Hour of Penance: "Paradogma" é praticamente perfeito
Resenha - Paradogma - Hour of Penance
Por Christiano K.O.D.A.
Postado em 23 de abril de 2011
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
A Hour of Penance, em minha humilde opinião, tornou-se a segunda melhor banda de brutal death metal surgida nos anos 90 (perde somente para o Nile ahah). Os caras definitivamente colocaram a Itália no mapa do som extremo mundial. Ouvi falar da banda quando li uma entrevista com Alex Webster, baixista do Cannibal Corpse, que elogiou demais o trabalho anterior – "The Vile Conception" (2008). E o cara está coberto de razão, já que o álbum é extraordinário. O tempo passou, e em 2010, soltaram essa nova desgraça, "Paradogma". Particularmente achei que não superariam "The Vile Conception", mas para a minha agradabilíssima surpresa, eles o fizeram.

Imagine essas figuras carimbadas como o supracitado Nile, o Hate Eternal ou o Vader, que fazem sua música de um jeito que você sabe que são eles. Pois o Hour of Penance também deixou sua marca particular cravada na cena underground, presenteando os fãs de brutal death metal com um dos melhores álbuns lançados no ano passado. Sem brincadeira, a técnica, precisão, peso e velocidade de todos os instrumentistas é absurda! Isso sem contar a excepcional qualidade da gravação, que deixou as músicas ainda mais impactantes.
A faixa-título, que já abre o trabalho, mostra o quão impressionante é essa banda. Sem exageros, os riffs inspiradíssimos, com a bateria muito apurada, o baixo fazendo seu ótimo trabalho e um vocal espantoso fazem dessa e de todas as músicas de "Paradogma" exemplos de músicas encorpadas, violentas e criativas.
No final das contas, difícil destacar uma música. São todas avassaladoras. E o trabalho ainda conta com uma capa fenomenal que, assim como o nome do álbum, entrega a temática das letras: ódio às crenças, doutrinas e religiões.
Em suma, "Paradogma" é praticamente perfeito, um trabalho que realmente se destaca em um estilo saturado de bandas que tendem a fazer coisas parecidas.
Hour of Penance – Paradogma - Unique Leader Records – Itália - 2010
1. Paradogma 04:07
2. Thousands of Christs 03:14
3. The Woeful Eucharisty 04:18
4. Malevolence of the Righteous 04:13
5. Caged Into Falsehood 04:12
6. Incestuous Dynasty of Worms 02:59
7. Adversary of Bigotry 03:30
8. Incontrovertible Doctrines 03:01
9. Spiritual Ravishment 04:08
10. Apotheosis 03:52
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Angela Gossow rebate Kiko Loureiro: "Triste ler isso de alguém que respeitávamos"
A música sem riff de guitarra nem refrão forte que virou um dos maiores clássicos do rock
Steve Morse revela como Ritchie Blackmore reagiu à sua saída do Deep Purple
Kiko Loureiro mostra que música do Arch Enemy parece com a sua e Michael Amott responde
Alissa White-Gluz reflete sobre ser injustiçada e simbologia do Blue Medusa
Veja a estreia da nova formação do Rush durante o Juno Awards 2026
Jimmy Page disponibiliza demo caseira inédita de clássico do Led Zeppelin
Guns N' Roses estreia músicas novas na abertura da turnê mundial; confira setlist
Gary Holt expõe crise das turnês na Europa e exigência para bandas de abertura
Banda de rock dos anos 70 ganha indenização do Estado brasileiro por ter sido censurada
Lemmy Kilmister exigia que ingressos para shows do Motörhead tivessem preços acessíveis
Gary Holt desmente boato bizarro sobre membros do Exodus: "Não são o Justin Timberlake!"
"IA é o demônio", opina Michael Kiske, vocalista do Helloween
O clássico do Raimundos que deixou o baterista Fred chocado
Os 20 maiores riffs de guitarra da história, segundo o Loudwire
Duff McKagan, do Guns N' Roses, diz que beber e usar drogas não é nada glamouroso
As nove faixas solo dos Beatles - gravadas por um integrante sem os demais
A História do Baixo Elétrico


Auri - A Magia Cinematográfica de "III - Candles & Beginnings"
Orbit Culture carrega orgulhoso a bandeira do metal moderno no bom "Death Above Life"
A todo o mundo, a todos meus amigos: Megadeth se despede com seu autointitulado disco
"Old Lions Still Roar", o único álbum solo de Phil Campbell
Sgt. Peppers: O mais importante disco da história?



