Dr. Living Dead: O Crossover vive!

Resenha - Crush The Sublime Gods - Dr. Living Dead

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Por Vitor Franceschini
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Nota: 8

O texto representa opinião do autor, não do Whiplash.Net ou dos editores.


Fundada em 2007 e oriunda da Suécia, a banda Dr. Living Dead chega ao seu terceiro álbum de estúdio ‘enganando’ muito bem. Não, não se assuste, o termo ‘enganando’ não foi pejorativo e sim pelo fato de a banda parecer ter surgido ali pelos idos de 1985 mais precisamente nos EUA.
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Afinal, os quatro doutores não se enveredam por nenhum estilo particular da Suécia e sim destila um Crossover de primeira linha, nostálgico e inspiradíssimo nas bandas já citadas. Mas, vale ressaltar que a roupagem é bem atual, incluindo aí uma coesão e técnica de tirar o chapéu.

Com uma produção primorosa de Martin Jacobson, as composições contidas em “Crush The Sublime Gods” soam atemporais, mesmo carregando influências enraizadas e o grande trabalho das guitarras com riffs brilhantes é o principal fator empolgante do disco. Até porque os timbres foram muito bem escolhidos, não soando tão magras como é típico do estilo.

Sim, a cozinha é competente, e o baixo enfatiza o peso, tendo na bateria uma máquina ditadora de ritmos agressivos atravessados por algumas quebradas rápidas e interessantes. Refrãos fortes é outra marca registrada e a cada audição grudam mais na mente do ouvinte, condizendo com a boa dose de melodia.

Além da faixa título, Eternal Darkness of the Fucked Up Mind, Another Life e No Way Out são os destaques iniciais, porque a cada audição surgem mais músicas que chamam atenção. Não bastasse esse disco ser legal demais, o novo selo nacional Tellus Records o lançou por aqui. Está esperando o quê?

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Sobre Vitor Franceschini

Jornalista graduado tem como principal base escrever sobre Rock e Metal, sua grande paixão. Ex-editor do finado Goredeath Zine, atual comandante do blog Arte Metal, além de colaborador de diversos veículos do underground.

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