Guns N' Roses e Metallica: os problemas e as festas da turnê conjunta
Por Denner Maxwell
Fonte: Livro Metallica - A Biografia
Postado em 13 de setembro de 2015
Em um trecho do sensacional livro "Metallica — A Biografia", que conta a história da maior banda de metal de todos os tempos, Mick Wall (aquele célebre jornalista que não se preocupa em "descer o pau" nos próprios ídolos), dá, com ajuda de depoimentos, uma descrição do comportamento do excêntrico Axl Rose, vocalista do Guns N' Roses.
Tudo começa com o acidente de James Hetfield, que quando executava "Fade to black", machucou o braço esquerdo após uma explosão pirotécnica na hora errada, lhe causando queimaduras de terceiro grau. O Metallica foi forçado a abandonar o show para que James fosse levado às pressas para o hospital.
Então, alguém telefonou para o Guns N’ Roses, pedindo para que começassem seu show mais cedo. De acordo com Slash, todos concordaram e então tiveram de esperar por Axl. Axl não quis saber de ninguém — nem do Metallica, nem do público e nem da própria banda —, e só subiu ao palco três horas depois do horário marcado para o início do show. Para terminar, Axl resolveu ir embora após cantar apenas nove músicas, dizendo que não conseguia ouvir a própria voz.
A atitude desenfreada do cantor promoveu um tumulto na saída do show, onde fãs das duas bandas acabaram feridos ao entrar em confronto com a polícia. "Foi a noite errada para ter problemas com o retorno", disse ironicamente Lars Ulrich. James foi mais direto ao dizer que ficou "muito decepcionado com Axl". E ainda acrescentou que "Houve violência demais, desnecessária, por causa da atitude dele".
Em outro trecho do livro, ex-membros do Guns descrevem as esquisitíssimas festas que Axl promovia após os shows, querendo sempre ser os centro das atenções. "Axl queria impressionar o Metallica e todas as outras pessoas", relembrou Slash. Matt Sorum falou mais: "Gastávamos 100 mil dólares por noite em festas [...] O tema da noite poderia ser 'Grécia', e quatro caras musculosos e besuntados em óleo apareciam carregando um porco assado. Outra festa poderia se basear na década de 1960, e era decorada com lava-lamps, luzes psicodélicas e slogans pintados com spray por todos os cantos dizendo coisas como 'Ácido é legal' e 'Mate os porcos'".
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