Flagelo: Composições inspiradas, talento e agressividade
Resenha - Vale de Horrores - Flagelo
Por Ricardo Cunha
Postado em 30 de março de 2020
Nota: 8 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
A BANDA
Fundada em meados do ano de 1995 na cidade de Fortaleza/BRA, a Flagelo é uma veterana da estrada e tem muita história a ser resgatada. A banda surgiu numa época em que o Metal ainda engatinhava na cidade. Nitidamente influenciada pela escola germânica (Sodom, Destruction e Kreator) a banda também incorpora elementos do metal americano (Exodus, Possessed , Death) e brasileiro (sepultura, sarcófago, Holocausto) todos em sua eras antigas. A formação que gravou o disco conta com Elineudo Morais (vocal), André Noronha (guitarra), Anderson Nunes (guitarra), Léo Peixe (baixo) e Pedro Lima (bateria).
O ÁLBUM
O disco tem 10 músicas distribuídas em 39 minutos e podemos dizer que o que aqui se houve é um Thrash Metal "old school" baseado no que as escolas acima citadas têm de melhor. Desde a escolha dos timbres, passando pelo vocal à la Mile Petroza (em menor escala) até o baixo virtuoso de Léo, que em muitos momentos remete ao clássico Individual Thought Patterns, do Death. Em igual proporção, também vem à mente outro clássico do passado, Endless Pain, do Kreator. Mas duas coisas, particularmente chamaram minha atenção: o riff da faixa Necrofilia que em muito se assemelha ao de Shadows Of Hate, do Cerberus (extinta banda de Fortaleza) e o fato de a banda cantar em português, coisa que parecia não fazer muito sentido noutras épocas, mas que agora se mostrar funcional, verdadeiro e – porque não dizer – até um diferencial. A despeito de suas influências, é possível ver que a banda tem identidade e consegue imprimir seu estilo em todas as faixas do álbum. Com composições inspiradas, talento e agressividade, os músicos lançaram um grande álbum que parece não ter recebido a merecida atenção de boa parte dos fãs. Por fim, Vale de Horrores é um álbum feito sob medida para adeptos do metal old school, mas deve agrada r aos fãs da música agressiva de um modo geral.
O QUE TEM DE BOM?
A produção/gravação é boa;
As composições são matadoras;
A duração do disco está na medida certa.
O QUE PODERIA SER MELHOR?
O disco foi produzido com baixo orçamento e mesmo assim, conseguiram um bom resultado. Imagina o que teriam feito com mais grana.
SPOTIFY:
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Atual guitarrista do Deep Purple, Simon McBride posta foto com Ritchie Blackmore
O hit do Metallica em que James Hetfield se revolta sobre como sua mãe morreu
ShamAngra lança performance ao vivo de "Make Believe"
Regis Tadeu explica por que Blackmore voltou ao palco com o Deep Purple após 33 anos
As 4 melhores músicas de 1986, segundo Robert Smith, vocalista do The Cure
"Rebirth", do Angra, é citado em lista de álbuns essenciais do prog metal
O maior vocalista da história, de acordo com a ciência
Foo Fighters se apresentará em Belo Horizonte e São Paulo em fevereiro de 2027
As 5 melhores músicas do Yes de acordo com o guitarrista Steve Howe
A banda que arriscou 60 mil dólares em turnê pelos EUA e voltou para casa com lucro
A música dos Beatles que John Lennon invejava por não ter escrito, conforme Paul, o autor
5 clássicos do rock nacional cujas letras envelheceram mal
Os 10 discos essenciais do nu metal, segundo a Louder
A música de Paul McCartney que causou revolta em um país por causa de seu título
A doença na perna e bacia que transformou Renato Russo em grande poeta, segundo Gutje
Steve Morse diz que alguns membros do Deep Purple ficaram felizes com sua saída
Os hits que Cazuza compôs com esperança: "É minha trilogia de Sarney ao PT no poder"



A Magia Ancestral do Green Lung: O Impacto Monumental de "Woodland Rites"
Resenha - Skylab VI - Cadê Meu… Álbum?
Left To Die, o supergrupo tributo ao seminal Death, lança seu primeiro disco



