Necropsy Room: Death e Thrash com sede de originalidade
Resenha - Necropsy Room - Necropsy Room
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 16 de junho de 2010
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Que banda excelente...! O Necropsy Room possui como base a cidade de Goiânia (GO) e está na ativa desde 1998, tendo disponibilizado a partir daí as demos "Is That Just" (??), "Vultures Of Strength" (02) e "Bloody Room" (04). Enfim, depois de muito batalhar, no segundo semestre de 2009 chegou a vez do sempre tão aguardado primeiro disco oficial, aqui batizado simplesmente como "Necropsy Room".

Os goianos estrearam de forma respeitosa, pois este disco une as características marcantes do Death e Thrash Metal à sede pela originalidade que move todo verdadeiro artista. E, aliado à inspiração, conta muito a favor o fato de a formação do Necropsy Room se manter estável há uma década (quantos grupos conseguem uma proeza dessas?), culminando em um entrosamento que sempre facilita, seja no momento de compor, seja tocando ao vivo.
A maior qualidade de "Necropsy Room" está na variedade de suas composições. Há uma mistura fundamental de passagens rápidas e lentas, com mudanças muito bem planejadas, encarando inclusive várias e bonitas harmonias. A forma como trabalharam as vocalizações também revela riqueza de boas intenções, encarando guturais, urros, gritos e muito mais. Todas as idéias foram desenvolvidas de forma a proporcionar contrastes e, consequentemente, uma audição realmente dinâmica.
O Heavy Metal extremo é, indiscutivelmente, uma tendência aqui no Brasil, com numerosos seguidores e imitadores. Mas aí está o Necropsy Room com uma música vai além de uma conclusão que seria apenas óbvia. Mesmo com alguns elementos que empurrem sua sonoridade para fora dos limites do que seria convencional – "Love In Peaces" é um bom exemplo – fica a garantia de o conjunto possuir toda integridade inerente ao underground.
Com o apoio do obscuro selo Iscool Records, "Necropsy Room" possui aquele ‘algo mais’ que faz uma importante diferença. Pena que são apenas oito faixas em pouco menos de 30 minutos e, obviamente, fica-se desejando muito mais. Mas sempre existe a possibilidade de se clicar ‘play’ novamente, não é mesmo? Procure conhecer essas feras e, se curtir, divulgue!
Contato:
http://www.myspace.com/necropsyroom
Formação:
Wesley Amorim - voz
Jander Rodrigues - guitarra
Moisés Henrique - guitarra
Murilo Ramos - baixo
Marcelo Garcia - bateria
Necropsy Room - Necropsy Room
(2009 / Iscool Records - nacional)
01. Modus Faciendi
02. Abstinence
03. Death Hall
04. Passive Suicide
05. Love In Peaces
06. Evil Inside
07. Live Corruption
08. Clicking Of Bones
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A canção do Iron Maiden que arrepia Bruce Dickinson; "genial"
Nergal anuncia que o Behemoth suspenderá atividades em 2027
O melhor disco dos anos 80, segundo a Classic Rock
O gigante do jazz que impressionou Angus Young; "um dos maiores músicos de todos os tempos"
Em clima de Copa do Mundo, Angra lança videoclipe da releitura de "Pra Frente Brasil"
Banda venezuelana Van Der Dijs perde todos os integrantes em terremoto
Com Roger Daltrey e Eddie Vedder, Best of Blues and Rock 2026 confirma atrações
Por que Iron Maiden nunca será grande como Metallica, segundo Bruce Dickinson
O álbum do Guns N' Roses que Axl Rose queria superar; "Quero crescer como artista"
Quando Geezer Butler descobriu o tamanho da influência do Black Sabbath
Mike Portnoy - o melhor baterista de todos os tempos, segundo Edu Falaschi
Clássico do Led Zeppelin supera 1 bilhão de plays no Spotify
O músico que James Hetfield diz ser a razão de o Metallica existir
A infância cubana que transformou Dave Lombardo em baterista
Há 40 anos, "Rádio Pirata Ao Vivo" transformava o RPM em um fenômeno sem precedentes
Os 15 melhores álbuns de thrash metal de todos os tempos, segundo o RYM
Tarja Turunen explica por que é difícil morar nos países nórdicos
O melhor vocalista que surgiu nas últimas décadas, segundo Jimmy Page


Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
"MI'RAJ" - quando Edu Falaschi troca a velocidade pela emoção e encerra trilogia com maturidade
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto
Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
RHCP: O monstro saiu da jaula com um de seus melhores trabalhos



