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O trabalho tão maluco que o Pink Floyd abandonou no meio, apesar de Waters insistir

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Postado em 06 de maio de 2025

Nem toda banda se encaixa no formato de três minutos com refrão marcante. Algumas precisam de espaço para experimentar, e o Pink Floyd dominou como poucos a construção de álbuns completos. Depois do lançamento de "The Dark Side of the Moon" em 1973, que explodiu em sucesso, o grupo ganhou liberdade total para fazer o que quisesse — e resolveu usá-la de um jeito incomum.

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Foto: Divulgação
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A ideia era criar um disco inteiro sem usar instrumentos convencionais. Nada de guitarra, baixo ou bateria. Apenas sons produzidos com objetos do cotidiano: taças de vinho, elásticos, panelas, garfos, latas de aerossol. O projeto, conhecido como "Household Objects", foi levado a sério por semanas. "Passávamos dias tentando fazer um elástico soar como um baixo", contou o tecladista Richard Wright no documentário Which One's Pink?, conforme relembra a Far Out.

Nick Mason, baterista da banda, explicou no livro "Inside Out" que o grupo nunca chegou a fazer música de verdade. "Todo o tempo que dedicamos ao projeto foi gasto explorando sons não musicais. O máximo que conseguimos foram algumas faixas rítmicas bem incertas." David Gilmour também comentou: "Muito do que saía eram barulhos toscos. Procurávamos algo e não funcionava. No fim, pra mim, foi insatisfatório."

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Apesar da frustração generalizada, Roger Waters continuava acreditando no conceito. Era o único que ainda levava o projeto a sério. Até que Richard Wright o chamou para uma conversa e foi direto: "Roger, isso é uma loucura." A frase marcou o ponto de ruptura. Depois de meses, a banda abandonou a ideia.

A desistência forçou Waters a buscar outro caminho criativo. Foi nesse momento que surgiu o conceito de ausência, tema que já estava presente em sua vida — o distanciamento entre os integrantes da banda, a crise no casamento e a perda de Syd Barrett. Dessa reflexão nasceu "Wish You Were Here", que talvez nunca tivesse existido se o experimento com objetos domésticos tivesse dado certo.

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Sobre Bruce William

Quando Socram chegou no Whiplash.net era tudo mato, JPA lhe entregou uma foice e disse "go ahead!". Usou vários nomes, chegou a hora do "verdadeiro". Nunca teve pretensão de se dizer jornalista, no máximo historiador do rock, já que é formado na área. Continua apaixonado por uma Fuchsbau, que fica mais linda a cada dia que passa ♥. Na foto com a Melody, que já virou estrelinha...
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