Lollapalooza Brasil: festival é adiado para setembro de 2021; leia comunicado oficial
Por Igor Miranda
Postado em 04 de setembro de 2020
A organização do Lollapalooza Brasil confirmou que o festival não acontecerá mais em 2020. O evento seria realizado originalmente em abril e foi adiado para dezembro deste ano, mas foi transferido para os dias 10, 11 e 12 de setembro de 2021.
De acordo com comunicado oficial, o Lollapalooza Brasil não ocorrerá em 2020 "seguindo as orientações das autoridades de saúde nacionais". "A gente amaria fazer mais um festival inesquecível nesse ano, mas a segurança dos fãs, artistas, parceiros, equipe e comunidade continua sendo nossa maior prioridade", afirmou.
Ainda segundo a nota, os ingressos adquiridos para o festival em 2020 continuam válidos para as novas datas. Não foi confirmada nenhuma atração do novo line-up, que havia mantido, no evento de dezembro, os headliners Guns N' Roses, Travis Scott e The Strokes.
"Estamos animados para compartilhar um novo line-up e mais informações assim que possível Enquanto isso, continuem se cuidando e cuidando dos próximos. Nos vemos em 2021", conclui o texto.
É importante lembrar que, de acordo com a lei 14.046/2020, sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, a empresa que promove o festival não tem de ressarcir quem desistir de ir ao Lollapalooza em 2021. O texto, que antes era uma Medida Provisória (MP), estipula que em caso de adiamento ou cancelamento de serviços, reservas e eventos pela pandemia, a empresa responsável não é obrigada a reembolsar, em reais, os valores pagos pelo consumidor.
De acordo com a Agência Brasil, nesses casos, devem ser asseguradas a remarcação do serviço cancelado ou a disponibilização de crédito para uso ou abatimento na compra de outros serviços, reservas e eventos.
No caso de remarcação, ela deve ser feita em até 18 meses após o fim do estado de calamidade pública em razão da pandemia da covid-19, previsto para 31 de dezembro, e nos mesmos valores e condições dos serviços originalmente contratados. Já o crédito recebido poderá ser utilizado pelo consumidor no prazo de 12 meses, contado a partir da mesma data. Nesse caso, serão descontados os valores referentes aos serviços de agenciamento e de intermediação já prestados.
As negociações, de acordo com a nova lei e conforme apontado pela Agência Senado, devem ocorrer sem qualquer custo adicional ao consumidor, em qualquer data a partir de 1º de janeiro de 2020, tendo o consumidor até 120 dias para tomar sua decisão a partir da comunicação do adiamento ou cancelamento dos serviços. O mesmo se dará caso falte 30 dias ou menos para o evento adiado ou cancelado, "o que ocorrer primeiro".
O reembolso só ocorre na impossibilidade de remarcação ou disponibilização de crédito. O prestador pode fazer acordo com o cliente para devolver os valores em até 12 meses após o fim do estado de calamidade.
Os artistas, palestrantes ou outros profissionais já contratados para os eventos cancelados não terão obrigação de reembolsar imediatamente os valores dos serviços ou cachês - apenas se não houver remarcação do evento em 12 meses após o fim do estado de calamidade pública. Isso vale inclusive para shows, rodeios, espetáculos musicais e de artes cênicas.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Baixista fala sobre luta do System of a Down por ingressos mais baratos
Eloy Casagrande conta como venceu desconfiança do Slipknot inserindo influências brasileiras
O clássico de 1982 do Iron Maiden que virou régua para medir as outras músicas
Iron Maiden está em seu melhor momento ao vivo, garante Adrian Smith
Nas redes sociais, Blind Guardian relembra apresentação em programa de Ronnie Von
Shows da Nervosa são cancelados por conta da saúde de Prika Amaral
As 5 melhores músicas que começam com bateria, segundo Gastão
O cantor que Axl Rose, Roger Daltrey e Chris Cornell colocam acima de todos
Produtor contesta declaração de Tony Iommi sobre último disco do Black Sabbath
Regis Tadeu detona fãs do Iron Maiden após confusão no Equador; "Estupidez"
O clássico do Pink Floyd com letra ingênua e adolescente, de acordo com Roger Waters
A melhor banda de metal progressivo dos EUA e Inglaterra, segundo a Loudwire
"Um babaca que nem sabe tocar direito": Roger Waters fala sobre James Hetfield
A banda que Brian May gostaria de ter integrado se o Queen nunca tivesse existido
Matt Heafy revela que quase deixou o Trivium no ano passado


Por que o Lollapalooza parece ter "só bandas que você não conhece", segundo o Estadão
Pearl Jam: "O Brasil é a capital mundial do rock'n roll"


