Broken Jazz Society: Vale a pena ouvir

Resenha - Gas Station - Broken Jazz Society

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net

Por Victor Freire, Fonte: Rock'N'Prosa
ENVIAR CORREÇÕES  

Nota: 8

Fazia tempo que não parava para escutar um bom stoner rock. Então, adianto logo que foi muito fácil ouvir o novo EP do Broken Gas Society, Gas Station (2016). A banda é formada por Mateus Graffunder (guitarra e vocal), João Fernandes (baixo) e Felipe Araújo (bateria) faz o som direto de Uberaba/MG.

Agressividade: 21 caras que fizeram a história do rock pesadoÁlbuns: Mike Portnoy revela os seus 10 favoritos

Anunciar bandas e shows de Rock e Heavy Metal

Os riffs de Gas Station introduzem o EP e mostram logo a proposta da banda. Guitarras com pouca saturação, vocais limpos e bateria reta – quer mais rock’n’roll que isso? A música ainda abre espaço para um pouco de velocidade no refrão, que gruda bastante na cabeça. Riot Spring vem logo em seguida. Essa música é uma regravação do primeiro trabalho deles, Tales From Purple Land (2014). É interessante para ver o estilo de composição da banda nas duas épocas. Essa música é mais sombria, por assim dizer, com espaço para um pouco de peso também.

O EP é encerrado com Mean Machine, outra inédita do EP. Tanto ela quanto Gas Station foram escolhidas pela banda no EP para fechar o ciclo do primeiro álbum e preparar a banda para o próximo álbum. Essa música é mais melódica, com início no violão – estilo balada. Curti muito a música. Apesar de só ter três músicas, pude perceber a diversidade na criatividade da banda. Eles poderiam optar por seguir uma linha reta rock’n’roll (no estilo Gas Station), mas não, misturam elementos no EP, passando pelo doom e até concluir com essa balada.

Conceitualmente, o EP representa o abastecimento dos nossos veículos mentais num posto de ideias em chamas, que nunca explode. Cara! Que massa! Na minha cabeça isso funciona como uma fonte infinita de ideias, onde o resultado reflete em toda uma sonoridade – que não precisa ser complexa – traduzida em todos os trabalhos futuros da banda. Parte disso já podemos observar nesse EP.

O Gas Station (2016) foi meu primeiro contato com o Broken Jazz Society e considero uma boa apresentação. Vou esperar os próximos trabalhos deles, porque só este já conseguiu chamar minha atenção.

Tracklist:

1.Gas Station
2.Riot Spring
3.Mean Machine


Outras resenhas de Gas Station - Broken Jazz Society

Resenha - Gas Station - Broken Jazz Society Resenha - Gas Station - Broken Jazz Society



Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no WhatsAppSeguir Whiplash.Net


Agressividade: 21 caras que fizeram a história do rock pesadoAgressividade
21 caras que fizeram a história do rock pesado

Álbuns: Mike Portnoy revela os seus 10 favoritosÁlbuns
Mike Portnoy revela os seus 10 favoritos


Sobre Victor Freire

Professor universitário e mestre em Engenharia Mecânica pela UFRN. Nascido no deserto de Mossoró/RN. É fã e colecionador de itens relacionados ao rock'n'roll. Editor-chefe do blog Rock'N'Prosa e guitarrista do Godhound. Acessa o Whiplash! desde a infância e colabora com o site sempre que possível.

Mais matérias de Victor Freire no Whiplash.Net.

Goo336x280 GooAdapHor