Iron Maiden: Somewhere In Time é futurista, inovador e marcante
Resenha - Somewhere In Time - Iron Maiden
Por Mateus Ribeiro
Postado em 30 de julho de 2019
Nota: 10 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Na metade da década de 1980, tudo ia muito bem com o Iron Maiden. Além da formação estabilizada, o lançamento de ótimos discos e shows sempre lotados colocaram a Donzela no topo do heavy metal. Para manter a hegemonia, em setembro de 1986 a banda lançou mais um trabalho inesquecível, "Somewhere In Time".
Iron Maiden - Mais Novidades
O sucessor do maravilhoso "Powerslave" difere de todos os lançamentos anteriores. É o primeiro álbum do Maiden a contar com sintetizadores, o que tornou a sonoridade polida e um pouco menos pesada. O conteúdo lírico fala sobre a relação do ser humano com o tempo, e como bem indica a maravilhosa capa, o trabalho é um tanto quanto futurista.
Ao se falar do disco, a primeira música que vem na cabeça é a maravilhosa "Wasted Years", que de fato, merece todos os elogios possíveis, já que é uma das músicas mais emblemáticas já escritas pela banda. De longe, figura entre os maiores sucessos do Maiden.
É claro que um álbum tão venerado quanto esse não se resume em uma única música. Outros grandes temas marcaram época e são gigantes até hoje: a linda e viajante faixa de abertura "Caught Somewhere In Time" é empolgante, além de ter um riff inicial que mostra em poucos segundos as mudanças propostas pela banda e um refrão que gruda na cabeça já na primeira audição.
Também merecem destaque "Stranger in a Strange Land", "Sea of Madness" e as épicas "Heaven Can Wait" e "Alexander The Great", todas grandes músicas, que mantém o alto nível de composição. Há espaço até mesmo para uma composição de Dave Murray, "Deja-Vu" (escrita por ele e Steve Harris).
A grande mudança no som da banda já seria digna de elogios apenas pelo fato de mudar, mas além disso, as músicas ficaram extremamente bem feitas, mostrando que o Maiden sabe fazer música boa independente do que tentar fazer.
Um álbum genial, atemporal, futurista, inovador e marcante.
Lançamento: Setembro de 1986
Faixas:
"Caught Somewhere In Time"
"Wasted Years"
"Sea Of Madness"
"Heaven Can Wait"
"The Loneliness of the Long Distance Runner"
"Stranger in a Strange Land"
"Deja-Vu"
"Alexander The Great"
Formação:
Bruce Dickinson: vocal
Steve Harris: baixo
Adrian Smith: guitarra
Dave Murray: guitarra
Nicko McBrain: bateria
Outras resenhas de Somewhere In Time - Iron Maiden
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



A música de 1993 que atingiu a nota mais alta da história do rock
O baterista que Lars Ulrich coloca acima de Neil Peart na história do rock
Tony Iommi agenda anúncio especial para a próxima quarta-feira
O gigante do rock que Angus Young disse ser uma imitação pobre do The Who
A banda de heavy metal com mais álbuns em primeiro lugar nos Estados Unidos
Quando Jeff Beck percebeu que Jimi Hendrix estava com sérios problemas
5 clássicos do thrash metal cujas letras envelheceram muito mal
A música do Kiss que fez (muito) mais sucesso na Europa do que nos EUA
Os 3 artistas que se queimaram com os Beatles, segundo George Harrison
A música dos Stones dos 60s que Mick Jagger considera uma fórmula perfeita de sucesso pop
A instrumental do Iron Maiden que é a preferida de Mike Portnoy
O compositor dos anos 80 que Paulo Ricardo coloca acima de Cazuza e Renato Russo
A pior faixa de "Reign in Blood", do Slayer, segundo a Metal Hammer
Rob Halford encontrou a fé depois que parou de beber e usar drogas
O cantor que Bono disse ter voz de anjo e ser um homem muito sábio

Iron Maiden: Somewhere In Time é um álbum injustiçado?
Iron Maiden: Em algum lugar no tempo - Somewhere in Time
5 clássicos do metal que você nunca se deve usar para apresentar o estilo para alguém
As três melhores músicas do Iron Maiden escritas por Steve Harris, segundo Nicko McBrain
Iron Maiden publica vídeo retrospectivo oficial do Eddfest
8 clássicos do metal lançados por músicos que mal tinham saído da adolescência
5 músicas que nenhum metaleiro consegue ouvir sem fazer air drums
A grande lição do documentário sobre Paul Di'Anno, segundo seu diretor
Para Nicko McBrain, "The Number of the Beast" não está entre os melhores álbuns do Iron Maiden
A única banda de metal que Paulo Ricardo realmente curte: "Muito bons músicos"
5 músicas de metal que seriam completamente diferentes sem um único detalhe


