Man Of Kin: relatos dos primeiros shows no Brasil
Por Renato Maio
Postado em 13 de maio de 2011
Dia 6, a banda inglesa Man Of Kin (MOK) aterrisou no aeroporto internacional de Guarulhos para fazer nove shows no Brasil, parte da turnê mundial "Reality Check Tour". A primeira apresentação, em São Paulo, contou com alguns ingredientes que tinham tudo para transformar música em uma grande zoada. No entanto, nem atrasos nos vôos, nem equipamentos que não chegaram, nem uma experimentação forçada da super metrópole paulistana fizeram o MOK perder o tom.
O local, Ego Club, tinha dois ambientes, muitas bandas e open bar. No andar de baixo rolou muito Thrash/Death metal e, no de cima, basicamente bandas de Thrash e Hardcore. A Man Of Kin subiu ao palco por volta das 3 da manhã e, com instrumentos emprestados, fez um show memorável. Quem estava no andar de baixo subiu, quem sentou, levantou e, mesmo quem estava grávida, entrou na roda pra conferir e sentir o som da banda. Quebradeira geral.
O show termina e o grupo já está de volta à sala de embarque. Desta vez, para Palmas, capital do Tocantins. Chegando à cidade, MOK estava confiante, pois já conhecia o público palmense. Tinham tocado em 2010, e as lembranças eram de um show que superou todas as expectativas – da organização, de quem assistiu, mas, principalmente, da própria banda.
Perto da 1 da manhã, a Man Of Kin soltou os primeiros acordes – com instrumentos emprestados de novo – de um repertório baseado no novo CD, "Reality Check". Começaram com Territory, Russian Roulette, Blame Us, We Walk, Reality Check e Clique, finalizando com Bastards, que é uma regravação do primeiro CD, e Metal Medley, uma mistura perfeita de várias músicas conhecidas do público, que variam desde Slayer, Metallica a Lamb Of God.
O público se juntou à volta do palco, e começou a pancadaria. Show pesado, com direito a vários mosh pits e walls of deaths.
Mais uma vez, o zunido ainda perturbava os ouvidos quando a MOK partia em direção ao aeroporto. Destino: Belém, no Pará.
Lá a coisa não foi diferente. Enquanto ocorriam várias bandas, o grupo sempre teve a atenção do público e de músicos de outras bandas, conversando, trocando idéias e informações.
Man Of Kin subiu ao palco faltando pouco para a meia noite – os instrumentos ainda perdidos em algum lugar entre terras inglesas, oceano Atlântico e solo tupiniquim. Como previsto também, começaram os Mosh Pits e Walls of Deaths. Durante a apresentação da banda, a energia faltou. Alguém, no meio da loucura, tinha pisado e desconectado os cabos de força. Enquanto fazia-se a luz, o baterista Rob Halliday improvisou um solo de bateria: novamente a Man Of Kin garantiu o momento alto da noite.
Nesta semana, a banda descansa na cidade de Teresina, Piauí, onde se prepara para mais uma batelada de shows, agora em São Luiz (13), Teresina (14) e Fortaleza (15).
Confira vídeo da banda ao vivo em Palmas.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Geddy Lee não é fã de metal, mas adora uma banda do gênero; "me lembram o Rush"
Fabio Lione rompe silêncio e fala pela primeira vez sobre motivos da sua saída do Angra
Helloween coloca Porto Alegre na rota da turnê de 40 anos; show antecede data de SP
Shawn "Clown" Crahan fala sobre o próximo álbum do Slipknot: pausa agora, criação em andamento
Jimmy Page celebra 25 anos de show do Iron Maiden no Rock in Rio III
Os baixistas que influenciaram John Myung, do Dream Theater
O polêmico disco nacional que Renato Russo disse ser um dos melhores do rock de todos os tempos
Fabio Laguna quebra silêncio e fala sobre não ter sido convidado pelo Angra para reunião
Como EP de apenas três músicas mudou o rumo do rock dos anos 2000, segundo a Louder
Com problemas de saúde, Mick Box se afasta das atividades do Uriah Heep
Dave Mustaine diz que integrantes reagiram bem ao anúncio do fim do Megadeth
Paul Stanley e Gene Simmons serão induzidos ao Songwriters Hall of Fame
Exibição em homenagem a Ozzy Osbourne supera expectativas e é prorrogada até final de setembro
Filmagem inédita do Pink Floyd em 1977 é publicada online
Regis Tadeu explica por que Roger Waters continua um imbecil
O grave erro cronológico que Raul Seixas cometia para explicar música nos shows
Richard Wright e seu álbum preferido do Pink Floyd; "Eu escuto esse álbum por prazer"
O esporro de Dave Murray que foi fundamental para o Iron Maiden seguir em frente


Namore um cara que goste de Metal
O profundo significado do termo "Alvorada Voraz", cantado por Paulo Ricardo no RPM
O grande hit dos Titãs que fez o grupo tomar uma grande vaia (e ser consolado por Cazuza)
Vegetarianismo: Nomes do Rock e do Metal que não comem carne
Cranberries: A triste história da letra de "Zombie"



