Slayer: Raízes do Black Metal em Show No Mercy

Resenha - Show No Mercy - Slayer

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Por Vitor Franceschini
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O que dizer deste clássico do Metal mundial? Além da grande iniciativa do selo Shinigami Records em relançá-lo por aqui, todo remasterizado e com um novo encarte, esse petardo faz parte da história do Heavy Metal, mais especificamente do Thrash e Metal extremo em geral.
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Este trabalho, o primeiro full length dos monstros do Slayer, influenciou toda uma geração (pode contar aí que Death – certa vez Chuck Schuldiner afirmou ser um de seus discos preferidos – Sepultura e Morbid Angel foram muito influenciados por este disco) e virou um marco do Thrash Metal mundial.

“Show No Mercy” pode não ter o reconhecimento de álbuns como “Reign In Blood” (1986) por exemplo, mas representa uma fase mais ‘inocente’ e satânica da banda, que na época abusava de tarraxas, pregos, couro e maquiagem em seu visual. A sonoridade era mais direta, menos técnica e mais crua, chegando a certos momentos soar praticamente como raízes do Black Metal.

O que dizer de clássicos como The Antichrist, Die By The Sword e Black Magic (executados até hoje nos shows da banda)? E o que dizer de hinos como Evil Has No Boundaries que abre o disco de forma triunfal, onde o ouvinte já sai cantando o refrão de cara, Tormentor (acho que todas as bandas clássicas de Thrash têm uma música com esse nome) e Crionics?! Composições eternizadas na mente até de quem já se converteu!

O instrumental já mostrava sinais de brutalidade pura e simples, com riffs cortantes e solos ultra rápidos, além do baixão reto de Tom Araya, que cantava quase gutural e mandava ver nos gritinhos que marcaram época. Dave Lombardo já arregaçava e não escondia que seria um dos maiores de todos os tempos.

Tudo isso você pode conferir remasterizado, onde dá pra captar até algumas ‘engrossadas’ (os caras são humanos) e tudo com nitidez, sem falar que o encarte está mais informativo e bem elaborado, com nomes que vão desde o co-produtor (a própria banda produziu o disco) até os roadies.

“Show No Mercy” não é o tipo de trabalho que merece ser resenhado assim simplesmente. O disco já está marcado na história do Metal e tem que ser avaliado como um clássico, portanto clássico não tem nota, é acima de 10 e ponto!

Maravilhoso!

http://www.slayer.net/us/home

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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