As duas cantoras brasileiras que mereciam estar no Arch Enemy, segundo Mayara Puertas
Por Gustavo Maiato
Postado em 08 de março de 2026
A vocalista do Torture Squad, Mayara Puertas, comentou sobre os rumores que a colocaram como possível substituta de Alissa White-Gluz no Arch Enemy. Em entrevista ao jornalista Gustavo Maiato, do Whiplash.Net, a cantora afirmou que chegou a imaginar outras brasileiras que poderiam ocupar o posto.
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O rumor começou após um post nas redes sociais em que Mayara anunciava novidades na carreira. Parte do público interpretou a publicação como uma pista de que ela poderia assumir os vocais da banda sueca. Segundo a cantora, a situação acabou tomando proporções inesperadas, com diversas matérias e especulações circulando na internet.
Durante a conversa, Mayara afirmou que entende o motivo de tantos fãs brasileiros terem abraçado a teoria. Para ela, o reconhecimento internacional dos músicos do país tem crescido bastante nos últimos anos.
"O Brasil lá fora é visto como um país com bandas de extrema qualidade, com músicos muito bons, muito técnicos. Muita gente fala: 'Eu não conhecia a banda, mas quando vi que era brasileira, vim porque sei que a banda é boa'."
Mesmo sem qualquer convite real para a vaga, Mayara revelou que chegou a imaginar outras cantoras brasileiras que poderiam integrar o Arch Enemy. "Eu mesma, quando a Alissa saiu, cheguei a pensar: por que não a Prika no Arch Enemy? Por que não a Fernanda? Seria muito legal ver uma instrumentista somando ali."
Ela se referia às musicistas Prika Amaral, guitarrista e vocalista da Nervosa, e Fernanda Lira, baixista e vocalista da Crypta - duas das figuras mais conhecidas do metal brasileiro atual. Mayara também comentou que gostaria de ver mais mulheres ocupando espaços de destaque no metal internacional, inclusive acumulando funções de instrumentista e vocalista. "Já pensou uma mina que fosse vocal e instrumentista também? Seria muito legal."
Apesar das especulações, a cantora ressaltou que a escolha final da banda foi acertada. Segundo ela, um ponto positivo foi o fato de não ter havido a chamada "dança das cadeiras" entre grupos do cenário. "Eu não gosto muito quando acontece de ver bandas se desmantelarem, tirar alguém de uma banda que está em crescimento para colocar em outra."
No fim das contas, a vaga acabou sendo preenchida por outra cantora, encerrando as teorias que circularam entre os fãs. "Muitas pessoas queriam acreditar que teria uma brasileira ali", concluiu Mayara.
Assista a entrevista completa abaixo.
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