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AC/DC: Let There Be Rock é praticamente uma coletânea

Resenha - Let There Be Rock - AC/DC

Por Paulo Severo da Costa
Postado em 20 de junho de 2012

Existe um ano definitivo para o metal? Em 1980, "saíram" para o mundo "Back in Black", ‘Blizzard of Ozz","British Steel", "Ace of Spades", "Iron Maiden", que com certeza limparam os bolsos de muita gente (no exterior, claro - nessa época as coisas demoravam mais por aqui..). Bom, se esse não foi o ano mais importante, com certeza foi um marco definitivo desse som que nos tornou dependentes auditivos, "espalhando a doença" por aí.

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Mas se 80 foi um ano tão foda, três anos antes, o mundo também levava suas chacoalhadas. "Lights Out, Live!" (do STATUS QUO), "Bat Out Of Hell", "Draw The Line", e o recém nascido punk com "Rocket to Russia" e "Never Mind the Bollocks" davam suas caras. E, dentro da primeira categoria, o álbum mais cacetada do AC/DC nos anos 70, "Let There Be Rock".

Esse é tão clássico quanto Mozart ou Van Gogh: o disco é "top" de ponta a ponta (alguém vai dizer que é chover no molhado). Depois de bem firmados no chão fértil do rock n´roll com "Dirty Deeds Done Dirt Cheap", o povo lá da Austrália fez um estrago considerável na discografia do metal.

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Na sua versão internacional, o disco teve a faixa "Crabsody In Blue" substituída por "Problem Child", o que, para mim, foi um grande negócio - mesmo as duas sendo de outro planeta. "Dog Eat Dog" tem um acompanhamento de bateria quase tribal com BON SCOTT expelindo fogo pelas ventas. Já "Go Down" e a já citada "Problem Child" parecem saídas de jam sessions, tamanha a simplicidade e o jeitão blueseiro das duas.

Se "Bad Boy Boogie" fez o KISS pensar bastante na vida, "Hell Ain´t a Bad Place To Be" prova que o inferno realmente não é ruim como pintam. "Overdose" parecia prenunciar "Back in Black" - pela sonoridade, não pela morte prematura de BON.

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Por último o prato principal: a primeira vez que ouvi AC/DC foi no vinil de "If You Want Blood You've Got It" e o que mexeu no meu cérebro foram as versões de "The Jack", "Whole Lotta Rosie" e "Let There Be Rock". Depois de tempos, descobri que eram boas de qualquer jeito, e as versões originais das duas últimas coroam essa tremenda "coletânea" da banda.

Nota 10!

Track list:
• "Go Down"
• "Dog Eat Dog"
• "Let There Be Rock"
• "Bad Boy Boogie"
• "Overdose"
• "Problem Child"
• "Hell Ain't a Bad Place to Be"
• "Whole Lotta Rosie"


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Sobre Paulo Severo da Costa

Paulo Severo da Costa é ensaísta, professor universitário e doente por rock n'roll. Adora críticas, mas não dá a mínima pra elas. Email para contato: [email protected]
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