Nirvana: Kurt Cobain não tinha medo de defender os marginalizados
Por Brunelson T.
Fonte: Rock in The Head
Postado em 23 de abril de 2019
Danny Goldberg, empresário do NIRVANA e que acabou de lançar um livro marcando os 25 anos do falecimento de Kurt Cobain, "Serving The Servant", foi entrevistado pelo site The Wrap e falou sobre a aversão de Cobain ao comportamento machista, considerado hostil às mulheres e aos homossexuais.
Seguem alguns trechos dessa matéria:
Conforme Goldberg disse, a ética da inclusão de Cobain foi além de sua música. No livro, o vocalista é retratado como um feminista convicto e alguém que não tinha medo de se defender daqueles que ele achava que eram marginalizados. A proximidade de Cobain com a cena "Riot Grrrl" da cidade de Olympia, Washington, é um exemplo, assim como a participação voluntária da banda na campanha "No on 9" de Oregon, em oposição a uma lei anti-gay e que ajudou a anular o projeto.
Em 1992, esta sensibilidade foi cristalizada em um confronto verbal entre Cobain/Courtney e Axl Rose no MTV Video Music Awards. A briga era claramente demonstrativa do desprezo de Cobain pelo que sentia que Rose representava.
Goldberg falou: "Ele teve uma repulsa pelo comportamento machista que era hostil às mulheres ou aos gays. Isso era parte de quem ele era".
Em uma entrevista para a revista The Advocate em 1992, Cobain contou sobre o encontro nos bastidores com Axl no MTV VMA, chamando Rose de ser "fodidamente machista" e "homofóbico".
Sobre a produção do último álbum de estúdio do NIRVANA, "In Utero" (1993), Goldberg disse sobre as intenções musicais de Kurt com o disco: "Ele estava tentando equilibrar diferentes estilos que eram importantes para ele. Kurt era alguém que frequentemente se encontrava em diferentes mundos musicais fazendo coisas diferentes, e isso fazia parte do sucesso do NIRVANA com o punk e a música mais comercial. Eu acho que ele conseguiu o que queria com Steve Albini produzindo este álbum e respeitou o que ele recebeu de Albini, mas Kurt precisava de coisas que Albini não poderia dar a ele".
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