AC/DC: "podem copiar o formato, mas nunca a alma da banda"

Resenha - Black Ice - AC/DC

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Por Luiz Capra, Fonte: Music Radar, Tradução
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Segue abaixo um trecho da primeira resenha do novo álbum do AC/DC, "Black Ice", de autoria de Joe Bosso, e que foi publicada originalmente no Music Radar:

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Oito anos entre dois lançamentos é uma eternidade para bandas de rock. Sente só, os BEATLES criaram toda sua estrondosa obra neste mesmo período e ainda arrumaram um tempinho para fazer alguns filmes, turnês, drogas, o guru Maharishi, Yoko Ono e por aí vai.

De certa maneira, não foi tão duro esperar todo esse tempo por um novo lançamento do AC/DC. E quando eles criam um álbum tão poderoso e consistente como o “Black Ice”, parece que valeu a pena esperar.

Talvez seja porque precisamos do AC/DC agora mais do que nunca. Muitas bandas tentaram copiar o seu formato, mas nenhuma percebeu que não se pode copiar a sua alma. E a alma do AC/DC – um poder sonoro que brota das entranhas e uma absoluta insanidade cômica (como a de um marmanjo que rodopia por aí vestido de colegial, quem iria imaginar uma coisa dessas?) - possui uma alquimia que nenhuma outra banda pode copiar, simplesmente porque o AC/DC inventou a fórmula, e tomou tudo num gole só!

Você se pergunta porque alguns grupos ainda se dão ao trabalho de tentar. Tudo o que eles conseguem é deixa-lo esperando pelo original.

Um novo “Back in Black”?

Chamar o “Black Ice” de o novo “Black in Black” não seria nenhum exagero. Com exceção de uma ou outra escorregada pelo caminho, todas as músicas detonam e te fazem sentir novamente com 16 anos. Power chords correm a sua espinha de alto a baixo, a batera te sacode pela noite afora e cada solo te deixa definitivamente eletrizado. É o tipo de álbum empolgante, que te faz se sentir invencível!

O produtor Brendan O’Brien faz algo notável ao passar despercebido. Sabiamente, ele não impôs suas próprias regras ou características sonoras ao rugido assombroso da banda. Assim como Mutt Lange fez nos clássicos “Highway to Hell” e “Back in Black”, O’Brien permitiu que a parede sonora do AC/DC se despedaçasse toda em cima de você. Mas não se trata de uma pilha de faixas amontoadas. São organizadas e ainda assim, poderosas.

No “Black Ice” você ouve cada golpe dos chimbais de Phill Rudd, cada dedilhada do baixo de Cliff Willims – e as duas guitarras de Angus e Malcolm Young funcionando em sintonia, tal qual pistões envenenados. Clareza e precisão nunca soaram tão deliciosamente cruas. É puro rock’n roll, sem dúvida, mas é um rock artístico também, e não há mal nenhum nisso.

Leia a matéria completa (em inglês) no link abaixo.

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