Dark Witch: "The Circle Of Blood", o disco de estreia da banda
Resenha - Circle Of Blood - Dark Witch
Por Michell de Oliveira Almeida
Postado em 26 de julho de 2016
A banda brasileira Dark Witch foi fundada no ano de 1999. A banda tem como características a junção do heavy metal com elementos melódicos e épicos, abordando em suas letras temas como história, mitologia e ocultismo.
"The Circle of Blood" é o primeiro álbum de estúdio completo da banda e foi lançado em versão digital pela Heart Of Steel Records e a versão física foi lançada pela Arthorium Records. A banda também conta com duas demos, dois álbuns de coletânea e faz parte de um álbum de tributo a banda Harppia. Para esse CD, a banda é formada por Bil Martins no vocal e baixo, Cesar Antunha e Décio Andolini nas guitarras e comandando as baquetas, André Kreidel.

O álbum traz 13 faixas, em 1 hora. A primeira música do CD, "Circle of Blood" traz riffs de guitarra e batidas de bateria típicos do heavy metal. O vocal de Bil Martins na faixa é bastante característico do heavy metal. O refrão tem alguns tons épicos, mostrando as características da banda. O solo de guitarra é rápido e bem executado.
"Wild Heart" começa de forma incrível com as batidas da bateria e com um solo de guitarra, já empolgando o ouvinte logo no começo. O vocal de Bil Martins é incrível e poderoso na faixa. A execução da faixa lembra músicas do Saxon. As guitarras de Cesar Antunha e Décio Andolini são muito bem executadas. A bateria de André Kreidel e o baixo de Bil Martins mostram grande importância na faixa. Mas os grandes destaques da faixa são os agudos de Bil Martins, o ótimo refrão, o solo de guitarra de Cesar Antunha e o pequeno solo do baixo de Bil Martins.

A terceira música do álbum, "Master of Fate" é mais pesada e rápida do que as faixas anteriores. Esse peso é notado logo no início da música com os riffs de guitarra e a bateria rápida e brutal de André Kreidel. "Cauldron" começa com riffs característicos do heavy metal. A bateria é rápida e o baixo mostra importância nessa música. O vocal de Bil Martins mais uma vez mostra técnica e precisão. O refrão é bastante marcante e faz junção com características melódicas e épicas típicas do power metal. O solo de guitarra mais uma vez mostra técnica, precisão e rapidez.
A quinta faixa do álbum, "Firestorm" começa com um solo de guitarra extremamente preciso e bem típico do power metal. O grito de Bil Martins no início da música é um grande destaque. A música mostra bastante peso e precisão na parte instrumental. A faixa faz transições entre as características do heavy metal e do power metal. O início do refrão "I see the dragons flying in the sky" é bem típico das letras épicas de bandas de power metal.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel | "Stronghold" começa com excelentes riffs de guitarra e logo em seguida a bateria entra em ação. O baixo de Bil Martins é um dos destaques da faixa. O refrão é simples a ponto de fazer com que o ouvinte rapidamente o cante diversas vezes. O refrão mais uma vez lembra os refrãos executados por grandes bandas de power metal como Hammerfall.
A sétima música do álbum, "Blood Sentence" é intensa e mostra várias características do power metal. A performance do vocalista Bill Martins é excelente, assim como também os riffs de guitarra executados por Cesar Antunha e Décio Andolini. O refrão é marcante e faz com que o ouvinte o lembre-se sempre.
"Liberty is Death" começa de forma marchada, mais uma vez mostrando as características do power metal que são muito bem executadas pela banda. Os riffs são ótimos e a bateria de André Kreidel mostra grande técnica na faixa. O vocal de Bil Martins é um grande destaque e com certeza nessa faixa ele tem uma de suas melhores performances do álbum. O refrão mais uma vez mostra características épicas e melódicas do power metal.

"Lighthouse Reaper" é uma faixa que toda a parte instrumental da banda é um destaque. A introdução da faixa mostra o baixo e a bateria fazendo um ótimo som. A partir daí, os riffs de Cesar Antunha e Décio Andolini entram para completar o ótimo som da faixa. Os vocais de Bil Martins mais uma vez mostram precisão, técnica e mais uma vez em alguns momentos a música mostra grandes tendências do power metal, principalmente no refrão.
"Death Rain" é a décima faixa do álbum e desde o começo faz o ouvinte ter a certeza que está ouvindo uma música de power metal rápida e técnica. Os vocais de Bil Martins são sensacionais. Os músicos também mostram uma performance incrível na faixa. Os versos são poderosos e épicos, tendo um refrão bastante parecido com músicas da banda Iced Earth. Com certeza é uma das melhores faixas do álbum.

"Siegfried" começa com um coro épico, mostrando a mitologia nórdica na música, já que Siegfried é um importante herói da mitologia nórdica, sendo que ele empunha a lendária espada balmung e se banha com o sangue do dragão Fafnir para ter invulnerabilidade. A faixa mostra ótimos riffs de guitarra; a bateria rápida e brutal de André Kreidel e grandes momentos do vocal e do baixo de Bil Martins. O refrão também é bastante épico, mostrando o lado power metal da banda Dark Witch.
"To Valhalla We Ride" é a penúltima faixa do álbum e também é relacionada a mitologia nórdica. A música começa com a bateria de André Kreidel juntamente com o baixo de Bil Martins e os riffs de Cesar Antunha e Décio Andolini, fazendo uma ótima introdução. A performance vocal de Bil Martins mais uma vez é ótima e o refrão da faixa é extremamente cativante, fazendo com que o ouvinte sempre o lembre.

A última faixa do álbum, "Voz da Consciência", é um cover de uma música da lendária banda de metal brasileira Harppia. A música tem ótimos riffs de guitarra na introdução, um baixo excelente de Bil Martins e a bateria mais uma vez mostrando técnica e precisão. A performance vocal de Bil Martins mais uma vez é um grande destaque da faixa, juntamente com o solo de guitarra de Cesar Antunha, que mostra rapidez e precisão.
O primeiro álbum de estúdio da banda Dark Witch impressiona, pois é um álbum que mostra grande talento da banda. É um álbum de ótima qualidade e faz a junção do heavy metal, power metal e apresenta alguns elementos de metal progressivo. A banda Dark Witch faz essas junções com maestria para que o ouvinte tenha certeza de que está ouvindo um ótimo álbum.
Tracklist
1. Circle of Blood
2. Wild Heart
3. Master of Fate
4. Cauldron
5. Firestorm
6. Stronghold
7. Blood Sentence
8. Liberty Is Death
9. Lighthouse Reaper
10. Death Rain
11. Siegfried
12. To Valhalla We Ride
13. Voz de Consciência
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