Slayer: Kerry King acha que religião é uma muleta para pessoas fracas
Por Mateus Ribeiro
Postado em 17 de junho de 2021
A banda norte-americana Slayer foi, sem sombra de dúvidas, um dos nomes mais agressivos da história da música pesada. A agressividade apresentada pelo quarteto não se limita apenas aos riffs nervosos e gritos de Tom Araya. As letras das músicas também são violentas e abordam temas pesados, como guerra, morte e obviamente, religião.
Durante a sua longa carreira, que durou quase 40 anos, o Slayer abordou a religião de forma ofensiva, como pode ser comprovado através de alguns clássicos da banda. Músicas como "Evil Has No Boundaries", "The Antichrist", "Hell Awaits", "South Of Heaven", "In The Name Of God" e "Disciple" mostram que o Slayer não ligava muito para o que as pessoas religiosas poderiam pensar ou sentir.
A revista Kerrang publicou em seu site uma matéria, assinada por Ian Winwood, que conta um pouco sobre 20 músicas da banda. Uma das canções que aparecem na matéria citada é "Born Of Fire", penúltima faixa do excelente "Seasons In The Abyss", quinto disco de estúdio da banda, lançado em 1990.
Na época do lançamento do disco, o guitarrista Kerry King fez comentários não apenas sobre a música (escrita por ele e seu parceiro Jeff Hanneman), mas também, sobre as religiões, como é possível ler na matéria citada no parágrafo anterior.
"Meu negócio é me rebelar contra a religião organizada. Esse é o meu principal objetivo, porque pessoalmente acho que [a religião] é uma muleta usada por pessoas muito fracas para sobreviverem sozinhas. Eu sou o tipo de cara que só acredito em algo que vejo. E ninguém pode me mostrar Deus", afirmou o São Tomé das seis cordas.
O Slayer encerrou suas atividades em novembro de 2019, após décadas tocando o terror e assustando as pessoas mais sensíveis. A turnê de despedida passou pelo Brasil, para a felicidade dos headbangers tupiniquins. Leia mais na matéria a seguir.
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