Lich King: Thrash metal rápido, pesado e agressivo
Resenha - World Gone Dead - Lich King
Por Junior Frascá
Postado em 07 de julho de 2011
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Esse revival do thrash metal teve duas importantes funções: em primeiro lugar, propiciou o aparecimento de diversas novas bandas, que trouxeram sangue novo ao estilo, aliando elementos "old scholl" com temas mais modernos; em segundo lugar, estimulou as bandas da velha guarda a seguirem em frente, e muitas das que haviam parado a regressarem, com lançamentos cada vez mais inspirados e destruidores (vide os últimos álbuns do KREATOR, OVERKILL, EXODUS, DESTRUCTION, TESTAMENT, MEGADETH, SLAYER, TANKARD, DEATH ANGEL, FORBIDDEN e até do METALLICA).

E os americanos do LICH KING fazem parte dessa nova safra de bandas e, junto com GAMA BOMB, EVILE, HAVOK, MUNICIPAL WASTE e VIOLATOR, seguem na linha de frente dessas novas bandas que vêm injetando um novo gás no estilo.
E não é diferente com seu novo lançamento, este excelente "World Gone Dead", seu terceiro e melhor trabalho até agora.
O som da banda é um thrash metal rápido, pesado e agressivo, com forte influência das bandas da Bay Area, em especial de Exodus e Slayer, aliados a temas mais modernos, que fazem com que seu som seja extremamente agradável e empolgante.
Como toda boa banda de thrash metal, o LICH KING é uma máquina de riffs matadores, que são exarados sem moderação pelos guitarristas Kevin Taylor e Erick Herrera, daqueles feitos para bangear junto durante toda a audição do álbum. Além disso, o baixo extremamente preciso e marcante de Joe Nickerson, aliado à bateria insana de Brian Westbrook, trazem ainda mais peso e técnica ao som do grupo. O vocalista Tom Martin também é bastante competente, lembrando em alguns momentos Rob Dukes do Exodus, mas um pouco mais agudo, mantendo um estilo próprio de cantar/urrar. Os coros também são muito bem encaixados, e remetem direto aos primórdios do estilo.
Apesar de o álbum ser todo muito bom, não há como não mencionar a excelente trinca de início do álbum, com a rápida e agressiva "Act of War", a excelente "ED-209", com seus riffs espetaculares, e a destruidora "A Storm of Swords", além da faixa de encerramento, "Lich King III (World Gone Dead)", a melhor de todas. Destaca-se também o excelente cover para "Agressive Perfector", dos mestres do Slayer.
A capa do trabalho também é bem legal, e remete aos clássicos do estilo, principalmente aos criados pelo mestre Ed Repka.
Enfim, com este álbum o LICH KING mostra todo seu potencial, e tem tudo para se tornar uma das grandes bandas do estilo.
World Gone Dead – Lich King
(2011 – Stormspell Records - Importado)
Track List:
1. Intro
2. Act of War
3. ED-209
4. A Storm of Swords
5. Waste
6. Terror Consumes
7. Grindwheel
8. Behaver
9. Aggressive Perfector (Slayer Cover)
10. Lich King III (World Gone Dead)
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O disco em que Ritchie Blackmore encontrou o Rainbow que queria fazer
Gigantes do rock: 10 rockstars que beiram os 2 metros de altura
As 5 bandas que Slash detonou, incluindo duas onde ele mesmo tocou
O dia que James Hetfield quis saber mais sobre a guitarra do Nightwish
Twisted Sister faz primeiro show com Sebastian Bach nos vocais
5 riffs do metal nacional que valem mais que disco gringo inteiro dos anos 1980
A melhor cantora de metal de todos os tempos, segundo Emppu Vuorinen
A banda que foi um fiasco abrindo para o Van Halen, mas Eddie achava genial
Os 50 melhores riffs de metal e rock de todos os tempos, segundo a Guitar World
Ex-vocalista do Slipknot revela se considera "Mate. Feed. Kill. Repeat." um disco ou demo
Guitarrista do Accept diz que quem sai da banda "geralmente desaparece"
A música de Neil Young que George Harrison detonou: "Não sou fã, odeio sim, não suporto"
O baterista que Phil Collins considerava "tecnicamente muito superior a mim"
Brent Hinds odiava entrevistas, revistas e fumaça de cigarro
Bruce Dickinson alfineta Trump durante show do Iron Maiden no Canadá
As músicas "novas" do Pink Floyd, sem Roger Waters, que para David Gilmour são clássicas
O melhor álbum conceitual da história do metal progressivo, segundo o Loudwire
Pantera: o surreal e constrangedor funeral de Dimebag Darrell

Kinetic Orbital Strike despeja treze bombas punk/crust destruidoras
Ürütaü - Trabalho de estreia, qualidade de veteranos
A Magia Ancestral do Green Lung: O Impacto Monumental de "Woodland Rites"
Resenha - Skylab VI - Cadê Meu… Álbum?
Os 50 anos de "Journey To The Centre of The Earth", de Rick Wakeman
Guns N' Roses: o último grande álbum de rock feito a mão



