Legion Of The Damned: poder e fúria

Resenha - Sons Of The Jackal - Legion Of The Damned

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Por Marcelo Kuri
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Nota: 9

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Poder e fúria... sentimentos que emanam deste novo lançamento do Legion Of The Damned.... Os pequenos grandes holandeses lançaram no mercado no começo desse ano de 2007 o poderoso, e já aclamado, “Sons of the Jackal”.
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Apesar de ser uma banda nova (formada em 2005) e possuir relativa pouca experiência (visto que em sua discografia só constam o recente “Malevolent Rapture” de 2006 e este “Son of The Jackal”) o death/trash com raízes oitentistas e pitadas do thrash atual desses holandeses esbanja classe. Digo relativa pouca experiência pois os membros do LOTD já se fazem presentes na cena desde 1989; seus atuais integrantes já tiveram participações em bandas como DEINONYCHUS, BESTIAL SUMMONING, INHUME e OCCULT. Além disso, a banda antes de se chamar Legion Of The Damned já esteve em turnê com nomes como Marduk, Morbid Angel, Krisiun e outras.

O lançamento do maravilhoso debut “Malevolent Rapture” abriu de vez as portas para essa banda, fazendo com ela conseguisse participar de grandes festivais e apresentações em toda a Europa durante o decorrer do ano de 2006. Nesse referido ano, o Legion of The Damned cravou seu nome em festivais de grande porte tais como a presença na Meca do metal, Wacken Open Air, o itinerário No Mercy Festival 2006 (juntamente com os gigantes Cannibal Corpse e os canadenses do Kataklysm), Summerbreeze Open Air e uma mini tour com os titãs do Destruction. Com uma escola dessa o que podemos esperar desse novo álbum?

Uma verdadeira pérola do Trash/Death metal! Esse novo play do LOTD além de figurar como álbum do mês em diversas revistas de renome em toda Europa (assim como a Metalhammer), fez com que a banda recebesse ótimas críticas e elogios das mais diversas naturezas. Toda essa repercussão positiva e um elogio em especial, desferido por uma lenda que atende pelo nome de Mille Petrozza, fez com que a banda conseguisse participar de uma das tours mais destruidoras da última década: Celtic Frost, Kreator, o próprio LOTD e Watain. A tour percorreu toda a Europa e teve ingressos esgotados em diversas datas. Enfim um completo sucesso nas palavras dos próprios headliners da tour: Mille Petrozza do Kreator e Thomas Gabriel Fischer do Celtic Frost.

Alguns de vocês podem então perguntar qual é o segredo do sucesso? Se há alguma receita para se fazer um excelente disco de Trash/Death com certeza o LOTD seguiu os passos a risca nesse “Sons Of The Jackal”. Velocidade? Tem de sobra... riffs inspiradíssimos? A cada segundo... solos cortantes? Afiados como uma lâmina... Blast Beats? Daqueles que te deixam com vontade de sair correndo como um maluco. Além disso pode-se encontrar nesse álbum variações rítmicas, vocais furiosos e outras qualidades que se espera de um bom disco de Metal.

Resumindo, o que você pode esperar ao colocar esse disco em seu som é nada mais nada menos do que destruição sonora, daquelas que não deixam pedra sobre pedra. Fica um pouco complicado destacar alguma faixa, visto a sua consistência e o alto nível das composições. Porém podemos ressaltar a furiosa faixa título (que abre o álbum mostrando as garras do LOTD), "Death is my Master" (ótimo título) que despeja fúria impiedosamente em nossos ouvidos e a última "Diabolist", que fecha a bolacha com chave de ouro.

Enfim um lançamento que não pode faltar na prateleira de nenhum headbanger que se preze. Generalizo pois acredito que até os não muito adeptos ao Trash/Death Metal em geral deviam dar uma chance aos holandeses do LOTD, uma vez que não é a qualquer hora que aparece no mercado uma banda "novata" que dá uma aula dessa de como fazer METAL... Sem rótulos e sem mais comentários. Ouça!!!

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Sobre Marcelo Kuri

Mestre em Ciência e Engenharia de Materiais pela UFSCar, costuma dizer que é engenheiro por opção e headbanger de coração. Sempre gostou de ler revistas, zines, artigos e livros especializados em Heavy Metal e sempre desejou poder escrever um pouco a respeito disso. Foram-se alguns anos até que tivesse plena confiança para redigir um artigo, e sabe que ainda tem muito que aprender. Colecionador assíduo de todo material relacionado ao gênero, é um dos poucos “sobreviventes” de um grupo de amigos fanáticos que cresceram ouvindo Heavy Metal. Já tem consciência que não tem aptidão para tocar nenhum instrumento, mas com o apoio, sempre incondicional, da noiva Marilia, continua a desfrutar cada vez mais intensamente tudo de bom que esse estilo musical pode proporcionar.

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