Pagan Throne: A ser ouvido e reouvido muitas e muitas vezes
Resenha - Swords of Blood - Pagan Throne
Por Draco Louback
Postado em 24 de agosto de 2015
Nota: 10 ![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
![]()
Direto do estúdio Michelângelo Studio (Eternal Hatred) chega aos fãs do gênero Pagan Metal, o novo álbum dos cariocas do Pagan Throne; Swords of Blood. Produzido, masterizado, por Eddie Torres e com um excelente trabalho gráfico feito por Marcos Lorezent (Art Spell).
A horda apresenta mais um excelente trabalho coeso e, definitivamente, afiado! A intro do álbum já nos convida para um ambiente hostil da guerra! Em seguida, a música título abre o álbum com o crocitar de corvos e logo cai para riffs rápidos e diretos! A música toma um ambiente incrível, porque o Pagan Throne trabalha uma cadência que permite que o som embarque o ouvinte numa atmosfera além do gênero Black-metal.
A horda faz um trabalho interessante e envolvente, podemos dizer até arriscado, mas feito com primazia. Porque a viagem sonora da horda não se limita em gênero ou em apenas um padrão. Não! O andamento do som é todo mesclado com diferenciadas influências e ritmos. A Rites of war, música que até ganhou um videoclipe, produzido por eles mesmos, tem uma chamada tribal orquestrada pelo Baixo de Eddie Torres que em conjunto com Riffs de Rapahel Casotto ritualiza toda a música com uma linha de voz marcante de Rodrigo Garm, mesclando com vozes e coros e arranjos que arrebatam qualquer ouvinte para um ambiente místico e bélico. Fallen Heroes, uma das melhores faixas do álbum, muito bem elaborada mesclando vozes limpas e guturais, com uma narração e um excelente e glorioso Solo de guitarra que antecipa uma mudança brusca e concisa da sonoridade.
Rogerio Antonio dos Anjos | Luis Alberto Braga Rodrigues | Efrem Maranhao Filho | Geraldo Fonseca | Gustavo Anunciação Lenza | Richard Malheiros | Vinicius Maciel | Adriano Lourenço Barbosa | Airton Lopes | Alexandre Faria Abelleira | Alexandre Sampaio | André Frederico | Ary César Coelho Luz Silva | Assuires Vieira da Silva Junior | Bergrock Ferreira | Bruno Franca Passamani | Caio Livio de Lacerda Augusto | Carlos Alexandre da Silva Neto | Carlos Gomes Cabral | Cesar Tadeu Lopes | Cláudia Falci | Danilo Melo | Dymm Productions and Management | Eudes Limeira | Fabiano Forte Martins Cordeiro | Fabio Henrique Lopes Collet e Silva | Filipe Matzembacher | Flávio dos Santos Cardoso | Frederico Holanda | Gabriel Fenili | George Morcerf | Henrique Haag Ribacki | Jorge Alexandre Nogueira Santos | Jose Patrick de Souza | João Alexandre Dantas | João Orlando Arantes Santana | Leonardo Felipe Amorim | Marcello da Silva Azevedo | Marcelo Franklin da Silva | Marcio Augusto Von Kriiger Santos | Marcos Donizeti Dos Santos | Marcus Vieira | Mauricio Nuno Santos | Maurício Gioachini | Odair de Abreu Lima | Pedro Fortunato | Rafael Wambier Dos Santos | Regina Laura Pinheiro | Ricardo Cunha | Sergio Luis Anaga | Silvia Gomes de Lima | Thiago Cardim | Tiago Andrade | Victor Adriel | Victor Jose Camara | Vinicius Valter de Lemos | Walter Armellei Junior | Williams Ricardo Almeida de Oliveira | Yria Freitas Tandel |
Além de um trabalho minucioso dos back-vocais duelando com a voz principal, um gênero de cantoria que nos arremata às canções norueguesas, onde apenas as vozes ganham seu destaque maior. A Beast of The Sea é um grande marco sonoro da Horda, com uma intro diferente de tudo que a banda fez, ela traz um ritmo marcante, mesclando uma influência folk com a pegada característica do Pagan Throne. A Kingdom Rise é outra excelente faixa do álbum, seu início ganhou um trabalho de voz primordial, um tipo de coisa que eleva o nível do Pagan Throne.
O novo trabalho do Pagan Throne, é a prova que a Horda está muito mais madura e concisa em relação aos seus trabalhos anteriores. Eles foram muito além de rótulos e gêneros musicais! Exploraram várias vertentes musicais e diferenciadas influências. Ao ouvir o novo álbum da horda, a primeira coisa a se fazer, é se desprender de qualquer rótulo, qualquer nomenclatura que defina a banda como ''isso'' ou ''aquilo''. O Pagan throne, sem sombras de dúvidas, está no topo das bandas brasileiras. Seu novo trabalho ''Swords of Blood'' pode ser considerado um dos grandes lançamentos de 2015, e o ponto crucial de evolução musical e amadurecimento da horda que aborda desde os arranjos de altíssimo nível feito por Hage (Keyboard), os riffs e linha melódica de Raphael, os ritmos e cadência do baterista Alexandre Daemortis, os vocais marcantes e singulares de Rodrigo Garm, às grandes ideias das linhas de baixo e produção de Eddie Torres. Excelente trabalho que deve ser ouvido e reouvido muitas e muitas vezes.
Outras resenhas de Swords of Blood - Pagan Throne
Receba novidades do Whiplash.NetWhatsAppTelegramFacebookInstagramTwitterYouTubeGoogle NewsE-MailApps



Os cinco maiores álbuns da história do rock progressivo
Masters of Voices reúne quatro gerações do rock e heavy metal na América do Sul e no Brasil
O melhor riff de guitarra de todos os tempos, segundo Keith Richards: "Ele disse tudo ali"
Live anuncia dois shows no Brasil para o mês de setembro
Malevolent Creation celebra 35 anos de "The Ten Commandments" em São Paulo
A melhor banda de todos os tempos, segundo os leitores da Classic Rock
Rock e Heavy Metal - lançamentos de faixas, álbuns e mais novidades
A música de 2000 que Brian Johnson considera uma das melhores do AC/DC: "Me arrepia"
A música do Pink Floyd que Roger Waters detestou e David Gilmour transformou num clássico
10 músicas de rock nacional dos anos 1980 que ainda estão na memória afetiva do brasileiro
Cérebro de Alice Cooper serviu de inspiração para obra de arte de Salvador Dalí de 1973
Fugindo do óbvio: 5 artistas fora do radar para quem cansou da mesmice
Angra anuncia bandas convidadas para shows em São Paulo
Steve Harris aponta a música ideal para apresentar o Iron Maiden a quem nunca ouviu a banda
Geoff Tate não considerou chamar outros ex-Queensryche para "Operation: Mindcrime III"
Regis Tadeu revela o verdadeiro motivo da volta de Slash ao Guns N' Roses
Guilherme Arantes usa hit de Raul Seixas para criticar carnaval, fãs não curtem e ele rebate
O inesperado megahit de Zé Ramalho que Moonspell quer transformar em metal


Michael Jackson - "Thriller" é clássico. Mas é mesmo uma obra-prima?
Draconian - "In Somnolent Ruin" reafirma seu espaço de referência na música melancólica
Espera de quinze anos vale cada minuto de "Born To Kill", o novo disco do Social Distortion
"Out of This World" do Europe não é "hair metal". É AOR
O Ápice de uma Era: Battle Beast e a Forja Implacável de "Steelbound"
"Acústico MTV" do Capital Inicial: o álbum que redefiniu uma carreira e ampliou o alcance do rock
Iron Maiden: "The Book Of Souls" é uma obra sem precedentes
