Judas Priest: As 10 melhores músicas segundo o Loudwire

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Por Samuel Coutinho, Fonte: Metal da Ilha
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Assim como foi nas listas das 10 melhores músicas do PANTERA e THIN LIZZY, escolher as 10 melhores músicas do JUDAS PRIEST também exigiu muito sacrifício. Após 43 anos, 30 singles, 16 álbuns de estúdio além de material ao vivo, todos nos quais estiveram em constantemente evolução desde o início da banda, você faria seu cérebro ferver na tentativa de encontrar apenas 10 músicas que ajudaram a moldar o heavy metal. No mínimo, você passaria noites sem dormir ao tentar organizar e reorganizar uma sequência de músicas, aparentemente interminável. No entanto, o pessoal do Loudwire atravessou um abismo psicogênico ao criar uma lista definitiva com as 10 melhores músicas do Judas Priest, confira.

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10. "Turbo Lover" do álbum "Turbo" (1986)

Lançada no álbum da banda de 1986, "Turbo", a faixa "Turbo Lover" apresenta uma dependência de sintetizadores, que consumiu os anos 80, deixando ainda mais pesada e mais respeitada pelos deuses do metal, o Judas Priest. Caracterizando a ligação da banda com motocicletas e acessórios em couro, "Turbo Lover" trouxe a banda de volta ao território do rock 'n' roll que a banda já reforçava antes do lançamento de suas obras prima do heavy metal, "Screaming for Vengeance" (1982) e "Defenders of the Faith" (1984).

09. "You've Got Another Thing Comin'" do álbum "Screaming For Vengeance" (1982)

"You've Got Another Thing Comin'" será sempre uma das faixas mais marcantes da carreira do Judas Priest. Lançada no álbum "Screaming For Vengeance", a canção tem uma abordagem mais simples e mais acessível ao som da banda, com a voz de Rob Halford poderosamente guiando a música, apesar do "Metal God" insistir em usar sua lendária voz em sua capacidade total.

08. "Dreamer Deceiver" do álbum "Sad Wings of Destiny" (1976)

Diminuindo um pouco o rítmo, vamos descer um pouco com "Dreamer Deceiver" do segundo álbum da banda, "Sad Wings of Destiny". A canção é uma das primeiras do Judas Priest, faixas épicas como "Victim of Changes", que também reivindica um lugar na nossa lista das 10 mais do Judas Priest. A versão que está no álbum é grande, mas para compreender completamente a melodia, recomendamos conferir uma das apresentações ao vivo em meados dos anos 70.

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07. "Freewheel Burning" do álbum "Defenders of the Faith" (1984)

Sendo a primeira faixa da obra-prima do Judas Priest de 1984, "Defenders of the Faith", "Freewheel Burning" é uma das faixas com uma das maiores aberturas da história do rock. Halford não brinca com a canção, liberando todo o potencial de sua voz depois dos riff´s de abertura dos guitarristas K.K Downing e Glenn Tipton. "Freewheel Burning" é absolutamente obrigatória para qualquer fã de música, e demonstra perfeitamente o profundo poder que Rob Halford evocava como vocalista.

06. "Victim of Changes" do álbum "Sad Wings of Destiny" (1976)

Algumas das obras mais impressionantes do Judas Priest são executadas de forma mais lenta, com clássicos drives de guitarras. "Victim of Changes", foi lançada em 1976 no álbum "Sad Wings of Destiny", com influência de BLACK SABBATH, extremamente predominante na música. Dos poderosos riffs estilo Tony Iommi, até a surpreendente performance vocal de Rob Halford alá Ozzy Osbourne, "Victim of Changes" é uma poderosa música de heavy metal, por excelência.

05. "Living After Midnight" do álbum "British Steel" (1980)

Uma das canções do Judas Priest para se cantar junto, "Living After Midnight" foi o primeiro single do lendário álbum "British Steel", que foi o primeiro álbum da banda a atingir o ouro nos Estados Unidos. A música já foi regravada por bandas como DISTURBED e L.A GUNS, e por Alice Cooper e Geezer Butler (baixista do Black Sabbath) em um álbum tribudo de 2011 chamado "The Chosen Few".

04. "The Hellion/Electric Eye" do álbum "Screaming For Vengeance" (1982)

Com uma das maiores introduções instrumentais da história do metal e uma das canções mais definitivas do Judas Priest, "The Hellion/Electric Eye" é bem elaborada. Lançada na obra-prima "Screaming For Vengeance", "Electric Eye" trás um título em referência ao romance "1984" de George Orwell, em que o governo totalitário supervisiona as ações de todos os seus cidadãos.

03. "Beyond the Realms of Death" do álbum "Stained Class" (1978)

"Beyond the Realms of Death" representa o ápice do que o Judas Priest foi capaz de realizar como músicos. Lançada como uma das faixas de encerramento do álbum de 1978, "Stained Class", a dupla de guitarra composta por Glenn Tipton e K.K Downing atraíram seus fãs com solos monumentais, que muitos desses fãs consideram ser fundamentais na carreira do Judas. Rob Halford também oferece um belo desempenho vocal, com agudos poderosos, juntamente com uma maneira mais suave de cantar.

02. "Painkiller" do álbum "Painkiller" (1990)

Além daquela sagrada introdução de bateria, "Painkiller" passa por muitas fases em seus seis minutos de duração, mas se mesmo assim você não se surpreendeu apenas com a parte da bateria na abertura, podemos te sugerir uma avaliação psicológica. "Painkiller" não mostra fraqueza já que Rob Halford tem um estilo único de cantar, enquanto o riff principal da música, são como socos na cara do ouvinte. A faixa tem muitas partes em destaque para descrever apenas nesta matéria, como a velocidade das notas de K. K. Downing e seus sweeps que parecem desafiar todas as leis do tempo.

01. "The Sentinel" do álbum "Defenders of the Faith" (1984)

Apesar de "The Sentinel" nunca ter sido lançada como um single oficial, ela sobreviveu ao teste do tempo sendo uma das favoritas dos fãs nas performances ao vivo. "The Sentinel" mostra toda a característica da banda, no rock e no heavy metal, com a inclusão de uma introdução épica, riffs enormes, solos borbulhantes, uma progressão magistral e uma das mais fortes performances de Rob Halford, com o seu vasto vocal. "The Sentinel" é a música perfeita para acender a chama que tem dentro dos fãs. Para nós, isso faz com que "The Sentinel" seja uma faixa obrigatória do Judas Prist.

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Sobre Samuel Coutinho

Nascido no interior de SP no dia 15/12/1986, em uma cidade chamada Ilha Solteira, Samuel Coutinho se entregou ao heavy metal logo na adolescência. Seu forte sempre foi o heavy metal melódico, variando desde o prog-metal até ao power-metal.

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