Mike Portnoy comenta os dois álbums ao vivo que o "moldaram como baterista"
Por André Garcia
Postado em 01 de dezembro de 2023
A carreira do baterista Mike Portnoy está longe de se limitar à sua trajetória com o Dream Theater. Mesmo assim, bastaram seus álbuns com a banda para o consagrar como um dos maiores bateristas de metal de sua geração. Quando o assunto é prog metal, não é exagero algum o colocar no topo.
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Ele, que aprendeu a tocar nos anos 80, sempre foi muito influenciado por nomes da década anterior, como Neil Peart. Em 2017, à Classic Rock ele comentou dois álbuns ao vivo que o "moldaram" como baterista: "Live at Leeds" (1970), do The Who, e "The Song Remains the Same" (1976), do Led Zeppelin.
"Os dois álbuns a seguir moldaram meu estilo como baterista. O primeiro foi o 'Live at Leeds' do The Who. Eu já era um grande fã de 'Tommy' [1969], que até hoje é um dos meus álbuns favoritos de todos os tempos , mas em termos de composição e musicalidade, mas não de bateria. Foi 'Live at Leeds' que realmente me mostrou as verdadeiras cores de Keith Moon, e o fato de que ele realmente era (aos meus ouvidos) o ponto central do The Who."
"Nunca tinha ouvido outro baterista tocar com tanta personalidade e carisma antes. Era como se ele estivesse correndo em círculos ao redor daquelas músicas. Você vê filmagens ao vivo do The Who e não consegue tirar os olhos de Keith, mas 'Live at Leeds' mostra o quão incrível era a banda ao vivo. E pessoalmente, eu não consigo tirar meus ouvidos de Keith. Não consigo deixar de ouvir o que ele faz e ficar impressionado."
"Outro baterista daquela época que moldou quem eu sou hoje e mudou minha vida foi John Bonham. [...] 'The Song Remains the Same' é um álbum ao vivo. Acho que os bateristas realmente se destacam e podem ser eles mesmos ao vivo no palco. Quando você ouve 'The Song Remains the Same', ouve o Zeppelin sendo o que os tornou a grande banda que são, [ouve] como cada apresentação era diferente de noite para noite."
"E as versões ao vivo são todas estendidas, eles improvisam, se expandem e experimentam coisas novas. Adoro ouvir John Bonham guiar aquelas jams e improvisações no álbum. Às vezes, ele está liderando, às vezes está seguindo o comando de Jimmy Page ou John Paul Jones. Mas eu simplesmente adoro ouvir eles improvisarem e fazerem jams entre si."
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