Resenha - Black Utopia - Derek Sherinian

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Por Thiago Sarkis
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Derek Sherinian (Teclados)

Yngwie J. Malmsteen (Guitarra)
Zakk Wylde (Guitarra)
Al Di Meola (Violão)
Steve Lukather (Guitarra)
Tony Franklin (Baixo)
Billy Sheehan (Baixo)
Jerry Goodman (Violino)
Simon Phillips (Bateria)
Brian Tichy (Guitarras adicionais)

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Dê uma olhada no elenco que acompanha Derek Sherinian em seu novo álbum, "Black Utopia", e imagine por si só o que temos para ouvir. Não vale citar nomes, pois todos são espetaculares. Apesar disso, obviamente corríamos o risco de trombar na famosa batalha de egos. Porém, o regente e compositor da obra foi perfeito em sua atuação e o resultado é bombástico.

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O ano está apenas começando, mas a possibilidade de tirarmos "Black Utopia" do topo dos lançamentos de 2003 é quase a mesma de serem revelados nos próximos nove ou oito meses, dois gênios como Pelé ou Michael Jordan atuando em seus dias mais inspirados.

Sherinian conseguiu lançar um álbum solo no qual ele, estrela principal, não ofusca os outros músicos. Na verdade o seu grande mérito está aí, no saber conduzir com maestria o brilho de cada convidado e fazê-los soar como uma banda entrosada, e de técnica e sonoridade de outro planeta.

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Malmsteen é o maior exemplo do que estamos falando. O sueco exibe toda a sua técnica nos solos, contudo soando como a revelação da época do lançamento de "Rising Force" e com arranjos que poucas vezes estiveram à sua disposição. Melodias maravilhosas e riffs de intensidade e peso extraordinários, como podemos conferir bem claramente em "The Sons Of Anu". Nesta mesma música, ainda ouvimos a dinâmica arrepiante de Al Di Meola, o violino do indescritível Jerry Goodman e os baixos de Sheehan e Franklin. Um verdadeiro absurdo num encontro inimaginável!

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A cacetada vem também nas composições com Zakk Wylde. Temas pesadíssimos com os harmônicos poderosos de sempre, como ouvimos em "Nightmare Cinema", no dueto (NÃO duelo) com Yngwie em "Axis Of Evil", e na faixa título.

Com tanta coisa, o ex-tecladista do Dream Theater ainda pensou em momentos mais suaves e harmonias belíssimas, impulsionando o ‘feeling’ e bom gosto de Steve Lukather, o qual vem com intervenções fora de qualquer chance de contestação, especialmente na balada "Sweet Lament" e na versão fantástica para "StarCycle" de Jeff Beck.

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Dava para escrever uma história ao comentar cada passagem deste álbum que tem como congênita a palavra - e toda a potência que esta implica - clássico. Um marco para a música e com certeza, sendo bem enfático, o disco instrumental que os fãs de metal tanto esperaram. De deixar qualquer um com o queixo caído. Realmente INACREDITÁVEL.

Site Oficial – http://www.dereksherinian.com

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Sobre Thiago Sarkis

Thiago Sarkis: Colaborador do Whiplash!, iniciou sua trajetória no Rock ainda novo, convivendo com a explosão da cena nacional. Partiu então para Van Halen, Metallica, Dire Straits, Megadeth. Começou a redigir no próprio Whiplash! e tornou-se, posteriormente, correspondente internacional das revistas RSJ (Índia - foto ao lado), Popular 1 (Espanha), Spark (República Tcheca), PainKiller (China), Rock Hard (Grécia), Rock Express (ex-Iugoslávia), entre outras. Teve seus textos veiculados em 35 países e, no Brasil, escreveu para Comando Rock, Disconnected, [] Zero, Roadie Crew, Valhalla.

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