Scar Symmetry: Entre os grandes do Death Metal Melódico
Resenha - Unseen Empire - Scar Symmetry
Por Junior Frascá
Postado em 26 de julho de 2011
Nota: 8 ![]()
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Depois do merecido sucesso que obtiveram nos últimos anos, principalmente após o álbum "Pitch Black Progress", de 2006, os suecos do SCAR SYMMETRY retornam com seu quinto lançamento oficial, e que tem tudo para fincar de vez o nome do conjunto entre os grandes representantes do Death Metal Melódico.

Contudo, apesar da base do som da banda ser o Death Metal Melódico, conforme salientado, é impossível não se vislumbrar diversos outros elementos em seu som, que apresenta, além do partes de muito peso, outras mais suaves e progressivas, cujas melodias excelentes dão um toque todo especial ao trabalho da banda. E em "The Unseen Empire", é possível se perceber com maior clareza como este emaranhado de elementos se complementam perfeitamente, criando uma sonoridade muito peculiar, embora, em algumas partes, ainda seja evidente a influência de SOILWORK, principalmente do álbum "Natural Born Chaos".
E após a saída do vocalista Christian Älvestam, a banda conseguiu se manter relevante em "Dark Matter Dimensions" (2008), com os vocalistas Roberth ‘Robban’ Karlsson (vocais agressivos) e Lars Palmqvist (vocais limpos) fazendo um grande trabalho, mas é neste novo lançamento conseguiram atingir a maturidade com a nova formação, sendo, até o momento, seu melhor registro, tanto em termos de composição, como na execução dos músicos.
Gustavo Anunciação Lenza | Roberto Luis Pertsew | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Luis Alberto Braga Rodrigues | Reginaldo Manuel Soares de Faria | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Apesar de todo o talento de Christian Älvestam, que conseguia transitar entre os mais variados tipos de vocalizações, Roberth ‘Robban’ Karlsson e Lars Palmqvist não ficam atrás, e realizam um trabalho especular neste CD.
E a qualidade das novas composições é tamanha que nos faz até relevar uma pequena diminuição no peso do som da banda.
O grande destaque do álbum é a abertura com a maravilhosa "The Anomaly", que consegue alinhar com perfeição todos os elementos que caracterizam o som da banda: passagens ultra pesadas, com vocais guturais, e outras mais acessíveis, com melodias incríveis e uma linha vocal de fazer cair o queixo. Alias, o refrão desta música é daqueles que grudam na cabeça instantaneamente. Sem dúvida uma das melhores canções da história da banda.
Além desta, merecem destaque "Extinction Mantra", macabra e repleta de peso e elementos progressivos; "Domination Agenda", mais acessível, e com alguns elementos de Power Metal Melódico; e a variada "Alpha and Omega", que encerra o disco com chave de ouro. A arte gráfica também é belíssima, sendo uma das mais bonitas que a banda já teve. A produção, como sempre, também é excelente, deixando todos os instrumentos na cara, além de muito bem timbrados, tanto nos momentos mais agressivos como nos mais melódicos.
Se o SCAR SYMMETRY já conseguiu elevar seu nome com seus lançamentos anteriores, este "The Unseen Empire" tem tudo para levar a banda a patamares ainda maiores, figurando entre as grandes representantes do estilo, ao lado de CHILDREN OF BODON, IN FLAMES e SOILWORK.
The Unseen Empire – Scar Symmetry
(2011 –Nuclear Blast - Importado)
Formação
Roberth Karlsson – vocais guturais
Jonas Kjellgren - guitarra
Per Nilsson - guitarra
Kenneth Seil - baixo
Henrik Ohlsson - bateria
Lars Palmqvist – vocais limpos
Track List:
01. The Anomaly
02. Iluminoid Dream Sequence
03. Extinction Mantra
04. Seers of the Schaton
05. Domination Agenda
06. Astronomicon
07. Rise of the Reptilian Regime
08. The Draconian Arrival
09. Alpha and Omega
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