Death: registro histórico e clássico de um ícone do Death Metal
Resenha - Sound of Perseverance - Death
Por Sidney Alencar
Fonte: Meus 300 Discos
Postado em 22 de julho de 2017
Nota: 9 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
DEATH: como cheguei até este ponto da minha vida sem nunca ter escutado??
É isso. Mea culpa. Admito. Nunca havia escutado DEATH. Pode se espantar. Pode xingar. extravasou? Satisfeito? Tudo sob controle?
Agora vamos continuar.
O DEATH pra mim sempre foi aquela banda icônica, lendária, que influenciou inúmeros músicos e bandas, que foi pioneira num estilo e…
que eu nunca tinha escutado.
Não faço a mínima ideia do porquê. Bom, mas a ideia deste projeto (Blog MEUS 300 DISCOS) é justamente essa: escutar discos e bandas que eu ainda não havia escutado, sejam de qual ano (século) forem.
Antes de tudo, quero dizer que esse disco foi uma sugestão do meu chapa Placido Felipe, glorioso filho de Petrolina, radicado em terras Alencarinas.
Mas chega de enrolação e abraços, vamos ao disco.
Fiquei muito, muito surpreso com a extrema técnica e virtuosismo dos músicos. Todos, guitarras, bateria e baixo simplesmente desmontaram os (pré) conceitos que eu tinha sobre o tipo de death metal que a banda fazia. Os riffs super intrincados, as mudanças de andamento e as melodias e composições com influências da estrutura do jazz, tudo isso numa velocidade desconcertante me apresentaram a um novo patamar de criatividade musical.
Gustavo Anunciação Lenza | Roberto Luis Pertsew | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Luis Alberto Braga Rodrigues | Reginaldo Manuel Soares de Faria | Paulo Eduardo Farias | Thomas Wisiak | Rogerio Antonio dos Anjos | Miguel Angelo Leal | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
As composições são realmente inspiradas e casam perfeitamente com o vocal rasgado e agudo da lenda Chuck Shuldiner, que é carismático mesmo que você nunca tenha visto nem sequer uma foto dele (não sei explicar, mas foi essa minha percepção, fazer o quê).
A capa é toscamente maravilhosa, com uma rocha que parece a boca de um tubarão faminto, pronto para abocanhar almas perdidas, no que parece um dos 7 circulos infernais. Foi feita pelo artista americano Travis Smith, que também já fez trabalhos para bandas como KING DIAMOND, OPETH e NEVERMORE.
Confesso que as letras me pareceram um tanto difusas. Não consegui captar o sentido geral ou conceito das mesmas. Talvez precise ouvir mais vezes e estudar um pouco mais a fundo.
A produção é de Jim Morris, do Morrisound Studios, em Tampa, Flórida, além do próprio Chuck. E vou te falar, dá gosto de ouvir um disco tão bem produzido, onde apesar de toda a brutalidade musica, você consegue escutar e discernir com perfeição cada nota dos riffs e solos.
Com certeza, voltarei com outros discos do Death por aqui, quem sabe consigo cobrir toda a discografia! Esse foi o último disco lançado pela banda, em 1998 e pelo que andei pesquisando os trabalhos anteriores também são dignos da minha humilde audição.
Vale seu tempo? Ora se não! Arranje um bom fone de ouvido e tire um tempo para ouvir com atenção todos os mínimos detalhes deste registro histórico e clássico de um dos ícones do Death Metal!
1. "Scavenger of Human Sorrow" - 6:54
2. "Bite the Pain" - 4:29
3. "Spirit Crusher" - 6:44
4. "Story to Tell" - 6:34
5. "Flesh and the Power It Holds" - 8:25
6. "Voice of the Soul" (instrumental) - 3:42
7. "To Forgive Is to Suffer" - 5:55
8. "A Moment of Clarity" - 7:22
9. "Painkiller" (cover do Judas Priest; escrita por Glenn Tipton, Rob Halford, K.K. Downing) - 6:03
Outras resenhas de Sound of Perseverance - Death
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Use sua ilusão: o pseudo disco perfeito do Guns N' Roses
Os seis países onde o Iron Maiden fez apenas um show durante toda a carreira
Baterista aprende repertório em menos de 3 horas e faz show com o Arch Enemy
O significado da palavra escrita igual em inglês e português que Fernanda Lira usou na Crypta
Quando o Pink Floyd ganhou 300 milhões de dólares ao ignorar ideia de Roger Waters
Guitarrista fala sobre álbum ao vivo e música inédita do Type O Negative
O álbum mais vendido da história e que nunca chegou ao primeiro lugar das paradas
10 discos de heavy metal lançados de 1970 a 1993 que são essenciais, segundo o CRH
A música gravada pelo Iron Maiden que foi uma "dor de cabeça" para Paul Di'Anno
O álbum que Mark Knopfler gravaria de graça só para tocar perto de um de seus ídolos
A música que acabou fazendo Lemmy levar um pé na bunda
Pastor que "inspirou" Iron Maiden, Genesis e Ozzy Osbourne morre aos 86 anos
Quase vinte anos do seu lançamento, "Over The Under" ainda soa vigoroso
O clássico absoluto do Metallica cuja introdução foi inspirada em uma música do Venom
Mamonas Assassinas: a história das fotos dos músicos mortos, feitas para tabloide
Jairo Guedz traduz com analogia absurdamente triste a saída de Max Cavalera do Sepultura
Kiss: 15 bandas que abriram shows deles e se tornaram famosos
Roadrunner: os 50 melhores frontmen de todos os tempos


"Human", do Death, foi uma vingança a dois ex-integrantes da banda
Os 59 anos de idade de Gene Hoglan, um dos maiores bateristas do heavy metal de todos os tempos
Os 10 melhores álbuns de death metal dos anos 1990 segundo o Metal Injection
De Guns N' Roses a Cannibal corpse, os melhores discos de 1991, segundo a Metal Hammer
O melhor álbum e música do Heavy Metal de cada ano dos anos 1980, segundo a Loudwire
O melhor disco ao vivo de rock de todos os tempos
