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PRB

Shindig Quarterly: entrevista com a JPT Scare Band

Por Otávio Fernandes
Fonte: Shindig
Em 22/05/11

A edição de maio da Shindig Quarterly, publicação britânica especializada em rock psicodélico, traz uma matéria com a lendária JPT SCARE BAND, power trio de hard rock psicodélico formado no início dos anos 70, cuja sonoridade pode ser comparada à de bandas como BLUE CHEER, LEAF HOUND E JOSEFUS.

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A banda, composta por Jeff Littrel (bateria), Paul Grigsby (baixo) e Terry Swope (guitarra), experimentou um renascimento nos anos 90 e 2000, quando suas gravações finalmente deixaram o porão e foram lançadas em vinil e CD pela Monster Records: "Acid Acetate Excursion", "Rape of Titan's Sirens" e "Sleeping Sickness".

Desde então, com o renovado interesse do público e da crítica – a Classic Rock Magazine chegou a nomeá-los como "os pioneiros perdidos do heavy metal" - novos álbuns tem sido lançados, alternando gravações dos anos 70 com músicas novas: "Past is Prologue", "Jamm Vapour" e "Acid Blues is the White Man's Burden".

Ademir Barbosa Silva | Alexandre Faria Abelleira | Andre Sugaroni | André Silva Eleutério | Antonio Fernando Klinke Filho | Bruno Franca Passamani | Caetano Nunes Almeida | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Eduardo Ramos | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cristofer Weber | César Augusto Camazzola | Dalmar Costa V. Soares | Daniel Rodrigo Landmann | Décio Demonti Rosa | Efrem Maranhao Filho | Eric Fernando Rodrigues | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Filipe Matzembacher | Gabriel Fenili | Helênio Prado | Henrique Haag Ribacki | Jesse Silva | José Patrick de Souza | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcelo H G Batista | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Reginaldo Tozatti | Ricardo Cunha | Ricardo Dornas Marins | Sergio Luis Anaga | Sergio Ricardo Correa dos Santos | Tales Dors Ciprandi | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Tom Paes | Vinicius Valter de Lemos | Wendel F. da Silva

Confira a seguir alguns trechos do bate-papo do jornalista Austin Mathews com a JPT SCARE BAND:

Paul, sobre as influências musicais do grupo:

"Os BEATLES, STONES, JOHN MAYALL, BOWIE, ZEP, MAHAVISHNU ORCHESTRA, AIRPLANE. Certamente MOUNTAIN e, mais que definitivamente, CREAM, além de uma porrada de outras coisas. Bem ou mal, nosso lance ainda não soa como qualquer outra coisa de qualquer época. Nós estávamos criando um som de fusão com muita distorção, um groove poderoso, licks insanos, com jams que se somavam e acabavam por soar de um modo coerente."

Terry, sobre o estilo na guitarra:

"Eu estava muito mergulhado em Larry Carlton, Jimi Hendrix e Jeff Beck. "Electric Ladyland" do Jimi e "Blow by Blow" do Beck eram meus dois álbuns favoritos. Seguramente Ritchie Blackmore no "In Rock" e Clapton em "Layla" foram excelentes fontes de inspiração. Um dos favoritos de todos os tempos com certeza é Bill Connors e seus excelentes riffs no álbum da banda RETURN TO FOREVER, "Hymn To The Seventh Galaxy": realmente de pirar a cabeça! E, claro, Allan Holdsworth! Uma das mais importantes fontes foi meu amigo, o também guitarrista Joey Clyne, um músico repleto de soul, aqui de Kansas City. E não me deixe começar a falar de guitarristas de country como Scotty Anderson e Brent Mason. Ah sim, que tal Joe Pass e Pat Martino? Nossa, eu não consigo parar."

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Jeff Littrel, sobre as viagens de ácido:

"Nós colocamos a palavra "scare" na banda por um uma razão. Nós realmente curtíamos entrar num estado psicodélico avançado e o medo freqüentemente nos deixava arrepiados naquelas situações. Pode soar estranho nos dias atuais, mas nós realmente gostávamos de sentir pavor. Semelhantemente à maioria dos jovens, naquela idade provavelmente achávamos que éramos imortais. Eu me recordo que tínhamos essa filosofia de que se você é posto numa situação em que sua vida corre perigo, isso faria o resto de sua vida mais significativo. Fizemos coisas naquela época que sequer sonharíamos em fazer nos dias atuais."

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Paul, sobre as apresentações, a reação do público e as gravadoras:

"Apresentar-se? Nós nos apresentávamos no porão. Podemos ter tocado umas poucas vezes em festas ou quebramos o galho como banda de apoio num bar qualquer. Ninguém pagava pra ver aquela doideira que estávamos fazendo na época".

"Ninguém mostrou qualquer interesse por nós e jamais pensamos em levar nossa música para empresários ou gravadoras. Nós recebíamos, isso sim, umas poucas propostas de algumas garotas bonitas da vizinhança."

A íntegra da matéria (em inglês) pode ser lida no site:

http://content.yudu.com/Library/A1s5l0/ShindigQuarterlyNo2/resources/index.htm?referrerUrl=http%3A%2F%2Fwww.yudu.com%2Fitem%2Fdetails%2F331099%2FShindig--Quarterly-No.2

Como consegui viver de Rock e Heavy Metal

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Sobre Otávio Fernandes

Paulistano, trinta e tantos anos, formado em dramaturgia com especialização em documentário. Burocrata de profissão, já foi um pouco de tudo: de diretor de curta-metragens a barqueiro no rio Amazonas. Particularmente interessado no blues-rock do final dos anos 60 e no hard rock do início dos 70.

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