Peter Criss: autobiografia remove a maquiagem do Kiss
Por Eduardo Tavares
Postado em 11 de julho de 2013
Relato bombástico dos bastidores daquela que era considerada a maior banda de hard rock americana em meados dos anos 70.
Em Makeup to Breakup, Minha vida dentro e fora do KISS, Peter Criss, baterista original da banda, não poupa de sua artilharia pesada produtores, roadies e nem mesmo seus ex-companheiros fundadores do grupo nova-iorquino. Revela, com precisão de detalhes, diálogos e passagens jamais imaginadas pela até então legião de fãs adolescentes do KISS. Por trás da aura fantástica que envolvia a banda diante dos olhos de seus inocentes admiradores, relações conflituosas, pesadas e extremamente tensas faziam parte do dia a dia do grupo. Consumo desenfreado de cocaína, barbitúricos, orgias e reflexões. Por trás das máscaras havia uma banda rachada ao meio por disputa de egos e preconceitos até mesmo com relação à origem dos próprios companheiros de estrada.
Assombrosamente, Peter confessa seu alívio e confirma a retomada de sua vida após se libertar da sua criação, o Catman, que tinha como combustível o vício e se afogava, após cada concerto, em abusos desmedidos. Segundo ele, o Catman era uma identidade que o distanciava cada dia mais de George Peter John Criscuola, um menino de origem simples nascido no Brooklyn que apenas perseguia uma carreira musical descente.
Com uma narrativa quase cinematográfica e progressão dramática, Makeup to Breakup é leitura recomendada para qualquer aficionado por Rock e obrigatória para os fãs do Kiss.
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