Avenged Sevenfold em POA: resenha do Rota do Rock

Resenha - Avenged Sevenfold (Casa do Gaúcho, Porto Alegre, 07/04/2011)

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Por Débora Reoly, Fonte: Rota do Rock 666
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A sequência de shows em poucos dias me fez pensar que não teria forças para o show do A7X, pois no mesmo dia em que cheguei em Ijui do show do Iron Maiden em Curitiba, já estava saindo a excursão para o show do A7X em Porto Alegre. E além disso a sequência dos shows já tinha começado no dia 30 de março com o show do Ozzy Osbourne em Porto Alegre. Eu me esforçaria ao máximo para ficar na grade nos três shows (sou baixinha e ainda tenho astigmatismo), show pra mim tem que ser perto do palco. E esta missão seria difícil. Quase impossível, mas depois de ter conseguido ficar na grade no Ozzy Osbourne e no Iron Maiden em Curitiba, no Avenged Sevenfold era a minha missão!

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Já fui a muitos shows nos meus 20 e poucos anos de vida, mas este foi o que mais me surpreendeu no sentido do amor dos fãs pela banda. São tatuagens, bandeiras, cartazes, ursinhos, calcinhas e sutiãs para jogar a eles no palco. Várias demonstrações de afeto e devoção. Na fila do show, os meninos que eram parecidos com algum integrante da banda se davam bem.

A impaciência aumentava a cada hora que passava e começava a anoitecer. O público estava ficando nervoso, o ápice foi quando resolveram fazer uma "guerra de comida", onde voou garrafas pet, bolachas de toda a espécie e até pêras (sim, pêras).

Os portões foram abertos com 20 minutos de atraso (eram 20:20), pude ficar em frente ao microfone do Zack Vengeance, na grade (como o previsto)!

A banda Trill, responsável pela abertura iniciou com a intro, a música tema do filme O "Senhor dos Anéis - As duas Torres". Mas ao entrar no palco foram recebidas com vaias Particularmente gostei do som deles, semelhante a banda Paulistana Glória. Se é emo, eu não sei, sei que gosto do som deles.

A Trill tocou cerca de 40 minutos, tocando apenas músicas do seu repertório próprio. Durante a apresentação, a grade que separa o publico da pista, do palco, cedeu e os seguranças tiveram que reforçar, colocando treliças por baixo do palco, amarrando e com a própria força também. No intervalo, a produção informou que havia pessoas passando mal e que o show só aconteceria se houvesse segurança a todos, muitas pessoas na grade, estavam sendo esmagadas. Com o pedido da produção, as pessoas foram dando mais espaço, a casa distribuiu agua (já que a copa se encontrava no fundo do local, sem acesso para quem estava próximo ao palco).

E derrepente, inicia "Nightmare" e aos poucos, um a um foram entrando no no palco, Arin Ilejay (que está na bateria atualmente), Johnny Christ (Baixo), Synyster Gates e Zack Vengeance (guitarra), por fim, Matt Shadows, iniciando a histeria total. Achei que a grade fosse abrir novamente e que centenas de pessoas cairiam em cima de mim, mas isto não aconteceu, em "Nightmare', portanto não aconteceria mais.

Seguiram com "Critical Acclaim" e "Welcome to the Family". A quantidade de bandeiras que foram jogadas ao palco, durante as três músicas foram expressivas, 2 do Rio Grande do sul, 1 do Brasil, 1 do Grêmio, e outras que não consegui definir.

O show continuou com "Beast And The Harlot", "Buried Alive", "So Far Away" que vi muita gente chorando... "Afterlife" um dos maiores sucessos do A7X até então, foi cantada em coro por todos. Depois veio "God Hate Us", "Bat Country", "Unholy Confessions". Então a banda saiu do palco, mas pouco depois voltaram para o bis com "A Little Piece Of Heaven", música que não estava no set-list da turnê, mas que foi atendida, todos a pediam em coro,"PieceOf Heaven!" muito lindo ver isto. após tocaram a "Fiction" com nova choradeira geral e novas calcinhas sendo arremessadas, uma cheirada pelo Zacky Vengeance. E fecharam com "Save Me".

Set-list:

1-Nightmare
2-Critical Acclaim
3-Welcome to the Family
4-Beast and the Harlot
5-Buried Alive
6-So Far Away
7-Afterlife
8-God Hate Us
9-Bat Country
10-Unholy Confessions

Bis:

11-A Little Piece of Heaven
12-Fiction
13-Save Me

Veja fotos do show no link abaixo.


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Sobre Débora Reoly

Débora Reoly era gaúcha de Ijuí, formada em Pedagogia e Turismo e dona da agência de viagens Rocktour, especializada em excursões a shows na América do Sul. Seu lema era "A vida não é um show de Rock. São vários!". Débora morreu em 2017, de uma doença auto-imune. Facebook: www.facebook.com/debora.reoly.

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