Novos clássicos de bandas antigas - AC/DC no século XXI
Por Rogerio Hamam
Postado em 10 de janeiro de 2022
Já não é novidade que algumas bandas que fizeram a história do rock terem o entendimento que não é mais válido lançar álbuns novos, já que os fãs compram ingressos de shows para ouvir as músicas de sempre. Será mesmo?
Tudo indica que não é esse o pensamento do Ac/Dc, que lançou nas últimas duas décadas, três álbuns de inéditas: Black Ice (2008), Rock Or Bust (2014) e Power Up (2020), além de um registro ao vivo na Argentina, Live At River Plate em 2012.

E não faltaram problemas para desencorajar a banda! A perda de audição do vocalista Brian Johnson que o afastou do grupo, a demência e a triste morte do guitarrista Malcolm Young, saída temporária do Cliff Williams, além da prisão do baterista Phil Rudd. E não é que os australianos continuaram demonstrando que ainda tem muita lenha pra queimar? O que podemos extrair de melhor desses álbuns?
Vamos lá, direto ao ponto, para as cinco músicas mais marcantes e que devem ou deveriam integrar o setlist da banda, em definitivo.
5) Shot In The Dark (2020)
Para quem está perguntando como pode uma música tão recente estar numa lista de novos clássicos, já seria justa a indicação pela capacidade de superação da banda em ainda lançar boas composições depois de tantos problemas. Você pode até procurar alguma composição similar na discografia, mas dificilmente irá encontrar. E a música é realmente muito boa, sem ser espetacular, mas faz com que o ouvinte tenha vontade de repetir várias vezes para curtir a audição com mais intensidade.

4) Anything Goes (2008)
Essa música ganha destaque pela bela melodia de voz de um inspirado Brian Johnson, que supera os fortes riffs de guitarra que geralmente marcam as composições da banda. Para quem está acostumado com mais do mesmo do Ac/Dc, "Anything Goes" quase foge a essa regra. Quase.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | 3) Rock Or Bust (2014)
A faixa título do álbum tem um riff de abertura que faria qualquer iniciante no mundo do rock identificar a banda logo de cara e ainda, inclui um refrão forte e grudento feito para ser cantado em arenas lotadas com milhares de fãs da banda. Precisa mais do que isso? Talvez um solo de guitarra curto e marcante . . . Tem também! Aliás, o solo é dividido em duas partes para ficarem ainda mais curtos e mais marcantes.

2) Play Ball (2014)
Uma composição tão intensa que tira o ouvinte da cadeira e também pode até ser considerada dançante. Seu refrão crescente e cativante que faz ponte com um "solo riff" de Angus Young, repetido apenas 3 vezes em uma música que não atinge 3 minutos, ajuda a entender o motivo de usar "play play play ... ball"
1) Rock N Roll Train (2008)
Muito fácil colocar Rock N Roll Train como um "novo clássico" do Ac/Dc, até porque, foi uma aceitação instantânea dos fãs, mesmo daqueles que não conhecem assim, tão bem a banda. Se isso for realmente possível. Ainda está com dúvidas? É só conferir a empolgação da plateia na abertura do álbum Live At River Plate.


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