Em 09/09/2007 | Felipe Andreoli fala sobre influências, projetos e equipamentos

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Felipe Andreoli fala sobre influências, projetos e equipamentos

Por Bass Admin (www.baixista.com.br)

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Em entrevista exclusiva, Felipe Andreoli (ANGRA), fala sobre suas influências, participação no disco de Paul Di´Anno, Equipamentos e também responde as perguntas dos ganhadores da promoção "Pergunte e Ganhe" do site www.baixista.com.br.

A entrevista a seguir foi publicada em março de 2007 no site www.baixista.com.br.

Foto por Lucas De Santis, Santos, 2004
Baixista do Angra desde o álbum Rebirth em 2001 Felipe Andreoli sempre se destacou pela qualidade em execução de suas linhas de baixo extremamente trabalhadas. E com a virtuosidade que o Hevay Metal exige ele manda solos e duelos com os guitarristas durante os shows que complementam o espetáculo de se ver ótimos músicos no palco. Músico de alma desde pequeno, Seus pais ouviam a nata do rock and roll durante seus primeiros anos de vida influenciando a formação musical que viria a seguir.

Sabemos que Rock/Metal tem o humor e zueira sempre lado a lado. Recentemente o criador do personagem Rocko Loko (Marcio Baraldi) publicou algumas tiras que tinham você como personagem também, inclusive brincando com o fato de você ter várias bandas e projetos... como é se ver num quadrinho e o que você acha disso?

Felipe Andreoli: Acho muito legal esse tipo de coisa que foge um pouco da seriedade que geralmente envolve o metal. Ainda mais legal é ser personagem de uma tira do Baraldi, de quem eu sempre fui fã. Eu sou uma pessoa bem-humorada, adoro falar besteira, gosto de programas de humor em geral, então me divirto bastante com essas coisas.

Falando de Baixo. Sabemos que você é endorsado por várias marcas que te apoiam. A D´Alegria inclusive criou um baixo signature Felipe Andreoli. quais as diferenças entre esse instrumento signature e um D´Alegria de linha normal?

Felipe Andreoli: Atualmente estou usando os baixos da Yamaha, de diversos modelos: BBNE2 - (modelo Nathan East) BBNE2 - (modelo Nathan East, fretless) TRB1006 TRB1005 BEX4-c (semi-acústico) SVB-200 (Silent Bass, baixo vertical)

Felipe Andreoli: No caso do meu modelo signature da D'Alegria, não existe nenhuma outra diferença em relação aos outros baixos da linha fora a pintura personalizada e o "inlay" com o logo FA. As madeiras e peças usadas são as mesmas empregadas nos demais baixos de linha normal, que são excelentes.

Em relação a Amplificadores você é endorser da Meteoro, você poderia nos dizer o que acha dos amplis na estrada... que acho, deve ser realmente a "prova de fogo" de qualquer equipamento profissional.

Felipe Andreoli: Eu não sou mais endorser da Meteoro, mas continuo usando as caixas de 8 falantes de 10". O cabeçote que eu estou usando agora é um Mesa M-Pulse 600, que é um dos melhores que já ouvi. A durabilidade é um fator determinante na minha escolha de amplificadores, já que não existe nada pior que ficar na mão na estrada. Por esse motivo sempre levo um kit de backup, e procuro trabalhar com roadies que entendam o mínimo de eletrônica e sejam capazes de fazer reparos básicos quando necessário. Uma tour é muito desgastante para os equipamentos.

A Elixir é uma marca que esta ganhando muito mercado e caindo no gosto dos baixistas brasileiros. Quais as cordas que você usa nos seus instrumentos (tamanhos e modelos)?

Felipe Andreoli: Gosto da linha Nanoweb, que tem uma durabilidade incrível sem perder o brilho. Outra vantagem é que, devido à cobertura que reveste a corda, ela se torna menos áspera e mais agradável de tocar. As medidas geralmente são essas: 0.32 (Dó), 0.45 (Sol), 0.65 (Ré), 0.85 (Lá), 1.05 (Mi), 1.30 (Si). No BEX4 gosto de usar o jogo 0.40 de 4 cordas.

Falando um pouco do Angra, como foi o processo seletivo para você ter sido escolhido como baixista da maior banda de Heavy Metal do Brasil. Existiam outros concorrentes ao cargo? Sabemos que a missão não era fácil e muito menos para qualquer um... já que Luis Mariutti sempre foi um ótimo baixista e de destaque. Como você lida com as composições antigas e as linhas de baixo que foram escritas por ele seguem identicas ou agora tem uma remodelagem a lá Felipe Andreoli?

Felipe Andreoli: O processo foi bem tranqüilo! Um dia recebi uma ligação do Kiko me convidando para ir até a casa dele bater um papo. No dia seguinte fui até lá, e conversamos bastante, depois tocamos um pouco juntos, improvisando sobre uns CDs de playback de Funk que ele tinha. Dois dias depois ele me ligou dizendo que eu estava dentro! Sei que outros baixistas se candidataram ao cargo, mas não os conheço. Foi muito legal ter essa oportunidade de entrar no Angra, que sempre foi uma banda muito importante no estilo em todo o mundo.

Felipe Andreoli: No caso das composições antigas, procuro respeitar as linhas originais, que são muito boas, procurando dar um toque pessoal quando acho que devo. Com o tempo, depois de tocar as músicas muitas vezes, as linhas vão meio que se modificando naturalmente, e de repente eu ouço o disco e percebo que estou tocando um negócio bem diferente do que fazia antes.

Fale pra nós sobre os seus outros projetos, quais as caracteristicas de cada um e o que você gosta neles. Eles funcionam como uma "válvula de escape" no sentido de criatividade, ou seja, você usa para idéias que não encaixam no Angra?

Felipe Andreoli: Sem dúvida é muito benéfico ter projetos onde você possa explorar outros lados da sua musicalidade, e até mesmo tocar com outras pessoas. Sempre é enriquecedor conhecer o ponto de vista de outros músicos e aprender alguma coisa nova com eles.

Felipe Andreoli: No momento estou tocando com o Freakeys, que é um projeto instrumental com o Aquiles e o Fábio do Angra e mais o Eduardo Martinez, do Hangar. É um projeto onde nós podemos extravasar toda a nossa vontade de tocar um monte de notas, e coisas estranhas que não se encaixariam em nenhuma outra banda. Estamos fazendo a tour de divulgação do nosso primeiro disco, auto-intitulado.

Felipe Andreoli: Também tenho o Karma, que é uma banda de metal progressivo na qual já tocava antes de entrar no Angra, e pra qual voltei em 2005 depois de um tempo afastado. É um som bem pesado e trabalhado, com características modernas e ao mesmo tempo um toque do progressivo dos anos 70. O último disco que lançamos foi o "Leave Now!!!" há 18 meses.

Felipe Andreoli: Recentemente passei a tocar também com o Almah, que é o projeto solo do Edu, vocalista do Angra. Estamos dando continuidade à tour de divulgação do disco, que saiu ano passado no Brasil e Japão, e há 3 meses na Europa.

Ainda falando de outros projetos, Como foi gravar o CD "Nomad" com Paul Di'Anno.

Felipe Andreoli: Foi uma experiência muito legal, mas um pouco estranha. Nós fizemos apenas 3 ensaios para gravar, e nem sequer conhecíamos as linhas de voz. No fim o Paul veio e colocou umas linhas bem interessantes,confesso que fiquei surpreso! Depois fizemos uma pequena tour pelo Brasil, que na verdade foi a minha primeira experiência viajando com uma banda maior.

Hoje em dia quais são as suas maiores influências? Pra você qual é o maior "Bass Hero" de todos os tempos?

Felipe Andreoli: Acho difícil citar um só nome como sendo o maior de todos os tempos, até porque não acredito muito nesse tipo de definição. As minhas maiores influências são Jaco Pastorius, Victor Wooten, Billy Sheehan, Michael Manring, John Patitucci, Arthur Maia, Sizão Machado, Alain Caron, Victor Bailey, Marcus Miller, Gary Willia, Stanley Clarke, e muitos outros...

Em 2002 você lançou uma vídeo-aula entitulada "Angra Bass". Tem a intenção de lançar mais algum material de estudo em video-aulas?

Felipe Andreoli: Sem dúvida. Já tenho um roteiro pré-programado, e estou dando muito mais enfoque ao baixo e as técnicas que utilizo do que nas canções em si, como fiz no "Angra Bass". Devo gravar entre este ano e o próximo, e já estou estudando algumas propostas de empresas interessadas em lançar o material.

Sabemos que no underground brasileiro existem diversas bandas que almejam estar no mesmo nível ou próximo do nível de sucesso do Angra, com tours gringas, patrocínio, gravadora e tudo mais. Tem alguma banda underground que você já ouviu e que vê que tem a condição de chegar lá?

Felipe Andreoli: Há várias! Bandas boas existem aos montes no Brasil, o que falta é estrutura para tornar estas bandas mais profissionais, lugares apropriados para tocar, gravar, pessoas especializadas em lançar e divulgar essas bandas, etc. Posso citar como exemplo o Torture Squad, que é uma banda muito boa, e finalmente está alcançando o lugar merecido, mas à custa de muita luta e suor.

Normalmente o primeiro instrumento é muito marcante. Qual foi o seu primeiro baixo? Você acha importante os baixistas iniciantes começarem com instrumentos piores até chegar num baixo de alta qualidade ou é melhor já começar com um de alta qualidade?

Felipe Andreoli: Meu primeiro baixo foi um Dolphin que comprei por US$80,00, e que infelizmente não tenho mais. Depois dele tive alguns outros baixos, e posso dizer que sentia muita diferença na tocabilidade de cada um deles. Sem dúvida um instrumento melhor vai te oferecer melhores condições para desenvolver suas habilidades com mais facilidade. Quando comprei meu primeiro baixo importado, e especialmente numa época em que a indústria nacional ainda não estava tão desenvolvida quanto hoje, senti muito mais facilidade para executar as músicas que já tocava, e mais ainda para aprender coisas mais complicadas. É muito importante ter um instrumento bem regulado, antes de qualquer coisa. Mesmo um instrumento barato, se bem conservado, pode oferecer as condições necessárias para um baixista se desenvolvar sem obstáculos.

Durante as Tours tem algum exercício que você faz de aquecimento antes do show... alguma dica para não "travar"?

Felipe Andreoli: No início eu tentava me aquecer antes dos shows, mas com o tempo fui percebendo que, não importava o quanto eu me aquecesse, sempre travava na primeira música, e demorava umas 3 músicas para começar a me soltar. A partir daí passei a me preocupar menos com isso, e sinceramente não senti nenhuma diferença. É claro que eu não recomendo a ninguém tocar sem aquecer, até por que organismos diferentes podem reagir de maneiras distintas, mas no meu caso não traz nenhum benefício. A única coisa que faço é dar uma repassada mental naquelas partes mais encrencadas do show, e isso me ajuda a entrar mais seguro e errar menos.

Vários baixistas fazem ensaios com a batera para "sincar" nota encima de nota. Como é o esquema de ensaio do Angra? e a composição?

Felipe Andreoli: Houve um tempo em que eu e o Aquiles tocávamos bastante juntos para "colar" o baixo e a bateria, mas depois de tanto tempo tocando juntos, o processo se tornou totalmente intuitivo. Parece que nós já sabemos o que o outro vai tocar! Isso nos permite ter uma coesão muito grande sem muito esforço.

(User viniciusrodinsky) Caro Felipe, Gostaria de saber qual foi a maior dificuldade que você enfrentou na sua vida de músico e se alguma vez você teve vontade de desistir de tudo e se teve, o que o deu forças para continuar?

Felipe Andreoli: A maior dificuldade foi convencer meus pais de que a o que eu realmente queria na vida era ser músico. É natural que os pais fiquem inseguros quando um filho decide se enveredar por um caminho tão difícil, e comigo não foi diferente, mas sempre tive o apoio deles. Demorou um tempo, depois de muita discussão e persistência, até que eu consegui mostrar a eles que eu era capaz de seguir essa profissão, então eles relaxaram um pouco...hehehe

Felipe Andreoli: Acredito que o maior segredo é persistir. Vejo muita gente desistindo no meio do caminho, mas se você realmente quer, pode conseguir.

(User: Roepso) Olá Felipe, na sua vídeo aula você disse que um tempo de adaptação é necessário para se tocar Metal Melódico devido a grande resistência necessária causada pela velocidade que as notas são tocadas, pergunto, você tinha algum treinamento específico para que essa resistência fosse adquirida ou apenas a velha tática do metrônomo em níveis de bpm acelerados?

Felipe Andreoli: Na verdade não tinha nenhuma tática na manga pra facilitar minha vida! Foi bem complicado no início criar essa resistência, e às vezes uma semana sem tocar já me fazia regredir nesse sentido. Também não estudei com metrônomo, ou fiz exercícios específicos para desenvolver resistência, ela veio naturalmente com o tempo, depois de muitos shows, ensaios, gravações, etc.

(User: montanha) Felipe, a sua vida deve ser extremamente corrida, pois você trabalha não somente no Angra como em outros projetos ,leciona e também tem de ter momentos para relaxar. Apresentando este dia-a-dia ,você mantém os treinos e estudos como os restantes das atividades diárias ou você treina só em momentos q acha necessário?

Felipe Andreoli: Sinceramente eu sou bem indisciplinado no que diz respeito a estudos de exercícios. Eu sempre gostei mais de tocar músicas, e aprendê-las de ouvido. E como sempre, eu só pego no baixo quando preciso ou quando tenho vontade, não sou do tipo que faz uma grade com horários de estudos, ou que reserva uma parte do dia para isso, infelizmente. Procuro aproveitar os espaços entre as aulas pra tocar um pouco, e às vezes, em casa, tenho vontade de ficar tocando e compondo. Ultimamente meu foco maior tem sido compor para o meu primeiro disco solo.

(User: tatubass) Felipe, você sendo baixista de uma banda de heavy metal e também influenciado por outros estilos, o que você acha que deve conter em uma boa linha de baixo? Pelo que vi em suas linhas de baixo você sempre pensa no baixo como baixo mesmo, fazendo a sua função não deixando a musica vazia, você sempre crias suas linhas pensando assim ou elas acabam saindo naturalmente desse jeito?

Felipe Andreoli: Você tem razão, minhas linhas partem do princípio de que o baixo deve cumprir seu papel fundamental antes de tudo, e quando possível tento "escapar" e fazer algo diferente. Não sou muito adepto da filosofia de que o baixo deve ter destaque sempre, e que deve ficar fazendo solos e malabarismos o tempo todo. Sou fã do velho e bom groove, do baixo que dá o chão, e mesmo assim consegue chamar a atenção do ouvinte. As coisas mais experimentais eu procuro direcionar para meu projeto solo, ou para bandas como o Freakeys, que permitem linhas mais extravagantes.

(User: Raphael Siqueira) Apesar de você tocar Heavy Metal, eu gostaria de saber quais os baixistas e bandas de outros estilos que te influenciaram, e que você considere importante para ter ajudado na construção da sua identidade musical. Gostaria que citasse os nomes, e por que serviram de influência.

Felipe Andreoli: Todos os baixistas que citei anteriormente deixaram sua marca na minha forma de tocar, de maneiras diferentes. Acho que em cada fase da minha vida de baixista, um deles teve mais destaque, e depois eu descobria o próximo, e acrescentava alguma coisa dele na minha forma de tocar. Ultimamente o meu favorito é o africano Richard Bona, que é uma das pessoas mais musicas que já conheci, sem dúvida um gênio da grandeza de baixistas como Jaco Pastorius e Victor Wooten.

Finalizando, gostaria de agradecer ao Felipe Andreoli e a Elixir pela força que estão dando ao nosso site de dizer que as promoções não param por aqui tem muito mais Elixir pra nós baixistas aqui no Baixista.com.br.

Felipe Andreoli: Valeu a todos os internautas que mandaram perguntas, e muito obrigado por mais este espaço para nós baixistas! Abraços!

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