Promethean Misery: Uma metáfora para a miséria humana"
Resenha - Tied Up With Strings - Promethean Misery
Por Ricardo Cunha
Postado em 04 de maio de 2019
Nota: 10 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Samantha Kempster vem se apresentando na cena australiana de heavy metal há mais de uma década. Sua primeira apresentação foi com a banda Lycanthia (Death/Doom/Gothic), de Sidney/AUS, onde tocou violino e fez backing vocals por aproximadamente sete anos. Em 2009, formou uma nova banda, 'Myraeth', cujo estilo era 'Melodic Death / Doom'. Isso a fez desempenhar um papel mais proeminente, com teclados, violino e vocais. Em 2015, Myraeth anunciou uma pausa, que culminou com o encerramento definitivo das atividades. Perto do final de 2017, ela uniu forças com as lendas do Death Metal australiano Cruciform, onde ela toca até hoje. Frequentemente grava e toca como artista convidada de outras bandas do gênero heavy metal / doom.
A primeira parte de 'Promethean Misery' foi o EP 'Before my eyes' (2016), que é piano e voz. O segundo lançamento, 'Bloodlet' (julho de 2017), introduziu o violino distorcido e a percussão. 'Ghosts', o penúltimo lançamento, (outubro de 2017), é uma mistura dos dois. Enquanto, 'Tied Up With Strings' (2018) vai além, inserindo, através dos climas, um tipo de angústia reprimida que reflete o caos pessoal de cada um.
Tied Up With Strings é a última parte do conto sobre a miséria de Prometeus que, por sua vez, é uma metáfora para o tipo de miséria a qual os humanos estão sistematicamente submetidos. Nesta parte, a cantora, instrumentista e compositora australiana, nos oferece mais uma coleção de peças compostas ao longo de muitos anos. Como evolução do processo de composição, aqui, ela faz uso de sua própria voz, piano, violino, percussão e outros elementos que, orquestrados ou distorcidos são entrelaçados em harmonias melancólicas com riffs profundos e obscuros. Todas as partes do conto apresentam esses instrumentos em contextos diferentes, mas desta vez ela conseguiu criar uma experiência realmente única. O esforço da artista para sustentar os climas melancólicos tão intensos pode ser considerado como o traço mais marcante desta e de outras criações suas.
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



As 11 melhores bandas de rock progressivo dos EUA, segundo a Loudwire
A música do Queen que Freddie Mercury considerava melhor que "Bohemian Rhapsody"
Como Paulo Ricardo faz para evitar que suas músicas soem muito metal ou hard rock
Max Cavalera explica o que fez o Sepultura mudar o som em "Chaos A.D."
As 25 melhores bandas de todos os tempos, segundo a Classic Rock
A banda americana dos anos 1970 que é a maior influência da nova baterista do Rush
O projeto que é os "quatro tenores do rock", segundo Eric Martin
Nocturno Culto explica por que o Darkthrone nunca mais tocou ao vivo
Rush inicia novo capítulo de uma carreira baseada em fortes convicções
O melhor álbum dos Rolling Stones de todos os tempos, segundo Keith Richards
Hellripper anuncia 4 shows no Brasil em turnê inédita para 2027
Como Mark Knopfler adaptou um defeito para escapar de tocar guitarra "do jeito errado"
A música do Judas Priest que mistura rock, funk e jazz, segundo Ian Hill
A banda dos anos 80 que Kurt Cobain dizia ter envelhecido rápido demais
O guitarrista mais rápido que Slash viu tocar; "literalmente explodiu minha cabeça"
O guitarrista que é "facilmente o melhor" que Jimmy Page já viu de perto, segundo o próprio
O vocalista que fez teste para o AC/DC antes de Axl Rose assumir no lugar de Brian Johnson
O dia que Andre Matos criticou a voz da cantora Marisa Monte



Há 40 anos o Queen lançava "A Kind of Magic", álbum que marcou a despedida de Freddie dos palcos
Tarja Turunen: Frisson Noir - o álbum que os fãs sempre quiseram ouvir
Michael Jackson - "Thriller" é clássico. Mas é mesmo uma obra-prima?
Em 1977 o Pink Floyd convenceu-se de que poderia voltar a ousar



