"Ultimate Sin", o álbum mais injustiçado de Ozzy Osbourne?

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"Ultimate Sin", o álbum mais injustiçado de Ozzy Osbourne?


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Definição de dicionário: “Injustiçado: aquele que não recebeu justiça”. “Justiça: a virtude de dar a cada um aquilo que é seu ou a faculdade de julgar segundo o direito e melhor consciência”. Diante disso, pode-se entender que é injustiçado todo aquele que não recebeu o valor para o qual é merecedor. Quando o assunto é música, existem várias formas de se desdobrar esses conceitos. É injustiçado um disco bom e que ficou com a fama de ser ruim, assim como também o é aquele que recebeu uma atenção por parte do autor ou de seus fãs menor do que a que realmente deveria ter. Essa classificação cabe até mesmo para um álbum que, mesmo sendo de nível semelhante ou bem próximo de alguns de seus antecessores e/ou sucessores, fica para a história como um trabalho inferior. No entanto, caro leitor, como definir o nível e o merecimento de algo? Esse é o caso que discutiremos aqui...

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1986 foi um dos melhores anos da história do heavy metal. Basta lembrar que algumas das obras mais antológicas do rock pesado datam dessa época. Senão vejamos: “Somewhere In Time”, “Master Of Puppets”, “Reign In Blood” e “Peace Sells...But Who's Buying?”, apenas para citar algumas. Paralelo a isso, o glam rock/hair metal dominava a cena ‘mainstream’ com suas dezenas de bandas extravagantes. É nesse ano que o Sr. John Michael Osbourne resolve voltar com um disco de inéditas, após 3 anos.

Quando falamos de Ozzy, inegavelmente, a primeira coisa que vem à cabeça são seus anos como vocalista do Black Sabbath, banda seminal, uma das precursoras do metal, tida por muitos como a primeira banda verdadeiramente heavy metal que existiu. Um pouco mais adiante, lembramos do Ozzy Osbourne artista solo, que logo em suas primeiras incursões fora de sua antiga banda, já presenteou o mundo com duas grandes obras, “Blizzard Of Ozz” e “Diary Of A Madman”, um tipo de som muito mais acessível que as músicas do velho Sabbath, mais acessível inclusive que boa parte do heavy praticado à época, mas que continuava sendo metal e que agradava. Aqui começa a nossa conversa. Ao se falar sobre a carreira solo do ‘Madman’, todo mundo cita na hora petardos como os acima mencionados, além de outras pauleiras como “Bark At The Moon” e, anos depois, o festejado “No More Tears”. Entretanto, é muito, mas muito difícil você ver alguém citar de cara o álbum que motiva esse texto. Tão somente por isso já achamos motivo para colocá-lo numa seção que trata de discos historicamente subestimados. Só que seria mesmo esse o caso? É dessa discussão que estão todos convidados a participar.

Ao sair do Sabbath, Ozzy encontrou um caminho diferente daquele que trilhara com sua ex-banda. A voz de característica única casou muito bem com o talento incrível e o ‘classicismo’ do jovem guitarrista Randy Rhoads, rendendo nos anos seguintes clássicos como “Crazy Train”, “Mr. Crowley” e “Suicide Solution”. Após a trágica morte de Rhoads, um chocado Ozzy desiste a princípio dos planos de lançar um álbum ao vivo gravado durante a turnê anterior, optando por lançar um ‘live album’ com versões de clássicos do Black Sabbath, o “Speak Of The Devil”, com Brad Gillis na guitarra. No ano seguinte, junta-se à banda um personagem importantíssimo na trajetória de Osbourne e para o qual não se dá toda a importância que lhe é merecida, sobretudo pelos fãs mais recentes: o guitarrista Jake E. Lee. É então lançado o disco “Bark At The Moon”, também adorado pela maioria dos fãs, sobretudo pela faixa-título, embora seja um pouco menos cultuado por alguns devido à ausência de Randy Rhoads e seu estilo mais clássico de compor e tocar.

Depois disso, Ozzy passou por um período de confusões seguidas, culminando com a história de que um jovem havia cometido suicídio incitado pela música “Suicide Solution”, o que rendeu processos contra o vocalista. Após passar por tudo isso, chega-se ao ano de 1986, aquele do começo da matéria, e Ozzy volta à cena com um novo álbum. Mantém Jake E. Lee à frente das guitarras mas substitui o batera Tommy Aldridge por Randy Castillo e Bob Daisley por Philip Soussan, no baixo, além da participação de Mike Moran nos teclados. Após o sucesso dos primeiros discos, havia uma expectativa enorme por mais um grande trabalho, o que não deixava de ser uma pressão sobre a banda. E, com isso, embora o metal passasse por um ótimo momento, como vimos pouco acima, o ‘Madman’ lança um disco e adota uma postura que foi considerada por muita gente como uma guinada rumo ao ‘hair metal’. “The Ultimate Sin”, ainda que com boas composições, passou a ser tido como um álbum medíocre, o famoso ‘meia boca’. A conversa que se ouvia era aquela de que “é, até que é bom sim, mas muito longe dos outros”. Isso, é lógico, por aqueles mais moderados, já que para a ala de fãs mais radicais o álbum era uma porcaria e ponto final. As músicas, vistas por muitos como trazendo todos os clichês do glam rock, além do próprio visual da banda, que passou a adotar aquele tipo de vestimenta espalhafatosa, cheia de adereços, com aqueles penteados famosos que, quem viveu ou já assistiu a algo dessa época, vai se lembrar muito bem de como era, fizeram os narizes dos amantes de metal se torcerem na hora. O disco não foi um fiasco em termos comerciais, como poderia ser esperado, mas ficou conhecido como um escorregão de Osbourne, um ponto mais baixo em sua carreira, além de aquela fase ficar para a história como a sua ‘fase poser’. Agora, depois de toda essa conversa, a pergunta que fica é: mas e esse álbum, como é que ele é?

O que faz “The Ultimate Sin” figurar entre os álbuns injustiçados é justamente o fato de que, considerando-se a sua musicalidade, ele é um disco que deixa pouco ou até mesmo nada a dever aos demais da carreira de Ozzy. Muita gente, ao ler isso, já deve estar se mexendo na cadeira e dizendo “blasfêmia”. Além disso, gosto é algo difícil de discutir, mas o fato é que até mesmo para alguém que não goste desse disco e que não o considere no nível dos seus antecessores ou até de alguns de seus sucessores, o pouco caso e má vontade com que “The Ultimate Sin” é tratado não condizem de forma alguma com o excelente trabalho que nos é entregue com esse disco.

Tudo bem, tudo bem, sempre vai ter aquele que irá dizer que o álbum está no lugar que merece, mas vejamos então. Se julgarmos o que ficou desse disco como clássico mesmo, daqueles que se pede em quase todo show, talvez tenhamos “Shot In The Dark”, que mesmo assim ainda é tida como uma música de grandeza menor em comparação a outras mais famosas. A questão é que “The Ultimate Sin” tem muito mais a oferecer além desta música, fora o fato que talvez seja esse o disco mais homogêneo da carreira de Ozzy, onde todas as músicas têm um nível próximo entre si. O trabalho vocal de Ozzy nesse álbum é personalíssimo. Para alguns, o vocalista parecia cansado em alguns momentos, mas a sua voz se encaixa de maneira excepcional nas músicas, sem querer cantar mais do que dá conta, sem exageros desnecessários, mas também sem a suposta mediocridade que alguns gostam de propalar. E o instrumental desse disco é extraordinário, sobretudo o trabalho de guitarras de Jake E. Lee, extremamente inspirado.

A coisa começa com a faixa-título. A canção é excelente desde sua introdução, com a batida firme da bateria de Castillo e o riff pesado e marcante de Lee, possivelmente o melhor do álbum, além do ótimo solo. Ozzy traz seu vocal tradicional, com uma boa melodia. Um heavy metal de primeira, que poderia figurar facilmente como um dos clássicos da carreira do ‘Madman’. “Secret Loser”, a música seguinte, faz jus à fama do álbum de se render ao glam, pois sua levada instrumental, sua melodia e a própria voz de Ozzy soam dessa forma. No entanto, essa melodia é muito boa, além de a guitarra de Jake E. Lee não deixar dúvidas de que quem está ali tocando é uma banda de metal, recebendo para isso a ajuda do baixo de Philip Soussan, no talo. “Never Know Why” traz mais uma excelente melodia e outra vez a guitarra de Lee chama a atenção, seja nos riffs ou nos solos. A voz de Osbourne soa um pouco mais aguda e o refrão da música é meio estranho para os padrões de Ozzy. Caberia bem em um disco do Twisted Sister. O resultado final é uma boa canção.

“Thank God For The Bomb” é outra mais ao estilo glam mas, assim como em “Secret Loser”, é impressionante como Ozzy consegue dar um toque especial e todo seu até mesmo a músicas com essas características, fazendo-as fugir do clichê. Algo difícil de explicar. Sua performance vocal aqui é uma das melhores no disco e o trabalho de guitarra (mais uma vez) é excepcional, algo que você vai ver escrito no comentário de todas as faixas desse disco. “Never” traz um dos melhores riffs de “The Ultimate Sin” e da história de Jake E. Lee com Ozzy, além de mais um solo muito bem feito. A melodia nessa música é ótima, o vocal de Ozzy soa como o mais clássico Ozzy possível e o trabalho da ‘cozinha’ composta por Soussan e Castillo dispensa maiores comentários, basta ouvir a música. “Lightning Strikes” é a música mais antagônica do disco, pois têm riffs e passagens do mais vigoroso heavy metal, mas sobrepostas por uma melodia vocal alegre demais, além do refrão, que é o momento mais ‘glam rock’ de todo o álbum, para depois voltar para um solo e novamente para um riff absolutamente pesado. Uma canção com altos e baixos.

Na seqüência temos uma obra de arte relegada a um inexplicável segundo plano, tanto por Ozzy quanto pelos seus próprios fãs. “Killer of Giants” é uma das melhores composições da carreira solo do Sr. Osbourne. Dentre as suas músicas que podem ser classificadas como baladas, essa é, sem dúvidas, a mais profunda, a menos melosa e a que melhor faz a transição entre o lamento e a melodia típica das baladas e o peso do heavy metal. A introdução acústica dessa música é uma das mais belas coisas que já apareceram num disco de Ozzy. Existem algumas pessoas que afirmam que ele estragou a música com seu vocal. No entanto, o que se poderia dizer é que sua performance nessa canção é ótima. E Jake E. Lee extravaza toda a sua veia clássica, no melhor estilo Randy Rhoads, não apenas nos momentos calmos da música, mas também em sua parte mais rápida e pesada. Se “The Ultimate Sin” pode ser considerado um disco injustiçado, essa música talvez seja a mais subestimada do álbum, mesmo que a maioria dos fãs de Ozzy diga que gostam da canção. O que dá para escrever sobre a pesada “Fool Like You”, conforme foi dito acima que aconteceria no comentário de todas as faixas, é que traz outro trabalho de guitarras espetacular. Não só a guitarra é espetacular, mas o ‘trampo’ da banda inteira merece aplausos. E, por fim, temos “Shot In The Dark”, a música mais famosa e mais querida de “The Ultimate Sin”, que é tida por muitos como a faixa que salvou esse álbum do esquecimento total. Curiosamente, é a única faixa com participação de Philip Soussan na composição. Uma canção de estruturação simples, belas melodias e que funciona extremamente bem.

No quesito letras, Ozzy traz desde temas mais simplistas e superficiais até críticas políticas. O grande trunfo do vocalista sempre foi o de conseguir passar um tom de humanidade extremo a tudo aquilo que escreve e canta, por mais fantasioso que seja o tema. As letras desse trabalho não são nada que irá mudar o mundo ou a vida das pessoas, mas transmitem sinceridade e, com isso, não depõem contra o disco. A capa do álbum é uma das mais legais de Ozzy, que causou espanto nos conservadores, como de praxe.

O ponto mais baixo desse álbum talvez esteja na sua produção, assinada por Ron Nevison. Nem tanto pelos aspectos técnicos da produção mas pela escolha do caminho a ser seguido. Se as músicas desse álbum tivessem recebido o tratamento de músicas pertencentes a um disco de heavy metal, destacando-se as configurações e as características desse tipo de som, todas as canções poderiam ter soado muito mais poderosas do que o que se observou após finalizado o trabalho. Este, inclusive, é um fator essencial na má acolhida recebida pelo disco. Sobre o vocal de Ozzy, ele entrega aqui uma das performances mais homogêneas de sua carreira solo. Ozzy não tem o alcance vocal ou a técnica de Ian Gillan, Bruce Dickinson ou Ronnie James Dio, mas seu estilo inconfundível, seja pelo timbre de voz, seja pela capacidade absurda de desenvolver boas melodias vocais, seja pelo jeito de cantar as músicas, sempre marcará qualquer coisa para a qual ele emprestar sua voz, ainda que aqueles que pesquisarem mais a fundo a obra e a carreira do 'Príncipe das Trevas' possam encontrar inúmeras histórias e testemunhos de que boa parte das linhas vocais cantadas por ele foram, na verdade, desenvolvidas pelos seus guitarristas

Mike Moran mostrou classe nas vezes em que compareceu nas músicas, assim como Philip Soussan, que também fez bem seu trabalho no baixo. A mão pesada de Randy Castillo, com sua pegada forte e certeira, faz com que se sinta saudades desse grande baterista. Mas quem rouba a cena nesse álbum é mesmo o guitarrista Jake E. Lee. E aqui, cabe retornar ao que foi dito lá no começo. Se você chega para um fã de Ozzy Osbourne e conversa sobre os guitarristas que já tocaram com ele, tirando o Tony Iommi que é de uma outra realidade, todo mundo vai citar Randy Rhoads, tanto pelo trabalho que deixou quanto pelo mito. Os mais jovens vão, na maioria das vezes, citar Zakk Wylde. É nesse momento que cabe uma justa homenagem a Jake E. Lee, guitarrista com participação fundamental na discografia de Ozzy e que não deixa nada a dever em termos de técnica aos outros ‘guitar heroes’ citados, sobretudo a Wylde. De forma alguma se quer aqui desmerecer o trabalho desses outros grandes músicos (Ozzy é um dos caras mais sortudos do metal ou talvez com mais capacidade para reconhecer um guitarrista talentoso), mas, sim, destacar o grande trabalho que Lee sempre fez ao lado do vocalista.

“The Ultimate Sin” veio ao mundo numa época em que discos que acabaram se tornando clássicos eram lançados quase que mensalmente. Não bastasse isso, como era natural e esperado, a pressão por trabalhos cada vez melhores, além de um período sem lançar material inédito, trouxeram a esse álbum uma carga extra de expectativa. Pra piorar, a postura ‘glam’ da banda não ajudou muita coisa em termos históricos, embora possa ter garantido alguns discos a mais em vendas. No entanto, como sempre se insiste aqui, o que qualifica um disco são suas músicas e não o que veio antes ou depois dele, tampouco coisas exteriores à música em si. Não foi muita coisa desse disco que sobreviveu nos shows, o que é lamentável. Dizem que o próprio Ozzy não gosta nem um pouco desse material. O objetivo aqui não é dizer que “The Ultimate Sin” foi o melhor álbum da carreira do cantor, mas também não é nenhum absurdo alguém pensar isso. A questão é que a distância que se percebe entre o tratamento que fãs e o próprio Osbourne dão a esse trabalho em relação a outros não é justificada. Sim, há momentos em que ele lembra mesmo o hard farofa de meados dos anos 80, a própria postura da banda contribui para isso, mas o que estamos analisando aqui é a virtude das canções. Música, que é o que importa, “The Ultimate Sin” tem e da melhor qualidade. Uma qualidade que não está tão distante daquela presente em seus discos mais aclamados.

Este não é o único trabalho de Ozzy Osbourne que recebe mais críticas do que deveria, mas isso é assunto pra outra ocasião. Por hora, você pode concordar ou discordar de tudo o que foi escrito aqui. Apenas não deixe de ouvir de novo esse excelente álbum antes de dar a sua opinião. Talvez você dê razão ao texto acima, talvez você mude a sua opinião ou até mesmo faça com que quem escreveu essa matéria reveja seus conceitos sobre esse trabalho. Até uma próxima oportunidade.

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Sobre Ronaldo Costa

Nascido na capital paulista em meados dos anos 70, teve a sorte de, ainda bem jovem, descobrir por meio de um primo o debut do Iron Maiden. Quando ouviu “Prowler” pela primeira vez, logo entendeu que aquilo passaria a fazer parte de sua vida. Gosta sobretudo dos clássicos, como Maiden, Judas, Sabbath, Purple, Zeppelin, Metallica, AC/DC, Slayer, mas ouve desde um hard bem leve até um bom death metal. Além da paixão pelo metal e pelo rock em geral, também adora cinema e um bom futebol.

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