Resenha - Cold And Terrible - Tiger Cult
Por Ricardo Michelazzo
Postado em 15 de março de 2004
RELEASE OFICIAL
Foram mais de 3 anos de produção, ensaios, gravações, mixagens etc. porém finalmente chega a cena o primeiro álbum de uma banda vista como revelação do metal nacional: TIGER CULT. Lançado pela DIE HARD RECORDS, o primeiro disco da banda, COLD and TERRIBLE, realmente conseguiu esclarecer o motivo da banda que era de fazer as coisas com calma para obter a melhor qualidade sonora.

Com um som basicamente formada pelo bom e velho metal tradicional dos anos 80, com passagens pelo Hard Rock, Death e Trash Metal e acrescentadas de um vocal agressivo e poderoso, a banda traz em 11 faixas o mais puro peso e melodia que rapidamente é absorvida pelos ouvidos. Digo isso com grande convicção, pois é impossível, depois de algumas audições, conseguir esquecer refrões como de Soldiers of the Loud por exemplo.
A banda já não é mais a mesma que gravou o disco que na ocasião era formada por Eric "Capirotto" Picceli (V), Marina Takahashi (G), Renato Armani (G), Vinnie Kuhlmann (B) e Eric Claros (D); que graças às inúmeras e diversas influências, conseguiram trazer uma sonoridade impar, evitando assim que o som da banda fique enjoativo. Algumas músicas como Down the Bastards, Mad Lawer, e Animus Necandi tem guitarras mais velozes; já faixas como I Rule the Highway tem uma levada mais Hard Rock e a faixa Slave to Emptiness já é totalmente voltada para o Death Metal. Na verdade banda passeia dentro dos estilos, porém com a sua identidade. As faixas Wings of Doom, Angry Angel, Slave to Emptiness, Soldiers of the Loud e Animus Necandi são o destaque do disco.
A arte gráfica é assinada pelo até então desconhecido Rafael Takahashi, que mostrou apresentou uma capa maravilhosa assim como todo o encarte.
Com certeza COLD AND TERRIBLE é o início de uma carreira que tem tudo para ser promissora e mostrar que o Brasil não é feito apenas de melódico e death metal. Temos também de dar alguns vários créditos para a DIE HARD RECORDS que, cada vez mais, vem se tornando um nome cada vez mais forte, com lançamentos cada vez mais interessantes e acima de tudo com muita qualidade tanto sonora quanto de divulgação das bandas. Agora é só aguardar, pois em breve veremos toda a energia do TIGER CULT ao vivo, trazendo tudo que o Hadbangers mais querem e procuram: Heavy Metal puro e simples. É HEAVY METAL P##RRA!
Outras resenhas de Cold And Terrible - Tiger Cult
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O rockstar dos anos 1980 que James Hetfield odeia: "Falso e pretensioso, pose de astro"
O melhor cantor do rock nacional dos anos 1980, segundo Sylvinho Blau Blau
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
A música feita na base do "desespero" que se tornou um dos maiores hits do Judas Priest
O maior cantor de todos os tempos, segundo o saudoso Chris Cornell
A voz que Freddie Mercury idolatrava; "Eu queria cantar metade daquilo", admitiu o cantor
"Um baita de um babaca"; o guitarrista com quem Eddie Van Halen odiou trabalhar
A banda punk que Billy Corgan disse ser "maior que os Ramones"
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
Os melhores álbuns de hard rock e heavy metal de 1986, segundo o Ultimate Classic Rock
O melhor disco de thrash metal de cada ano da década de 90, segundo o Loudwire
A música de rock com a melhor introdução de todos os tempos, segundo Dave Grohl
Os guitarristas mais influentes de todos os tempos, segundo Regis Tadeu
Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
O guitarrista americano que sozinho ofuscou todos os britânicos, segundo Carlos Santana
O disco que foi criado em meio ao luto e vendeu mais de 50 milhões de cópias
Ninguém é perfeito: os filhos "bastardos" de pais famosos
A banda de rock nacional que é tão boa que seria encarnação de discípulos de Beethoven


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



