Reunião: cinco retornos inesperados no rock/metal em 2016

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Por Igor Miranda
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2016 foi um ano de retornos inusitados. A volta de Slash e Duff McKagan ao Guns N' Roses é a que vem mais fácil em mente, entretanto, outros "flashbacks" marcantes rolaram neste ano.

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Guns N' Roses (Slash e Duff McKagan)

O Guns N' Roses é um caso a parte na lista, porque não foi a banda que voltou, mas, sim, dois integrantes importantes: Slash e Duff McKagan. Os músicos voltaram a seus postos após duas décadas fora.

O retorno parecia impossível, visto que Axl Rose sempre se mostrou irredutível à volta dos músicos em questão. Duff McKagan chegou a se apresentar com o grupo em datas selecionadas, seja como convidado ou em substituição a Tommy Stinson. Mas o caso de Slash não parecia solucionável.

O grupo, completo por Dizzy Reed e Melissa Reese (teclados), Richard Fortus (guitarra) e Frank Ferrer (bateria), girou o mundo pela "Not In This Lifetime Tour". Em 2017, repetirão a dose.

Misfits (Glenn Danzig e Doyle Wolfgang von Frankenstein)

Outro caso de uma banda que estava em atividade, mas sem tantos holofotes. O destaque ao grupo voltou com o retorno de Glenn Danzig e Doyle Wolfgang von Frankenstein, anunciado neste ano.

Danzig estava fora do Misfits desde 1983. Entretanto, os dois discos que registrou com o grupo, "Walk Among Us" e "Earth A.D./Wolfs Blood", permaneceram lembrados como clássicos do horror punk.

Nessa reunião, eles também contam com Dave Lombardo na bateria e Acey Slade na guitarra rítmica. A ideia é gravar material novo em 2017.

Nitro

Adormecido desde 1993, o Nitro foi uma das bandas de hair metal mais exageradas dos anos 80. E, inesperadamente, voltaram à atividade.

A formação minimalista conta com o vocalista Jim Gillette e o guitarrista Michael Angelo Batio, membros originais, com Chris Adler na bateria. Mais inusitado ainda, visto que Adler se destacou em vertentes mais extremas do metal.

A ideia, segundo os músicos, é lançar um disco de inéditas em 2017, além de cair na estrada.

Rainbow

O retorno do Rainbow foi anunciado em 2015, mas se concretizou em alguns shows selecionados na Europa em 2016. Ritchie Blackmore foi acompanhado de uma formação completamente alternativa, com Ronnie Romero nos vocais, Jens Johansson nos teclados, David Keith no baixo e Bob Nouveau no baixo.

A volta do grupo foi inusitada pelo distanciamento de Ritchie Blackmore do rock. Ele está em um projeto de música celta, o Blackmore's Night, ao lado de sua esposa, Candice Night, desde o fim do Rainbow, em 1997.

No fim das contas, os shows foram feitos e o resultado de um deles foi registrado no DVD "Memories in Rock - Live in Germany". Blackmore gostou tanto que fará mais quatro datas, no Reino Unido, em 2017.

Temple of the Dog

O supergrupo fundado em homenagem a Andrew Wood (Mother Love Bone) retomou, oficialmente, suas atividades. A reunião contou com apenas alguns shows nos Estados Unidos, entretanto, foi o suficiente para causar frisson.

Constantemente, os envolvidos se juntam para tocar músicas do Temple of the Dog, tanto Chris Cornell quanto os membros do Pearl Jam que também integraram o grupo. A diferença é que, desta vez, eles realmente excursionaram sob a alcunha da banda.

Além da turnê, o único disco de inéditas da banda, autointitulado, foi relançado em formato deluxe, com dois CDs e um vinil.

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Post de 23 de dezembro de 2016

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Sobre Igor Miranda

Jornalista formado pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) e apaixonado por rock há mais de uma década. Começou a escrever sobre música em 2007, com o surgimento do saudoso blog Combe do Iommi. Atualmente, é redator-chefe da área editorial do site Cifras e mantém um site próprio (www.IgorMiranda.com.br). Também co-fundou o site Van do Halen, para o qual trabalhou até 2013 – apesar de ainda manter por lá uma coluna semanal, chamada Cabeçote.

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