Resenha - ... Of Our Souls - Horresco Referens
Por Drustan
Postado em 14 de outubro de 2004
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Inicialmente, confesso ter sentido uma grande decepção ao começar a rolar este CD - não que o HORRESCO REFERENS seja uma banda ruim, muito pelo contrário, os caras se saem muito bem dentro do que se propõe a fazer, mas após ver as fotos do encarte de "... of our souls" (excelente, por sinal), achei que me depararia com um Death Metal mais grotesco, na linha de bandas como CARCASS (nos primórdios) e CANNIBAL CORPSE, e não com um Death moderno e com uma boa dose de experimentalismos.

Mas, como a função da resenha não é a de expor gostos pessoais, e sim, na medida do possível, avaliar as verdadeiras qualidades e defeitos de uma banda, resolvi ouvi este trabalho com mais calma, e concluí que se trata de um disco que necessita mais de uma audição para que realmente se compreenda a proposta da banda.
Como já é quase uma tradição das bandas francesas, principalmente as de Death Metal, o HORRESCO REFERENS (expressão em Latim que significa algo como "tenho horror em ter que dizê-lo") também procura inovar dentro do estilo e apresenta neste 2º petardo uma verdadeira miscelânea sonora, incorporando ao seu Death vertentes como Thrash, Heavy tradicional, Black e até umas pitadas de Gothic Metal, criando assim um estilo que a própria banda batizou de "Lust Metal".
Com uma temática conceitual, envolvendo todo o mistério de um solitário planeta chamado Ahmanem, as onze faixas de "... of our souls" esbanjam peso, agressividade e muita melodia, contendo pequenas incursões de violinos e vocais femininos, além de uma grande variação dos vocais de Rash, que se intercalam entre guturais, rasgados, limpos e até algumas linhas mais voltadas para o Industrial.
Apesar de toda a variação e ousadia deste trabalho, em momento algum ele soa desconexo ou forçado, mostrando que a banda realmente sabe o que está fazendo; e se o objetivo principal era soar original, realmente eles conseguiram.
Enfim, um trabalho que irá cair no gosto de pessoas que procuram por um Death Metal moderno e inovador.
Faixas:
... of...
Georgeous
Sarx
Purity Of Sex
Last Letter
... our...
Where Sentiments Live
Deceptes
The Rain
Suicide Planet
... souls...
Total time: 57:06
Formação:
Pascal (bass & acoustic bass)
Rash (rhythm guitars & vocals)
David (drums & percussions)
Guillaume (lead guitars & keyboards)
Website: www.horrescoreferens.com.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



O rockstar dos anos 1980 que James Hetfield odeia: "Falso e pretensioso, pose de astro"
Bruce Dickinson grava novo álbum solo em estúdio de Dave Grohl
O melhor cantor do rock nacional dos anos 1980, segundo Sylvinho Blau Blau
As bandas "pesadas" dos anos 80 que James Hetfield não suportava ouvir
Foto junta Slash, Duff e Sharon Osbourne, e puxa o fio do tributo a Ozzy no Grammy 2026
As 40 melhores músicas lançadas em 1986, segundo o Ultimate Classic Rock
Os 15 discos favoritos de Bruce Dickinson, vocalista do Iron Maiden
Richie Sambora acusa Jon Bon Jovi de sabotar sua carreira solo para forçá-lo a voltar
Playlist - Os melhores covers gravados por 11 grandes bandas do thrash metal
As cinco bandas de rock favoritas de Jimi Hendrix; "Esse é o melhor grupo do mundo"
A história de incesto entre mãe e filho que deu origem ao maior sucesso de banda grunge
A última banda de rock nacional que conseguiu influenciar crianças, segundo Jéssica Falchi
Os guitarristas mais influentes de todos os tempos, segundo Regis Tadeu
Para Lars Ulrich, o que tornava o Slayer interessante era seu extremismo
A banda clássica dos anos 60 que Mick Jagger disse que odiava ouvir: "o som me irrita"
Motorhead: os 22 álbuns da banda, do pior para o melhor
Ave, Satan!: As dez melhores músicas sobre o Inferno
A frase esotérica deturpada por Raul Seixas que ele fez todo mundo cantar


O fim de uma era? Insanidade e fogo nos olhos no último disparo do Megadeth
Alter Bridge, um novo recomeço no novo álbum autointitulado
Com "Brotherhood", o FM escreveu um novo capítulo do AOR
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



