O álbum "agradável" considerado o pior do Dream Theater, segundo o Loudwire
Por Mateus Ribeiro
Postado em 28 de dezembro de 2025
Ao longo de quatro décadas de carreira, o Dream Theater se consolidou como o maior e mais influente nome do progressive metal. Combinando virtuosismo técnico, composições extensas e uma abordagem sonora que mescla peso e sofisticação, a banda norte-americana ajudou a definir os parâmetros do gênero.
A discografia do grupo reúne álbuns amplamente celebrados pela crítica e pelo público, casos de "Images And Words" (1992), "Metropolis Pt. 2: Scenes From A Memory" (1999) e "Octavarium" (2005). Esses trabalhos se tornaram referências do prog metal e elevaram o nome do Dream Theater a um patamar quase intocável - ao menos para seus numerosos e exigentes fãs.
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No entanto, nem tudo são flores no catálogo do quinteto. Em uma lista publicada pelo site Loudwire, um álbum específico foi apontado como o ponto mais fraco da carreira do Dream Theater, ainda que descrito como "agradável" e dotado de qualidades que antecipariam o futuro da banda.

O disco em questão é "When Dream And Day Unite" (1989), justamente o primeiro trabalho do Dream Theater. De acordo com o texto, trata-se de "uma estreia respeitável que, por acaso, é superada por todos os seus sucessores".
A resenha também menciona a produção considerada "datada" e aponta faixas descritas como premonitórias dentro do contexto da discografia do grupo. Esses exemplos ajudam a explicar por que o álbum, embora historicamente relevante, acaba sendo tratado mais como curiosidade do que como obra essencial.
"Mesmo assim, 'When Dream and Day Unite' é agradável no geral, com muitos vislumbres de como o grupo revolucionaria o gênero três anos depois. Por exemplo, 'A Fortune in Lies' é uma mistura respeitável de hair metal dos anos 80 com a excentricidade complexa à la Rush, e a instrumental 'Ytse Jam', com seu título inteligente, prenuncia faixas superlativas como 'The Dance of Eternity' e 'Panic Attack'."
"When Dream And Day Unite" é o único registro do Dream Theater gravado com o vocalista Charlie Dominici, posteriormente substituído por James LaBrie. A letra da faixa de abertura, "A Fortune in Lies", aborda um tema delicado, conforme detalhado na nota a seguir.
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