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A melhor música de "Let It Be", segundo John Lennon; "ela se sustenta até sem melodia"

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Postado em 24 de outubro de 2025

Quando se falava em "Let It Be", John Lennon não fazia cerimônia para colocar distância. Em 1980, conforme reproduzido na Wikipedia, ele disse que a faixa-título era "coisa do Paul", sem relação com o espírito dos Beatles, a ponto de "poder ser Wings". Era a forma dele marcar que não se via naquele hino de tom quase religioso que encerrou a fase de estúdio da banda.

Só que, dentro do mesmo álbum, Lennon enxergava outra paisagem. Em vez de apostar no coro fácil, ele destacava a canção mais etérea do disco - aquela em que as palavras parecem correr sozinhas, como se fossem poesia antes de serem música. Não é a que dá nome ao LP, nem a mais radiofônica, e tampouco nasceu para levantar estádio.

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Foto: Reprodução
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Falando sobre essa faixa, Lennon disse, de acordo com a Beatles Bible: "É uma das melhores letras que eu já escrevi. Na verdade, pode ser a melhor, não sei. É boa poesia, ou como você quiser chamar - ela se sustenta até sem melodia". Não é um elogio qualquer vindo de quem sempre foi duro com a própria obra.

A pista estava no próprio contraste que fecha o disco: de um lado, a canção direta que virou hit; de outro, um fluxo de imagens e ideias que não pede explicação - exatamente o tipo de escrita que Lennon valorizava. Ali, o que importava era o texto, a cadência das frases e a sensação de algo que se expande "pelo universo".

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No fim das contas, quando perguntado sobre o que havia de melhor em "Let It Be", Lennon não mirou o óbvio. Preferiu a faixa em que podia reconhecer sua assinatura de letrista, a mesma que ele dizia funcionar até lida em voz alta. É a isso que ele se referia ao eleger "Across the Universe" como a melhor do álbum, relata a Far Out.

Essa escolha também ajuda a entender o incômodo com "Let It Be": enquanto a de McCartney soava como fechamento em tom de oração, a de Lennon parecia abrir janelas. Uma encerra; a outra continua. Entre as duas, John deixou claro em qual porta ele entraria - e qual música, para ele, ficava no topo dentro daquele disco.

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Sobre Bruce William

Quando Socram chegou no Whiplash.net era tudo mato, JPA lhe entregou uma foice e disse "go ahead!". Usou vários nomes, chegou a hora do "verdadeiro". Nunca teve pretensão de se dizer jornalista, no máximo historiador do rock, já que é formado na área. Continua apaixonado por uma Fuchsbau, que fica mais linda a cada dia que passa ♥. Na foto com a Melody, que já virou estrelinha...
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