AC/DC: música em filme custou meio milhão de dólares

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Por André Dehoul, Fonte: Blabbermouth, Tradução
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Produtores de filmes, seriados e séries para TV reúniram-se com inúmeros supervisores musicais em busca dos filmes mais "musicalmente" emblemáticos na memória cultural recente e os questionaram sobre o quanto de dinheiro gastaram em uma destas faixas para sua inserção em um filme. Thomas Golubic, responsável pelas escolhas musicais de séries como "Breaking Bad" e "The Walking Dead", revelou que o maior negócio que fechou em toda sua história foi pôr "Thunderstruck" do AC/DC no filme "Marcação Cerrada - Varsity Blue" de 1999. O custo: um gigantesco US$ 500.000,00 (quinhentos mil dólares).

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"Eu lembro ter ficado absolutamente horrorizado quando eu ouvi o número", Golubic recorda. "E nós gastamos um bom tempo para chegar ao que acreditávamos ser uma boa proposta, mas não haveria nenhuma negociação sobre isso e eles tinham dinheiro, então pagaram por isso."

O AC/DC tem tido suas músicas incluídas em outros filmes, voltando a 1986 com a realização de "Who Made Who", a trilha sonora do filme de Stephen King "Comboio do Terror - Maximum Overdrive". Em 2010, a banda esteve muito perto de fechar a liberação de um Greatest Hits mais "adequado", com o lançamento da trilha sonora de "Homem de Ferro 2", apresentando 15 músicas divididas quase "meio a meio" entre as eras Bon Scott e Brian Johnson da icônica banda de hard rock.

O AC/DC é famoso pela relutância em licenciar suas músicas para publicidade, embora, na prática, a banda pareça ter amolecido esta postura. Em 2011, o AC/DC permitiu que o riff inicial de " Back In Black" fosse usado em um comercial da Walmart, três anos depois de ter feito com que o disco "Black Ice" fosse disponibilizado para venda nos Estados Unidos, exclusivamente nas lojas Walmart.

"Eles tem uma abordagem purista", disse Steve Barnett (presidente da Columbia Records, uma divisão da Sony Music Entertainment), ao New York Times. (Ele também gerenciou a banda de 1982 a 1994) "Seus instintos sempre os levaram a fazer o melhor para seus fãs, a pensar a longo prazo e a não serem influenciados por recompensas financeiras."




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Sobre André Dehoul

Sou um psicólogo nascido no ano dos álbuns de estreia do Kiss e Rush; no mesmo ano de "Stone Cold Crazy" do álbum "Sheer Heart Attack" do Queen; "I Shot The Sheriff", "Band on the Run" e "You Ain't Seen Nothin'Yet" estão nas rádios. Rock é excência, de Elvis Presley a Little Richard , de Beatles a Sabbath, de T. Rex a Led Zeppelin, de Rush a Pink Floyd. Não sou purista ou "true" segundo os mais novos, apesar de minha preferência pelo hard rock e metal tradicional. Tenho bronca de algumas subdivisões pós modernas do metal (nesse ponto sou purista, prefiro sem gelo). Conheci depois de velho o stoner rock e gostei (o retorno aos setenta sempre é bem vindo). Este sou eu.

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