasileira atualmente, é claro que você só vai enxergar porcaria, mas se olhar para o rock nacional dos anos 60, 70, 80 e até 90, encontrará muita coisa boa.
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ROBERTO CARLOS, não foi o primeiro a gravar rock no Brasil, Celly Campelo já o fazia. Diferentemente de Celly, ROBERTO e Erasmo (nossos Lennon e Mccartney) faziam suas próprias canções, não apenas versões de rocks americanos como fazia Celly.

Bom, vamos ao álbum. Splish Splash (1963), foi, provavelmente, o primeiro disco de rock nacional digno de antologia. Após gravar o decepcionante Louco Por Você (1961, ROBERTO CARLOS decide investir no Rock And Roll. Como a Invasão Britânica, comandada pelos Beatles ,começava a invadir o mundo, ROBERTO queria se tornar o equivalente nacional dos britânicos. Firmou parceria com Erasmo Carlos e gravou o Splish Splash (1963). O disco já abre com uma obra da parceria, "Parei Na Contramão" é um ótimo rockabilly com uma letra tipicamente rock and roll: "Avancei a toda e sem querer avancei o sinal/ O guarda apitou". Depois vem um rock balada com uma pegada tipicamente beatleniana: "Quero Me Casar Contigo". A partir daí as faixas se alternam entre rocks agitados e e rocks mais calmos. Mais ou menos como os Beatles faziam nos seus primeiros álbuns. Vem "Splish Splash", faixa título, uma versão do americano Bob Darin, ótimo rockabilly, seguido por "Só Por Amo" (balada claro) e depois entra "Na Lua Não Há" (letra engraçada). Depois o disco segue alternando entre rocks ortodoxos: "Nunca Mais Te Deixarei", "Professor de Amor" e rocks baladas: "Onde Anda Meu Grande Amor", "Baby Meu Bem". Com esse disco, ROBERTO CARLOS fez um relativo sucesso e deu força para ele seguir adiante, lançando discos cada vez melhores dentro dos anos 60. Mas eles são assuntos para outras resenhas.

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Sobre Jonathan Pires Fernandes

Apreciador de boa música seja ela Rock, Blues, MPB, Jazz, Brega e muitos outros gêneros musicais. Afinal "só existem dois tipos de música: A boa e A ruim".

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