Pink Floyd: as duas facetas vocais de David Gilmour

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Por Flávio Siqueira
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Há artistas que realmente são como vinho: ficam melhor com o passar do tempo. David Gilmour, por exemplo, mudou muito (muito mesmo) seu vocal. Ouçam, por exemplo, os shows ao vivo da década de 1970 do Pink Floyd disponíveis no YouTube e o Pulse ou o Delicate Sound of Thunder. De urros e gritos na década de 70 a vocais realmente trabalhados nos anos 90. John Harris, o jornalista que escreveu "The Dark Side of the Moon: os bastidores da obra-prima do Pink Floyd" já chamava a atenção para esse detalhe: Breathe tocada ao vivo antes mesmo da gravação do álbum era uma música na qual Gilmour não se dispunha a cantar, mas segundo Harris, gritar.

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Ouçam também uma diferença entre Dogs ao vivo (acima) e em estúdio. A diferença chega a ser gritante. Que fique bem claro que isso não é uma crítica, é apenas uma observação, e pra falar a verdade, o vocal visceral do Gilmour nos shows em meados de 70, a meu ver, eram sinceros e eu acho até "finos e charmosos". No álbum editado em estúdio, ouve-se uma voz melódica, limpa, sem a "rouquidão" dos shows ao vivo. Mas David Gilmour é mestre, por isso não o critico, faço apenas esta observação. Viva o Pink Floyd, viva Gilmour.

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E, por último, comparem estes dois vídeos:

Aqui, em 1974:

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A mesma música tocada 20 anos depois mostrando a evolução vocal do Gilmour:

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Sobre Flávio Siqueira

Nascido e criado em Brasília, aos 14 anos pegou emprestado um "The Best of" do Pink Floyd. O choque foi tão grande que resolveu aprender guitarra somente para executar o solo de "Time". De lá pra cá vem estudando guitarra e apreciando bandas de stoner, grunge e rock progressivo, além de muito blues e algumas coisas de jazz e música erudita. Atualmente toca guitarra numa banda que mescla influências de stoner, grunge e uma pitada de rock psicodélico.

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