Chronosphere: De alguma forma soando original
Resenha - Embracing Oblivion - Chronosphere
Por Vitor Franceschini
Postado em 28 de junho de 2015
Impressionante como esses jovens gregos do Chronosphere destilam agressividade em seu Thrash Metal. De algum jeito, o som do quarteto de Atenas soa de forma original, mesmo deixando fluir algumas influências aqui e acolá.
"Embrancing Oblivion" é o segundo disco da banda e o que temos aqui é algo de tirar o fôlego. O primeiro que deixa o ouvinte de cara e com o queixo caído é o baterista Thanos Krommidas. Além de se utilizar até de ‘blast beats’, impressiona como o cara consegue ser rápido e preciso, demonstrando uma energia fora do normal.
O restante da banda faz a lição de casa, com um baixo discreto, mas eficiente e guitarras que trazem influências do Metal tradicional e até de Speed Metal (principalmente nos timbres). Há algumas quebradas, mas que não tiram a energia das composições e o vocalista e guitarrista Spyros Lafias tem um vocal que lembra Chuck Billy (Testament).
"Embracing Oblivion" conta com uma produção bacana que poderia apenas ter dado um ‘up’ grave nos timbres (principalmente das guitarras para colocá-las mais em evidência), porém não tira o brilho do disco. Destaque para as faixas Killing My Sins, Force Fed Truth, Brutal Decay e Herald the Uprising.
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