Resenha - 667 - Vampires In The Church - St. Madness
Por Ben Ami Scopinho
Postado em 24 de outubro de 2006
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
O curioso St. Madness é um conjunto do Arizona (EUA) que segue a linha teatral do rock pesado, com vários fãs espalhados por aí. Na ativa desde 1999, estes doidões mascarados, sanguinolentos e mordazes estão chegando ao seu quinto álbum de estúdio, "667 - Vampires In The Church", persistindo na mesma peculiaridade de seus registros anteriores, ou seja, não dá para saber o que vem pela frente.

Esta imprevisibilidade ocorre em função do St. Madness executar os mais variados subgêneros do rock´n´roll em seus discos. Uma canção difere da outra, sem o menor escrúpulo. Mesmo assim há certa coesão, pois em sua essência tocam Heavy Metal dos anos 80 com algo de Thrash, mas com alguns ritmos inusitados inseridos pelo álbum. Você pode estar se deliciando com um poderoso Heavy Metal para logo depois entrar algo mais puxado para o punk, ou blues, e por aí vai...
Instrumentalmente, o grande destaque é o trabalho da dupla de guitarristas, que elaboram bases bem interessantes e se intercalam nos solos de forma empolgante. O mentor Prophet segue cantando frequentemente de forma crua e áspera, com algumas mudanças ocasionais - algumas surpreendem, como em "Head", onde lembra muito ao David Lee Roth, ou em seu ótimo desempenho no blues acústico "Covered In Blood Again".
Há inúmeras faixas com grande poder de fogo, mas é impossível deixar de destacar "Arizona", semi-balada explosiva, ríspida e repleta de emoção, além da faixa-título, "Vampires In The Church" (... adivinhe quem são os vampiros?!?...), metal tradicional e dono de grandes solos. E, num disco que atira para tudo quanto é lado, nada melhor do que uma homenagem ao extinto Pantera em "Walk", além do encerramento sabbathico em "Just Say Goodbye".
No final, ou o ouvinte vai ficando cada vez mais indignado ou acaba curtindo mesmo, pois, mesmo sem um direcionamento concreto e executado de maneira bem simples, é inegável que as faixas deste álbum são em sua grande maioria pegajosas e enérgicas, transmitindo aquela sensação do rock clássico e sujo. Um belo trabalho!
Formação:
Prophet - Voz
Altar Boy - Guitarra
DoomMad Marvin - Guitarra
Uno Mosh - Baixo
Dark Soul - Bateria
St. Madness – 667 - Vampires In The Church
(2006 / Nasty Prick Records – importado)
01. Vampires In The Church
02. Speaking In Tongues
03. Arizona
04. Covered In Blood Again
05. Return To Madness
06. Carl The Clown
07. Head
08. Ever After
09. Walk (tributo a Dimebag Darrell)
10. Missing Girl’s Body Found
11. I Cut Myself (The Divinyls ‘I Touch Myself)
12. Expressionless
13. Kill
14. Until Death
15. Just Say Goodbye
Homepage: www.stmadness.com
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O melhor álbum de rock progressivo de cada ano dos anos 1970, segundo a Loudwire
Brasil de fora da tour de despedida do Rhapsody, mas Epica promete "celebração especial"
O hit que Angus Young desprezou e se tornou mais conhecido do que qualquer música do AC/DC
A música esquecida do Led Zeppelin que Robert Plant acha simplesmente "linda"
O melhor disco dos anos 80, segundo a Classic Rock
A música do Korn que Jonathan Davis considera a "pior de todos os tempos"
Rush adia dois shows após Geddy Lee ser diagnosticado com laringite e bronquite
A epifania de George Harrison ao se encontrar com uma lenda do rock
Seis fãs são hospitalizados após show do Angine de Poitrine em Montreal
O disco do Metallica que perdeu para o Iron Maiden em votação de melhor álbum de metal
A música que foi o alicerce do heavy e do rock, segundo Robert Plant
Os guitarristas mais influentes para Jonathan Donais (Anthrax, Shadows Fall)
Gravação inédita de Raul Seixas cantando Rolling Stones é lançada oficialmente
A música de "Load" que não melhorou com o tempo, segundo o Ultimate Classic Rock
Angra anuncia relançamento de "Holy Land" em edição especial remasterizada
A melhor banda que Geddy Lee, vocalista do Rush, já viu ao vivo
Bateristas: Os 30 melhores de todos os tempos


Headhunter DC - Death Metal como arma, identidade e resistência
Black Swan - Quando a experiência se transforma em poder de fogo
Hellacopters acerta (de novo) com seu rock n' roll visceral em "Cream Of The Crap! - Volume 3"
Yes - Seguindo firme e forte em "Aurora"
"Break The Silence" prova que o mainstream precisa do Beyond The Black
"MI'RAJ" - quando Edu Falaschi troca a velocidade pela emoção e encerra trilogia com maturidade
A Lapidação da alma: O triunfo conceitual do Big Big Train em "Woodcut"
HellLight - Reafirmando seu espaço entre os melhores da safra do gênero.
"Betrayed By Obedience", do Infected Cells, é death metal bruto, técnico e direto



