Warpath: EP traz sete faixas, sendo três ao vivo

Resenha - Massacre - Warpath

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Por Vitor Franceschini
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Este segundo trabalho da banda paraense Warpath tem uma bela cara de um full-length e o fato de ser um EP passa despercebido, principalmente porque o disco é composto por 7 faixas, sendo três delas ao vivo (gravadas na Rádio Cultura de Belém/PA) que possuem boa qualidade de gravação e não parecem estar em tal formato.

O som da banda é focado no Thrash Metal, mas possui muitas nuances de Metal extremo oitentista. Os nomes que me vieram à cabeça ao ouvir o Warpath foram Possessed, Death (dos primórdios), Kreator e Exodus. Os riffs de guitarras são bem influenciados pelo grupo de Jeff Becerra e Cia.

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Mas, como é de praxe, a banda sabe e muito bem incrementar suas próprias características, como os vocais do também baixista Márcio. Os gritos rasgados e insanos caíram muito bem à sonoridade do grupo, sendo envolto por um instrumental que ao mesmo tempo em que soa cru, mostra garra e poder de fogo. As guitarras muitas vezes são cortantes, com solos bem executados. O baixo é versátil e a bateria segura a onda muito bem.

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Meus destaques ficam para World’s Decay, que possui um belo trabalho de solos e variação e para Legacy Of War, com seu belo trabalho de cordas e uma interessante melodia, além de um refrão pegajoso. Dentre as três bônus ao vivo, fico com a trabalhada Torture Until The Soul.

Um belo trabalho, que por se tratar de um EP merece também o destaque da parte gráfica, que ficou profissional e bem com a cara do som da banda. Que venha o debut!

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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