Grunge: o top cinco dos membros substitutos

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Por Brunelson T., Fonte: Rock in The Head
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É bastante incomum uma banda manter a sua formação original ao longo de toda a sua carreira. Para cada U2, há 20 bandas que tocam as suas carreiras musicais com os seus membros em constante mudança. Brigas internas, diferenças criativas e as armadilhas do sucesso, são apenas algumas das razões para que uma banda venha a quebrar. Às vezes, a química não fecha e às vezes, membros de uma banda não conseguem se entender quando estão no auge - sendo que uma mudança deve ser feita.

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Algumas bandas fazem uma interrupção por causa de algum membro e continuam depois, como se nada tivesse acontecido. Outras mudam os seus membros com mais frequência. Às vezes, pessoas que acabam entrando numa banda são vistas exatamente assim: como um simples substituto. Outras vezes, os substitutos acreditam falhamente que são membros “conhecedores” dos seus instrumentos na história da banda... Mas, sem dúvida, o melhor resultado é quando um novo membro entra e não apenas se encaixa, mas faz um belo eclipse ao seu antecessor.

Seja qual for a razão para a mudança, elas estão constantemente acontecendo. A soma de uma banda deve ser maior do que os seus membros individuais, mas ter a coleção correta de pessoas no seu grupo, pode fazer uma grande diferença no futuro.

Portanto, segue o TOP 05 do grunge referente aos membros substitutos:

5) Ben Shepherd – baixista do SOUNDGARDEN

O SOUNDGARDEN lançou os 02 primeiros álbuns de estúdio com o seu baixista original, Hiro Yamamoto. Depois de um tempo, a banda lançou o seu 3º disco, “Badmotorfinger” (1991), com o seu novo baixista, Ben Shepherd. Um baixista forte, bem como um compositor único, Shepherd criou as músicas "Half" (aqui ele canta também) e “Head Down", sendo que ele conseguiu deixa-las num lugar especial no coração de muitos fãs da banda. Quando o grupo retornou em 2010 - após uma separação de 13 anos - Shepherd voltou a bordo, e junto com os seus companheiros rejuvenescidos no grunge, o SOUNDGARDEN lançou o fantástico álbum, “King Animal” (6º disco, 2012).

4) William Duvall – vocalista/guitarrista do ALICE IN CHAINS

Substituir um vocalista nunca é fácil. É consideravelmente mais difícil ainda quando se trata de uma voz que era tão sinônima a um estilo de música e tão cativante como Layne Staley. A morte trágica do frontman do ALICE IN CHAINS em 2002, deixou um vazio em muitos. Quando a banda se reuniu em 2005 com William Duvall nos vocais, a banda não apenas honrou a memória de Staley, mas construiu com êxito o histórico legado da banda. Tendo gravado 02 álbuns de estúdio com o grupo (“Black Gives Way to Blue”, 6º registro, 2009 & “The Devil Put Dinosaurs Here”, 7º registro, 2013), Duvall tem sido bem sucedido em forjar a sua própria identidade dentro da banda, bem como provar sendo um substituto adequado para o seu falecido antecessor.

3) Matt Cameron - baterista do PEARL JAM

O que a maior banda de Seattle em atividade fez, quando precisou brecar a sua porta giratória de bateristas? Que tal recrutar o baterista de outra das melhores bandas de Seattle? Foi exatamente isso que o PEARL JAM fez em 1998. Para substituir Jack Irons - o 4º baterista a passar pela banda - eles recrutaram Matt Cameron, do SOUNDGARDEN. Cameron provou ser um ajuste natural ao PEARL JAM. Como baterista e compositor, Cameron já gravou 05 álbuns de estúdio com os rockeiros anti-rockstars de Seattle - ao longo de quase 02 décadas acompanhando a banda.

2) Taylor Hawkins – baterista do FOO FIGHTERS

Taylor Hawkins entrou para o FOO FIGHTERS no final da gravação do 2º álbum de estúdio, “The Color and The Shape” (1997). Ser um baterista na banda de Dave Grohl não é como uma tranquila caminhada pelo parque. Basta perguntar ao homem que Hawkins substituiu - o 1º baterista da banda, William Goldsmith. No entanto, a partir do 3º disco, “There is Nothing Left to Lose” (1999), Hawkins afirmou-se não como um baterista de potência, mas como um dos líderes de uma das maiores bandas do grunge e do rock alternativo. Entre os engraçados primeiros vídeo clipes do FOO FIGHTERS - que já mostrava a inclinação de Hawkins em “descascar” a bateria - você não poderia ter pedido um melhor baterista para entrar nessa banda.

1) Dave Grohl – baterista do NIRVANA

O NIRVANA lançou o seu 1º álbum de estúdio, “Bleach”, em 1989. Dave Grohl não foi o baterista nesse álbum, sendo que essa honra foi para Chad Channing (4º batera do grupo). Mas Grohl estava no conselho titular para o álbum que definiu o gênero em 1991, o 2º disco, “Nevermind”. Sem dúvida, um dos maiores álbuns da história do rock, onde a banda foi lançada na estratosfera do rock’n roll. O grupo só lançou mais 02 álbuns com Dave Grohl na bateria, sendo que na coletânea inédita de raridades, “Incesticide” (3º registro, 1992), ele toca em algumas músicas somente – mas o seu legado na banda foi nitidamente solidificado. Grohl ainda continuou a sua proeza de baterista nos 02 primeiros álbuns do FOO FIGHTERS e em 02 discos do QUEENS OF THE STONE AGE, mas foi com o NIRVANA que ele sem dúvida nenhuma será lembrado como um marco na bateria.

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