Nachtblut: Composições simples, sem exagerar nas orquestrações
Resenha - Antik - Nachtblut
Por Oscar Xavier
Postado em 08 de março de 2016
NACHTBLUT (em português, "noite sangrenta"), é uma banda alemã formada em 2005. Chamam a atenção por cantarem em alemão, o que faz com que suas músicas soem mais sinistras para os que estão acostumados a ouvir músicas em inglês. Em 2009 lançaram seu segundo álbum, intitulado "Antik". A banda faz o chamado Dark Metal, onde mesclam com perfeição um metal gótico com arranjos sinfônicos simples, porém cativantes, com um vocal que remete aos primórdios do CRADLE OF FILTH. O vocalista "Askeroth" esbanja variações em sua voz, hora com vocais sussurrados, vocais rasgados e em alguns momentos guturais mais agressivos.
As faixas que merecem destaque são:
Antik (em português "Antigo"), faixa título, e que conta com uma
introdução no teclado bem agradável, seguido de um riff de guitarra pesado repleto de grooves.
Die Blutgräfin (em português, "A Condessa de Sangue"), e é a música onde a cozinha mais se destaca, com riffs sincronizados com uma bateria bem agressiva fazendo você bangear à vontade.
Gedenket der Toten (em português, "Lembrança dos Mortos), que em minha opinião tem os melhores arranjos do álbum, e uma melodia agradável a quem ouve.
Die Mutter die ihr Kind verlor (em português, "A mãe que perdeu seu filho"), é sem dúvidas minha favorita no álbum. Nessa faixa a banda começa com um clima bem soturno, com teclados bem melancólicos e sons de pássaros ao fundo. A música segue em um nível mais cadenciado, onde os vocais se destacam por terem muitas variações ao longo da música.
É um álbum inovador em minha opinião, não tinha ouvido nada parecido. Com composições simples, eles conseguem atrair o ouvinte a seus temas líricos, sem apelar para o exagero com orquestrações como DIMMU BORGIR e CRADLE OF FILTH.
Tracklist:
01 - Antik
02 - Ijobs Botschaft
03 - Die Blutgräfin
04 - Gedenket der Toten
05 - Die Mutter die ihr Kind verlor
06 - Sturz des Ikarus
07 - Kreuzigung
08 - Hexe
09 - Des Menschens Kunst Blindheit zu säen
10 - Kreuzritter
lineup:
Askeroth - vocal
Sacerdos - baixo/backing vocal
Skoll - bateria
Greif - guitarra
Lymania - teclados
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Metallica já era chamado de "vendido" nos anos 80, segundo Lars Ulrich
A música do Metallica que deixava o público entediado, segundo Kirk Hammett
Tarja Turunen fará show em São Paulo em maio de 2027
Regis Tadeu derruba consenso de décadas sobre "Roots" do Sepultura
Digão explica o erro dos Raimundos: "Mamonas Assassinas foram mais inteligentes"
As 7 maravilhas do mundo do heavy metal e como conhecê-las
Focado em seus primeiros discos, Placebo anuncia 4 shows no Brasil para 2027
A melhor música que o Slayer lançou no século XXI, de acordo com a Metal Injection
Malcolm Young era um guitarrista "melhor que Eddie Van Halen", segundo Angus Young
Aos 58 anos, baterista do Cannibal Corpse admite dificuldades de sair em turnê
Em parceria com a Casa da Moeda Real, Pink Floyd lança palhetas em cobre, prata e ouro
John Lennon sobre seu álbum favorito dos Beatles: "Musicalmente superior ao 'Sgt. Pepper's'"
As 79 músicas que o AC/DC gravou mas nunca tocou ao vivo
Matt Sorum aceitaria reunião do Velvet Revolver com Lzzy Hale nos vocais
Force - banda chilena impressiona pela sonoridade e chama a atenção
O álbum punk favorito de Joey Ramone, o disco que ele levaria para uma ilha deserta
A curiosa história de "I Wanna Be Sedated", uma das músicas mais divertidas dos Ramones
Bruce Dickinson: O significado oculto de "Tears Of The Dragon" (vídeo)

Depois da ressurreição, Marilyn Manson declara vingança em novo álbum
Relevante como nunca, Totalitär retorna após vinte anos com EP furioso
Herman Frank - O motor barulhento, rápido e construído para rodar
Entre nostalgia, legado e recomeços, Beseech apresenta seu 7º álbum de estúdio
Veterano Sacrifice mostra que continua afiado como nunca no ótimo "Volume Six"
O álbum pesado e melancólico do Soilwork que ajudou a salvar a minha vida
Metallica: And Justice For All é um álbum injustiçado?



