Psychotic Eyes: Influências de Death, Carcass e Arch Enemy
Resenha - I Only Smile Behind The Mask - Psychotic Eyes
Por Vitor Franceschini
Postado em 24 de fevereiro de 2012
Nota: 8 ![]()
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Muito se disse a respeito deste segundo disco dos paulistanos do Psychotic Eyes soar inovador, portanto discordo plenamente. Não que isso seja ruim, muito pelo contrário, já que a banda investe em uma sonoridade complexa e muito bem desenvolvida, além de beber em fontes como Death, Carcass e Arch Enemy.
Apesar das características próprias, o grupo possui grandes influências (citadas acima), não soando o mais original possível, mas executando seu som de forma competente e coesa. São apenas sete faixas de média duração (6 minutos em média), que não soam cansativas e demonstram grande habilidade dos músicos Dimitri Brandi (vocal/guitarra), Alexandre Tamarossi (bateria) e Douglas Gatuso (Baixo).
Welcome Fatality, segundo petardo do disco, mostra uma desenvoltura intensa e possui um trabalho de cozinha excepcional, cheia de quebradas e viradas intrincadas. Outro grande destaque é Life. Com belas melodias, a faixa soa ao mesmo tempo complexa e agressiva. A interpretação vocal de Dimitri ficou show, dando ainda mais ênfase à composição.
José Ricardo Peret | Gustavo Anunciação Lenza | Roberto Luis Pertsew | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Luis Alberto Braga Rodrigues | Reginaldo Manuel Soares de Faria | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
A faixa título mostra grande pegada e um trabalho muito bom de guitarras. Talvez seja uma das mais intensas e pesada do trabalho, mostrando que a banda não prioriza somente a técnica. Vale destacar que a velocidade não comparece tanto nas composições, o que dá um ar mais nobre ao disco.
O que realmente me intriga é o fato da banda ser um power trio e investir em um som tão técnico como esse, ponto pros caras. O trabalho foi produzido por J-F Dagenais (guitarrista do Kataklysm) juntamente com a banda. Infelizmente o lançamento foi somente virtual e conta com uma bela capa. Bom trabalho!
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