Iron Maiden: Fantasmas e navegadores na melhor música após volta

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Por Felipe Holanda
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Antes de tudo: esse é um texto de um maidenmaníaco.

Desde de 1980 - ano do seu primeiro LP homônimo - até hoje, a Donzela de Ferro carrega legiões de fãs através das quase quatro décadas de carreira. O maior choque cultural da banda ocorreu na saída de Dicksinson, que partiu com justiças rumo à sua carreira solo. Contando com o retorno triunfal em 1999 e a gravação do "Brave New World" em 2001, fizemos uma matéria especial para uma composição clássica,chamada "The ghost of navigator".

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Após um digníssimo Paul Dianno, inventor de Hits antológicos, Paul Bruce Dickinson assumiu o posto de vocalista do Maiden, sem saber (ainda) que se tornaria um ícone do grupo. Se no primeiro show tremeu, não foi as poucos que o ex-Samsom chegou ao topo das paradas do Reino Unido e da América.

Era mais que um timbre perfeito para o estilo que ele e o Iron possuíam. Simplesmente, tudo se encaixou de imediato. Não só com vocais vibrantes, eram composições e uma ideologia musical que precisava para somar à banda algo que seria eterno, intenso, cortante.

Dentre tantas qualidades do maior vocalista influenciador do metal ainda vivo, o que mudou de sua saída categórica, naquele mítico Raising Hell, até o retorno depois do mediano "Virtual XI"?

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O "Brave New World" foi cercado de muita expectativa, e os caras da banda trabalharam duro para compensar. Muitos achariam que seria um álbum paliativo para os fãs, mas veio a surpresa. Neste Long Play, encontramos a melhor música com a junção de três guitarras e as inovações do Maiden à época; resultado: um petardo intitulado "Ghost of the navigator".

De muitas terras à jornada final, a faixa é um das melhores da longínqua história do conjunto bretão. Os donos da obra são Bruce Dickinson (letra), além de Janick Gers e Steve Harris (Música). Existem outras canções clássicas do Iron após o retorno de Bruce, mas essa é capaz de ofuscar qualquer outra.

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"Ghost of the navigator" é uma metáfora sobre a vida. O mar é a vida, a rota para o oeste é a morte, pois é onde o sol se põe. O timoneiro do navio somos nós que viajamos durante a noite, o que representa a escuridão, do desconhecido. Quando o die chega, o sol é encoberto pelas nuvens, mas mesmo assim seguimos adiante.

São seis minutos e cinquenta segundos de boas vibrações. Uma melodia, ao mesmo tempo que complexa, simplificada. Feita para o fã, antigo ou novo. E sinceramente, um coração maidenmaníaco como o meu não consegue pensar em nenhuma outra música que a supere.




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Sobre Felipe Holanda

Futuro jornalista recifense, baixista e apaixonado por heavy metal.

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