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Bangers Open Air

The Mist: Parte #2 - De espantalho a carrasco

Resenha - Hangman Tree - Mist

Por
Postado em 06 de agosto de 2019

Nota: 9 starstarstarstarstarstarstarstarstar

Dando sequências às revisões dos álbuns da banda mineira The Mist, hoje falaremos do disco The Hangman Tree, de 1991. Na Parte #1, Phantasmagoria, falamos dos primeiros dias e da criação de condições para a gravação do disco. Mas neste segundo disco, como veremos, as coisas já foram bem diferentes.

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Neste álbum, o processo criativo ocorreu como uma evolução natural relativamente ao anterior. Se no primeiro disco a imagem da banda era representada por um espantalho, agora ele assumiu a forma de carrasco. A gravação situa-se claramente num meio-termo entre o primeiro e o terceiro disco. Este trabalho está nos estágios iniciais do que hoje chamamos de metal industrial. Apensar de haver sido gravado no início dos anos noventa, é notório o espírito oitentista nele presente – o que, para todos os efeitos, é uma coisa boa. Aqui, a banda conseguiu introduzir mais nuances rítmicas que enriqueceram as harmonias. Há até alguns segmentos de teclado com som de cordas emulados e coros vocais que serviram para criar os climas soturnos. Jairo Guedz assumiu as guitarras nesse álbum e aqui seu estilo em nada lembra o seu passado primitivo com o Sepultura. Em alguns momentos faz coisas mais complexas como entrelaçar notas mais altas que simbolizam suas inclinações progressivas. O disco teve uma boa produção e para este que vos escreve os destaques são: Scarecrow, My Life Is An Eternal Dark Room e, claro, The Hangman Tree (Act One/Epilogue).

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A formação que gravou esse disco era composta por Vladimir Korg (Vocals), Jairo Guedz (Guitars), Marcello Diaz (Bass, backing Vocals), e Christiano Salles (Drums, backing Vocals). O disco foi produzido e mixado por Gauguin e pelos próprios músicos. Algumas curiosidades sobre o disco: 1) a faixa "Falling Into My Inner Abyss" também aparece na Cogumelo Records Compilation (2000), 2) "Toxin Diffusion", que aparece na edição 2017, é um cover para a música da extinta banda Psychic Possessor (BRA).

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