Broken Jazz Society: Vale a pena ouvir

Resenha - Gas Station - Broken Jazz Society

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

Por Victor Freire, Fonte: Rock'N'Prosa
Enviar correções  |  Comentários  | 

Nota: 8

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.

Fazia tempo que não parava para escutar um bom stoner rock. Então, adianto logo que foi muito fácil ouvir o novo EP do Broken Gas Society, Gas Station (2016). A banda é formada por Mateus Graffunder (guitarra e vocal), João Fernandes (baixo) e Felipe Araújo (bateria) faz o som direto de Uberaba/MG.

5000 acessosIron Maiden: ouça o baixo de Steve Harris isoladamente5000 acessosFotos de Infância: Jon Bon Jovi

Os riffs de Gas Station introduzem o EP e mostram logo a proposta da banda. Guitarras com pouca saturação, vocais limpos e bateria reta – quer mais rock’n’roll que isso? A música ainda abre espaço para um pouco de velocidade no refrão, que gruda bastante na cabeça. Riot Spring vem logo em seguida. Essa música é uma regravação do primeiro trabalho deles, Tales From Purple Land (2014). É interessante para ver o estilo de composição da banda nas duas épocas. Essa música é mais sombria, por assim dizer, com espaço para um pouco de peso também.

O EP é encerrado com Mean Machine, outra inédita do EP. Tanto ela quanto Gas Station foram escolhidas pela banda no EP para fechar o ciclo do primeiro álbum e preparar a banda para o próximo álbum. Essa música é mais melódica, com início no violão – estilo balada. Curti muito a música. Apesar de só ter três músicas, pude perceber a diversidade na criatividade da banda. Eles poderiam optar por seguir uma linha reta rock’n’roll (no estilo Gas Station), mas não, misturam elementos no EP, passando pelo doom e até concluir com essa balada.

Conceitualmente, o EP representa o abastecimento dos nossos veículos mentais num posto de ideias em chamas, que nunca explode. Cara! Que massa! Na minha cabeça isso funciona como uma fonte infinita de ideias, onde o resultado reflete em toda uma sonoridade – que não precisa ser complexa – traduzida em todos os trabalhos futuros da banda. Parte disso já podemos observar nesse EP.

O Gas Station (2016) foi meu primeiro contato com o Broken Jazz Society e considero uma boa apresentação. Vou esperar os próximos trabalhos deles, porque só este já conseguiu chamar minha atenção.

Tracklist:

1.Gas Station
2.Riot Spring
3.Mean Machine

GosteiNão gostei

Compartilhar no FacebookCompartilhar no TwitterCompartilhar no G+

Outras resenhas de Gas Station - Broken Jazz Society

194 acessosBroken Jazz Society: EP mostra o potencial da banda255 acessosBroken Jazz Society: Stoner rock com altas doses de hard

Os comentários são postados usando scripts e logins do FACEBOOK, não estão hospedados no Whiplash.Net, não refletem a opinião dos editores do site, não são previamente moderados, e são de autoria e responsabilidade dos usuários que os assinam. Caso considere justo que qualquer comentário seja apagado, entre em contato.

Respeite usuários e colaboradores, não seja chato, não seja agressivo, não provoque e não responda provocações; Prefira enviar correções pelo link de envio de correções. Trolls e chatos que quebram estas regras podem ser banidos. Denuncie e ajude a manter este espaço limpo.

0 acessosTodas as matérias da seção Resenhas de CDs e DVDs0 acessosTodas as matérias sobre "Broken Jazz Society"

Iron MaidenIron Maiden
Ouça o baixo de Steve Harris isoladamente

Fotos de InfânciaFotos de Infância
Jon Bon Jovi muito antes da fama

RushRush
Um Adeus Aos Reis

5000 acessosMassacration: saiba quem é o baterista que tocava "de verdade"5000 acessosAC/DC: isso sim é uma bela estrada para o inferno5000 acessosAerosmith: Steven Tyler e três mulheres nuas no chuveiro5000 acessosMetallica e Guns N' Roses: Em 1992, a histórica turnê conjunta5000 acessosMike Oldfield: não só "Tubular bells"5000 acessosAC/DC: os últimos dias do vocalista Bon Scott

Sobre Victor Freire

Professor universitário e mestre em Engenharia Mecânica pela UFRN. Nascido no deserto de Mossoró/RN. É fã e colecionador de itens relacionados ao rock´n´roll. Editor-chefe do blog Rock´N´Prosa e guitarrista do Godhound. Acessa o Whiplash! desde a infância e colabora com o site sempre que possível.

Mais matérias de Victor Freire no Whiplash.Net.

Whiplash.Net é um site colaborativo. Todo o conteúdo é de responsabilidade de colaboradores voluntários citados em cada matéria, e não representam a opinião dos editores ou responsáveis pela manutenção do site, mas apenas dos autores e colaboradores citados. Em caso de quebra de copyright ou por qualquer motivo que julgue conveniente denuncie material impróprio e este será removido. Conheça a nossa Política de Privacidade.

Em fevereiro: 1.218.643 visitantes, 2.740.135 visitas, 6.216.850 pageviews.

Usuários online