O motivo pelo qual o tecladista do Pink Floyd ficou insatisfeito com "The Division Bell"
Por André Garcia
Postado em 13 de janeiro de 2024
Lançado em 1994, "The Division Bell" foi o último álbum de estúdio propriamente dito do Pink Floyd. Entre outras coisas, foi marcado pela liderança criativa de David Gilmour e pelo retorno do tecladista Richard Wright não como apenas um músico de apoio, mas também colaborando como compositor.
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Em entrevista de 1996 para Mark Blake, Wright mostrou frustração com "The Division Bell. O motivo? O álbum não ter sido mais conceitual, como o bom e velho Pink Floyd original durante os anos 70.
"Gosto do disco, mas também foi frustrante. Acho que poderíamos ter avançado mais na direção de fazer um álbum do Floyd das antigas: mais temático, com todas as músicas tendo uma ligação lógica. É algo que acho que muitos fãs da banda gostam."
"Há muitos outros aspectos do disco com os quais fiquei muito feliz, como poder contribuir para a composição. Minha influência pode ser ouvida em faixas como 'Marooned' e 'Cluster One'. Essas foram o tipo de coisa com a qual eu contribuía com o Floyd no passado. Foi bom que elas estivessem sendo usadas novamente."
"Quando gravamos 'The Division Bell', eu fazia parte de todo o processo criativo novamente. Porque estava escrevendo novamente em vez de apenas tocando no material. Mas senti que nem sempre estávamos indo na direção certa. Gostei muito de tocar ao vivo na turnê do 'The Division Bell'.
Com produção de David Gilmour e Bob Ezrin (produtor do "The Wall"), "The Division Bell" vendeu milhões de cópias, chegou ao topo das paradas em diversos países. Sua turnê contou com uma super produção com o clássico telão gigante circular e muitas luzes e efeitos especiais. Tudo isso foi soberbamente registrado no "Pulse" (1995) — originalmente lançado em CD e VHS.
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